8 de outubro de 2015

Psychology Of Sex 3 (Epílogo)

Eu andava para lá e para cá e as muitas pessoas ali presentes me encaravam. Eu não estava me importando com ninguém me encarando ou percebendo o meu estado de nervosismo. Eu apenas estava preocupado com uma coisa: Será que Vanessa viria?

Eu estava parado em frente àquela igreja sentindo aquele terno branco me sufocar. Eu folgava a gravata de segundos em segundos e o suor teimava em descer pelo meu rosto, por mais que eu o enxugasse com o pano de tecido muito branco que eu guardava no bolso da calça.


- No casamento com certa pessoa você não suava tanto. – disse Alex, parando do meu lado e fazendo poses para os fotógrafos que não paravam de tirar fotos de tudo ao redor.


- Talvez seja porque certa pessoa não significava nada para mim. – falei olhando para todos os lados. – Será possível que ela não vai vir?


- Calma, chapa. Sua noiva deve estar chegando. Você tem que parar de ser ansioso, Zachary. – disse Alex me encarando. – Se você ficar com essa negatividade, é capaz do vestido dela rasgar na última hora ou ela encontrar aquele tal de Josh e fugir...


- DÁ PRA PARAR? – gritei e Alex ergueu os braços em rendição. – Você não está vendo que eu estou nervoso pra caralho aqui?!


- Ok, ok. – disse saindo e logo Chace chegou semicerrando os olhos para Alex que ia atrás de Annie, que batia o pé furiosa esperando-o.


- O que aquele pé no saco estava falando?


- Nada de interessante ou animador. – enxuguei o rosto com o pano novamente e logo ouvi a voz de Stacy:


- ELA ESTÁ CHEGANDO, ELA ESTÁ CHEGANDO! ANDA ZACHARY, ARRUME A SUA POSIÇÃO!


E então eu senti meu estômago despencar. Eu vi o carro enorme em que Vanessa iria chegar na igreja, mas ele parou longe o bastante para que eu não conseguisse ver nada que estivesse dentro. E então todos que estavam fora da igreja se colocaram para dentro, menos o pastor que iria celebrar o casamento, os padrinhos e eu. Logo, todos lá dentro se levantaram e uma música suave começou a tocar e então o pastor entrou carregando uma Bíblia em suas mãos. Os passos dele eram dados com graciosidade, assim como havíamos ensaiado há tantos meses. Assim que ele tomou sua posição no altar, os padrinhos começaram a entrar. Primeiro entraram Chris e Stacy que tinham os braços dados. Chris vestia um terno cinza prateado enquanto Stacy vestia um vestido realmente prata e logo eles pararam do lado em que eu ficaria em frente ao altar. Logo entraram Alex e Annie e finalmente, ambos tiraram a cara de birra diária para sorrirem para os convidados. Annie usava o mesmo vestido de Stacy e Alex o mesmo terno de Chris. Eles pararam do lado onde Vanessa ficaria. Logo entraram Claire e Chace, que vestiam a mesma roupa que os demais padrinhos e pararam do lado em que eu estaria. Entraram mais três casais de padrinhos, conhecidos meus e de Vanessa e logo era a minha vez.


Eu havia travado no lugar, mas assim que todos os rostos se viraram em minha direção eu senti alguém segurar em meu braço.


- Você está perfeito. Vai ser o casamento mais lindo da história. Pronto?


A voz e o braço direito da minha mãe era tudo o que eu precisava naquele momento. Sorri agradecido, fitando seus olhos e logo andamos em direção à porta da igreja. A cada passo que eu dava, eu sentia olhares felizes sobre mim e só a lembrança de que Vanessa estaria ali comigo dentro de poucos minutos me alegrava o bastante. Não conseguia parar de sorrir até que chegasse ao altar, recebendo um beijo demorado de minha mãe e votos de felicidade sussurrados tão ternamente em meu ouvido. Parei diante do pastor cumprimentando-o com o olhar e logo a marcha nupcial começou a tocar. Todos viraram excitados para a porta à espera da noiva, mas não mais excitados que eu. Então de longe eu vi uma mulher esbelta, de corpo pecaminosamente incrível, com curvas extremamente bem distribuídas e perfeitas usando um vestido branco cuja parte de cima era completamente justa ao corpo realçando o volume de seus seios e deixando-a mais bonita que o normal. O vestido era rodado com vários swarovski espalhados por sua extensão. O sapato que ela usava era branco e brilhante como um diamante. Em seus braços alguns acessórios de prata reluziam e em seu pescoço havia um enorme colar de brilhantes cujo pingente sumia entre a fenda funda de seus peitos apertados pelo vestido. Seu rosto estava com a expressão mais feliz que eu já havia visto, seus olhos pintados por uma maquiagem mista de preto e prata, seus lábios vermelhos e seus dentes alinhados e extremamente brancos expostos, as bochechas num rosa claro a deixavam com uma aparência de criança. Os cabelos castanhos estavam presos em um coque por um acessório prata de flores de brilhos e ela usava uma tiara de brilhantes, com brincos prata em forma de um círculo. Eu não conseguia parar de sorrir ao contemplar a beleza de minha noiva. Eu não conseguia deixar de olhá-la nem por um segundo. Assim que ela chegou defronte à mim, o pai de Vanessa, que era um homem alto de cabelos grisalhos e aparência séria, sorriu para mim e me entregou a mão de Vanessa assim que eles pararam de caminhar.


- Espero que você cuide muito bem dela. – ele falou com a voz grossa e se achegou mais para falar em meu ouvido. – Senão... – ouvi Vanessa murmurar um “pai” com a voz nervosa e então o homem sorriu para mim. – Apenas faça-a feliz. – e logo parou do lado dos padrinhos de Vanessa. Ela sorriu para mim e eu tomei sua mão macia e cheirosa beijando-a.


O pastor começou a cerimônia com as palavras carregadas de emoção e felicidade. E ali eu me pus a lembrar de meu casamento com Melissa. Eu não havia sentido nada igual quando me casei com ela. Tudo foi tão passageiro que eu nem mesmo me lembro. Mas o casamento com Vanessa estava sendo o evento mais importante da minha vida, era uma coisa que eu não iria esquecer nunca nessa vida. 


Todo o momento que eu a olhava enquanto escutava as palavras do pastor e ela devolvia o olhar, eu sentia como se eu fosse ser arrebatado de felicidade. Eu me sentia o homem mais sortudo do mundo por ter uma mulher tão perfeita ao meu lado. Eu não conseguia parar de olhá-la... Ela estava tão linda, tão maravilhosa que eu nem imaginava que fosse possível haver uma mulher tão linda como ela neste mundo.

- Zachary Efron, você aceita Vanessa Hudgens como sua legítima esposa, prometendo amá-la, respeitá-la sendo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, perante Deus, em todos os dias da sua vida? – perguntou o pastor e eu segurei as duas mãos de Vanessa entre as minhas.


- Aceito. Mil vezes aceito. – disse e uma lágrima desceu pelos olhos dela.


- Vanessa Hudgens, você aceita Zachary Efron como seu legítimo esposo, prometendo amá-lo, respeitá-lo sendo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, perante Deus, em todos os dias da sua vida? – ela me olhou com um olhar que eu nunca conhecia. Esse olhar me aqueceu por dentro.


- Aceito. Milhões de vezes... Eu aceito.


- E que assim seja – disse o pastor, erguendo as mãos sobre nossas cabeças. – Que o Senhor os abençoe com toda a sorte de bênçãos, pois o que Deus uniu o homem jamais há de separar. Por favor, as alianças.




Então nós olhamos para a porta e de lá vinham dois pequenos pedaços de gente. Nick estava com o terno igual ao meu e segurava uma almofadinha branca com uma mão e Clarinha, que usava um vestido branco como o da mãe, segurava com a outra mão o outro lado da almofada em que estavam as alianças de ouro. Vanessa sorriu ao vê-los trazendo as alianças e eu não me cabia em mim de tanta felicidade. Os gêmeos estavam com um ano e dois meses e eram bastante inteligentes para a minha sogra os ensinarem a levar as alianças para nós. Assim que eu peguei a almofada e dei um beijo em cada uma das crianças e logo Clarinha saiu correndo em direção à Stacy que estava esperando-a. Nick, ao contrário, começou a chorar pulando na frente de Vanessa gritando “Mamãe, mamãe” sem parar, claramente querendo colo. Todos começaram a rir quando Alex o pegou e fechou a cara para meu amigo cruzando os bracinhos. Logo, peguei uma das alianças e segurei a mão esquerda de Vanessa, colocando a aliança lentamente em seu dedo anelar.


- Eu, Zachary Efron, te recebo, Vanessa Hudgens, como minha amada esposa prometendo fidelidade, respeito, amor, perante Deus, em todos os momentos de nossa vida. – e então ela pegou a aliança e fez o mesmo procedimento em mim.


- Eu, Vanessa Hudgens, te recebo, Zachary Efron, como meu amado esposo prometendo fidelidade, respeito, amor, perante Deus, em todos os momentos de nossa vida. – o pastor nos deu o aval para nos beijarmos e então eu a beijei pela primeira vez depois de estarmos legalmente casados. Nossas línguas já extremamente conhecidas, experimentavam um novo gosto de felicidade. Um gosto que não se igualava à nada no mundo. 




Os convidados aplaudiam incansavelmente e quando terminamos o beijo e tocamos nossas testas uma com a outra, Nick não tardou a puxar o vestido da mãe exigindo atenção. Ao sairmos da igreja o sol já se punha no horizonte e logo fomos em direção à festa que nos aguardava na casa dos meus pais. 

Depois de muito comemorar, de muito beber, receber presentes, votos de felicidade e ouvir os gêmeos reclamarem de sono, decidimos que iríamos para a nossa noite de núpcias.


- Vocês me prometem que vão cuidar deles? – Vanessa perguntava aos caras e às meninas com preocupação. – Eles estão começando a brigar... JNick sempre pega o que Clara tem na mão.


- Isso é verdade. E por mais que eu brigue com ele, ele não para com isso. – falei olhando-os


- Se acalmem, pombinhos. Vão curtir a noite de vocês sem se preocuparem. Eles não vão brigar. – disse Stacy segurando Clara enquanto Chris segurava Nick. Nos despedimos deles e antes que entrássemos no carro, meu braço foi puxado.


- Pensaram que iam sair sem falar comigo?


E então eu arqueei as sobrancelhas quase até o topo da testa. E não é que Josh, o cara do ménage, estava em nossa frente?


- Joh? O que você está fazendo aqui? Quero dizer... Você veio ao casamento? – perguntou Vanessa boquiaberta.


- Mas é claro. Vocês acham que eu ia perder isso? – ele disse sorrindo. – Claro que não né! Eu sabia que de uma maneira ou outra vocês iam acabar casando... Mas vejo que além de casarem, já programaram duas crianças, hein? Vocês têm filhos lindos. – agradecemos e ele sorriu. – Espero que sejam muito felizes. E nada de ressentimentos entre nós... Passado é passado. – ele disse piscando em minha direção e eu apertei sua mão num selo de extrema paz. 


- Desde que você não se convide para ir em nossa noite de núpcias, tudo certo... – falei e ele negou.


- Eu me convidaria se eu fosse tão compatível como vocês são. Bom, tenham bons cinquenta anos juntos. – e então com mais alguns votos de felicidade, ele se despediu de nós e logo entramos no carro ao som de aplausos dos convidados.

Eu segurava Vanessa enquanto abríamos a porta de nossa nova casa. Era uma casa em um condomínio fechado e um pouco distante do centro da cidade. O auge da minha banda na mídia estava fora do comum e quanto mais longe dos tabloides, melhor. O quarto estava preparado somente para aquela noite. Vanessa sorria alto enquanto eu distribuía vários beijos pela extensão de seu pescoço e toda a hora mandava eu prestar atenção na escada, mas eu não ligava com isso. Assim que chegamos ao quarto, abri a porta e a joguei em cima da cama cheia de pétalas de rosa vermelha e ela sorriu.


- Isso é mais que um sonho. – ela exclamou alto e puxou minha gravata me fazendo cair por cima dela. – Estou ansiosa para ficar com você. Sentir o gosto do casamento bem aqui... Na ponta da língua. – ela disse passando a língua pelos lábios. Afundei meus lábios em seu pescoço chupando-o e mordiscando quando ela me empurrou levemente.


- Será que os gêmeos vão ficar bem? – encarei-a exasperado e confuso. Como ela tem coragem de interromper um clima daqueles? – É que eles são bebês ainda...


- Eles vão ficar bem, Nessa. Será que dá pra gente voltar de onde você me fez parar?


- Ainda não. – ela disse me tirando de cima dela e ficando em pé enquanto eu me deitava olhando-a mais confuso. – Preciso fazer uma coisa antes... Por que você não traz algumas coisas da geladeira para cá? Tipo... Aquele chantilly de chocolate e os morangos... – ela disse safada e entrou no banheiro da suíte. E antes que eu pudesse ao menos contestar, me vi descendo as escadas depressa e pegando o chantilly que estava guardado na geladeira junto com um prato de morangos. Subi rapidamente e quando cheguei, as luzes do quarto estavam mais amenas e o vestido de noiva dela estava pendurado em um cabide. Hey! Eu que queria tirar aquele vestido.


- Vanessa! Quem mandou você tirar o vestido? – perguntei enquanto colocava o chantilly e os morangos no criado mudo. – Eu que queria tir... – quando eu me virei eu entrei em choque.


Um flashback do dia em que eu entrei no consultório do Dr. Robert Crowley e enc
ontrei Vanessa passou em minha mente. Era como se eu tivesse voltado no tempo e a visse pela primeira vez. Vanessa estava parada à minha frente com a mesma roupa em que usava naquele dia. A calça branca justa que realçava suas coxas volumosas, a regata preta que expandia seus peitos mais enormes do que antes e o jaleco branco justo ao corpo que realçava todas as suas curvas preciosas. O óculos de aros quadrados estava em seu rosto, o piercing no nariz brilhava à medida que a luz a iluminava e seus cabelos estavam presos no mesmo coque que o penteado do casamento, porém a franja caía em seus olhos igual quando a vi pela primeira vez.


- Fiquei sabendo que você está com alguns problemas... – ela disse vindo em minha direção e eu não ousava mexer um músculo que fosse. – Eu sou somente uma psicóloga... Não posso fazer muita coisa... – ela colocou a mão em meu peito e andou ao meu redor arranhando o tecido de meu terno com as unhas à medida que me circulava. – Será que uma simples médica com três anos de experiência como eu poderá cuidar de você? – ela parou atrás de mim e suas mãos tocaram minha gravata desatando-a rapidamente e jogando-a em algum lugar do quarto. – Você está com pressa, querido paciente? – agora ela tirava o terno, passando-o por meus braços e eu mordia o lábio inferior. – Faz muito tempo que você não transa com uma mulher? Faz muito tempo que você quer trepar de verdade com uma mulher de verdade? – sentia meu pau endurecer à medida que ela sussurrava todas as aquelas coisas em meu ouvido. – Quer conhecer a mulher dos seus sonhos? Está preparado para dominar a mulher que vai te levar ao delírio?

E antes que eu pudesse fazer alguma coisa, com uma força surpreendente, ela rasgou a blusa social branca que eu usava e todos os botões escapuliram com violência. Ela arranhou meu peitoral com força e eu não aguentei. A joguei violentamente na cama e sem me importar, joguei meu peso por cima dela puxando seus lábios com brutalidade e em seguida beijando-a. Minha língua explorava todos os cantos da boca dela, desde a própria língua até os dentes extremamente bem alinhados. Chupei sua língua com vontade imaginando a hora em que ia cair de boca em sua vagina doce e molhada. Ela arranhava minhas costas com força e eu sentia minha pele arder quando as unhas dela aplicavam uma força extrema. Eu descontava o tesão que eu sentia pelas marcas que ela deixava em mim no beijo que ainda não havia terminado. Mordiscava seus lábios e ela beliscou com os dentes minha língua que começava a ficar dormente pelo movimento contínuo. Parti o beijo sentindo a falta do oxigênio e então olhei seu corpo, exatamente no primeiro dia em que a vi, naquela consulta milagrosa que me trouxe de volta à ativa. Desabotoei seu jaleco contemplando o corpo dela exposto pela regata preta que era justíssima. Ela se ergueu me olhando com aquele olhar safado que só ela tinha e sugou meu lábio inferior com avidez enquanto eu retirava o jaleco completamente.


- Você é muito gostosa. – falei enquanto via seus peitos por dentro do decote da regata. – Gostosa, deliciosa... Não vejo a hora de te comer todinha, de te mostrar o que um paciente é capaz de fazer quando está totalmente curado.


- Então me mostra... – disse ela em desafio enquanto alisava minha barriga. – Se você é homem o bastante para me mostrar, não sei porque ainda está parado.




Então ela atingiu o auge da minha loucura. Puxei seu cabelo com força forçando-a a deitar no travesseiro enquanto eu erguia levemente a regata para cima, beijando cada extensão de pele exposta. Vanessa havia frequentado academia constantemente depois que fora liberada pela Dra. Macklain e seu corpo ficou ainda mais gostoso e malhado. Sua barriga estava mais seca que antes, nem parecia que ela tinha dado à luz a gêmeos somente há um ano. Sua cintura afinara tão depressa que até mesmo um violão tinha menos curvas que ela. Em compensação suas coxas estavam ainda maiores e mais volumosas. Sua bunda arrebitada estava mais dura e tudo nela me deixava mais louco do que antes.


Mordiscava sua pele e ela gemia baixo contorcendo a cabeça no travesseiro. Passava minha língua por toda a extensão de sua barriga e então a blusa parou abaixo de seus peitos. Eu nem precisava dizer dos peitos, certo? Além de amamentar os gêmeos, a academia fez muito bem à saúde frontal da minha esposa. Os peitos dela estavam bem maiores do que antes e eu estava louco para tocá-los novamente. Eu não podia brincar muito com eles por conta da amamentação dos bebês, mas hoje seria uma exceção. Eles teriam que dividir com o pai deles.


Vanessa levantou-se pronta para desatar o sutiã, mas eu a impedi. Hoje quem iria fazer tudo era eu. Encostei meu rosto ao dela passando meu nariz pelo dela e então desatei o sutiã. Passei sua regata por sua cabeça e a atirei em qualquer lugar e logo o sutiã teve o mesmo destino. Mirei seus peitos com os olhos brilhantes de desejo e logo os agarrei com as duas mãos apertando-os e ela sorriu.


- Seus filhos não vão gostar nada de saber que o pai deles está abusando...




- Eu me entendo com eles mais tarde.


E então caí de boca naquela maravilha rosada. Ela jogou a cabeça para trás sorrindo e gemendo enquanto eu chupava seu mamilo com força e mordiscava. Um gosto doce de leite invadia meu paladar, mas isso só me deixava mais excitado. Troquei o peito e passei a sugar com a mesma intensidade enquanto ela puxava meus cabelos descontando o prazer que sentia. Juntei seus peitos e formei a fenda que eu tanto adorava e então comecei a desabotoar meu cinto e em seguida a calça e jogá-la para longe. A boxer preta que eu usava não dava conta do volume extremo que estava o meu pau. Eu tinha que descontar um pouco dessa excitação em Vanessa. Puxei meu cacete da boxer e ela o pegou masturbando-o devagar. Ela alisava toda a extensão do meu pau desde a base até a cabeça, e quanto chegava na glande ela apertava um pouco, o que provocava espasmos de tremor em meu corpo inteiro. Então ela lambeu a glande levemente e passando a pontinha da língua em meu freio que estava quase dilatando. Meu coração se acelerava e logo ela começou a chupar a glande aplicando uma pressão nas sucções que me deixava louco. Então ela cuspiu nele e abriu seus peitos pronta para receber meu pênis que a cada minuto ficava maior e mais grosso. Encostei meu pau em seus peitos e ela os apertou em volta dele trazendo uma sensação mortalmente quente. Tremi inteiro ao primeiro movimento que fiz e então comecei a foder seus peitos gostosos. Ela mordia o lábio inferior e me encarava com a cara mais pornográfica do mundo, o que me fazia enlouquecer. Ela abaixou a cabeça e esticou a língua provocando meu freio excitadíssimo enquanto eu continuava a estocar. Uma de suas mãos se dirigiu ao meu pau e ela me olhou safada. Então, ela apertou a glande com uma certa força e eu não me aguentei e deixei que todo o meu gozo jorrasse em seus peitos e pescoço.


- Você não faz noção do quanto eu adoro quando você goza em mim. Me dá vontade de te chupar até você me mandar parar. – eu caí ao seu lado e logo ela levantou. Me encarou com os olhos enormes e eu via meu líquido escorrer por seu corpo até ela pegar uma gota com o dedo e experimentar. – Não existe coisa melhor no mundo do que isso. – e então ela começou a chupar o dedo e foi em direção ao criado mudo e pegou o chantilly. Abriu-o e começou a contornar o redor de seus peitos, o mamilo, o pescoço e então desabotoou a calça branca deixando-a cair aos seus pés. Sua calcinha de renda branca logo estava fazendo companhia à calça e a única coisa que ela usava era a sandália de salto alto que ela usava naquela tarde no consultório. 


Ela passou o chantilly por todo o lugar do corpo onde meu gozo estava e logo começou a passar pela extensão lisa de sua vagina. Não resistindo àquela cena, peguei meu pau e comecei a movimentá-lo rapidamente com a mão em um ritmo de masturbação enlouquecedor. Ela espremeu um pouco do chantilly em seu dedo e chupou-o um pouco, mas depois começou a passa-lo por fora da boca deixando-a meio suja. Ela se aproximou de mim, completamente revestida de chantilly, e logo pediu para que eu me afastasse para ela poder deitar. Eu ainda me masturbava enquanto a observava deitar e pegar um morango, molhando no chantilly de seu pescoço e mordendo-o em seguida. O movimento de seus lábios era acompanhado por meus olhos sem que eu piscasse. Parei de me tocar já me sentindo duro e então me curvei sobre seu corpo; ela me observava ainda comendo o morango. Abri suas pernas e dei um beijo na entrada de sua vagina molhada e encharcada de chantilly.

- Pode me passar um morango, querida? – perguntei e ela estendeu o prato para mim ainda me encarando enquanto mastigava o morango.


Peguei o morango e molhei em cima do chantilly, só que em vez de comer, eu passei o chantilly por toda a extensão de sua vagina. Ela arqueava as costas ao sentir o gelado do chantilly tomar conta de seu ponto fraco e assim que todo o creme estava cobrindo seu sexo, eu enfiei uma parte do morango em sua entrada e puxei para cima fazendo com que o chantilly ficasse misturado com o gosto de sua excitação. Mordi o morango e ela passou a língua pelos lábios. Estendeu a mão e eu entreguei o morango para ela, que comeu o resto. Então não demorei muito e encostei meu rosto em sua vagina doce e comecei a sugar toda a extensão lisa e logo abri seus lábios com a língua e a penetrei sentindo seu gosto excepcional se misturar com o gosto do chantilly. Chupava-a enquanto ouvia seus gemidos reverberarem em meus ouvidos como uma música que eu repetiria o tempo inteiro.


- Me chupa, Zachary, vai... – ela respirava alto enquanto eu mexia minha língua com mais agilidade dentro dela. – Aw, seu filho da mãe... Você sabe me enlouquecer... Me enlouquece, eu quero perder toda a sanidade hoje, vai... Mostra o que você pode fazer com essa língua gostosa que você tem. Me engole! – ela gritava e eu a chupava com mais força e suas costas se arqueavam mais ainda ao sentir minha pressão. Penetrei-a com três dedos de uma vez enquanto eu espremia seu clitóris rosado com a língua. Ora mordiscava seu clitóris, ora chupava-o e pincelava com a língua. Quando senti ela tremer e apertar os músculos vaginais, eu parei e subi por cima dela beijando-a e logo segurei meu pau e a penetrei fortemente.


- Ah! – ela gemeu quando sentiu meu pau inteiro dentro dela. Comecei a me movimentar sobre ela enquanto, com suas pernas, ela me abraçava e me fazia ir cada vez mais fundo. – Ah, meu Deus... Me come, Efron... Me come mais rápido, porra!


- Você quer mais rápido? – falei com a voz falhando, mas acelerei o ritmo das estocadas sentindo que atingia fundo dentro dela. – Vai conseguir andar amanhã de manhã?


- Você que pensa que não. – ela dizia com dificuldade devido ao prazer entorpecente que nos tomava. Ela ia com o quadril de encontro ao meu me fazendo senti-la o mais profundo que me era possível.


- Eu não teria tanta certeza assim. – dei um tranco forte que fez ela gemer alto e arquear as costas. Então depois de mais algumas estocadas violentas e fundas, eu senti meu pau revestido pelo gozo quente e delirante dela. Ela prolongava um gemido satisfeito e eu estava pronto para me derramar dentro dela quando ela me proibiu.


- Não goza! – exclamou alto e eu me de dentro dela. Ela respirava com dificuldade, mas seu olhar ainda era safado e penetrante. – Ainda quero te chupar da maneira que você merece. Então eu fiquei em pé do lado da cama enquanto ela se ajoelhava sobre a mesma e passava as unhas pelo meu tronco sujo de chantilly. Ela chupou meu tronco, meus pelos abaixo do umbigo e chegou em meu pau, que estava enorme e grosso como nunca. As veias estavam saltadas e eu prendia o gozo o máximo que eu podia. Ela segurou meu pênis masturbando-o um pouco e fazendo-o aumentar ainda mais o comprimento e logo chupou fortemente a glande. – Aguenta um pouco mais, amor. – e então ela me abocanhou até onde conseguia.


Joguei a cabeça para trás sentindo todo o meu corpo enrijecer ao sentir as sugadas precisas delas na parte mais sensível, no meu ponto mais fraco. Ela movia a cabeça em direção ao meu pau com rapidez e então eu a segurei pelos cabelos, mas ela tirou minha mão, um aviso silencioso de que queria fazer o trabalho sozinha. Então cada vez que ela enrolava a língua pelo meu pau, massageava os testículos ou chupava-os, eu sentia que ia explodir. Antes do que eu pensava, eu já estava gozando em sua boca e ela recebia o maior jato de gozo possível em sua boca e o engolia com um prazer nítido ao extremo em sua face. Logo que me aliviei, caímos na cama sentindo o cansaço de uma noite de sexo longa e prazerosa.


- Eu seria capaz de mais uma rodada. – ela disse limpando a boca e sorrindo enquanto olhava para o alto. – Você não? – ela me encarou e eu arregalei os olhos.


- Tá brincando? Eu estou morto.


- Já está me negando fogo, Efron? - Nunca.


E logo ela estava em cima de mim e iniciávamos mais uma de nossas transas mais do que prazerosas.



E assim se seguiu durante muito tempo. Diferente de Melissa, eu nunca havia me cansado de Vanessa e muito menos havia broxado outra vez na minha vida. Eu era o homem mais feliz do mundo inteiro e nada iria mudar o que o destino havia preparado para mim. Sim, eu me casei uma vez por um erro, mas hoje eu me casei com a mulher certa, com a mulher que é mãe dos meus filhos, que é a minha companheira em todos os momentos da minha vida e nunca me abandonou ou me deu algum desgosto.


Se hoje eu sou feliz foi por conta do amor verdadeiro que eu senti ao conhecê-la. Se hoje eu sou feliz foi porque eu lutei com unhas e dentes para correr atrás da minha felicidade. Mesmo cometendo tantos erros, eu não desisti dos meus sonhos e hoje posso dizer: A minha vida é mais perfeita do que um dia eu sonhei. 


E eu sou mais feliz do que um dia pensei que iria ser.


THE END

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Hello my lovers!!!!! 
E aqui se encerra essa história viciante de POS!!!!
Espero que tenham gostado do início ao fim...
Sigam as fanfics da Jullya Silva,autora de POS... 
Cada fic dela é melhor que a outra!!! Vocês vão amar ♥
Minha próxima fanfic (escrita por minha,aleluiaaa,hahaha) será entitulada,
até então, de "Contar as estrelas"
Irei postá-la aqui mesmo,pois será uma mini fic....
Antes de ir quero agradecer à todas as minhas leitoras, 
principalmente as que sempre comentam os capítulos e 
as que estão sempre me apoiando 
e me infernizando pra postar,kkk (você mesma Kah ♥)
Então,até qualquer dia,amo vocês ♥♥♥

5 comentários:

  1. Nhaaaaa Rafaaaaaa, morri com esse epilogo nuuuu!!! Perfeito, mil vezes perfeitooo! ❤️

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  2. Ficou PERFEITO. esse epílogo. Nossa eu amei mesmoo. E posta logo a nova fic que já estou ansiosa. Bjoss

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  3. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH QUE FIC PERFEITA ❤️❤️❤️ RAFAAA... AMIGA EU AMEEEI ❤️❤️ ESSES CAPÍTULOS ❤️❤️ ESSE FINAL ❤️❤️ LINDO DEMAIS, TÔ TIPO...SABE AQUELA COISA ESTRANHA BOA QUE VOCÊ SENTE QUANDO LÊ UMA FIC MEGA MARAVILHOSA? ENTÃO TÔ SENTINDO ISSO ❤️❤️❤️ Amei essa fic por inteiro amiga ❤️❤️ sei que não fui muito presente nos comentários dela, e que sempre atrasava pra ler, mas eu li todos os capítulos e amei cada um deles ❤️❤️ vou tentar a qualquer custo ler e comentar com frequência os capítulos da próxima fic ( TÔ TÃO FELIZ E TÃO ANSIOSA PELA PRÓXIMA ❤️❤️). EU TE AMO E ADOREI ACOMPANHAR ESSA MARAVILHA ❤️❤️

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  4. OMG
    Que fic incrível.
    Eu amei todos os capítulos.
    Você arrasou mais uma vez, Rafa.
    Ansiosa por sua fic nova.
    Bjos

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  5. Antes de mais nada desculpe a demora em comentar... Só tenho uma coisa a dizer sobre essa fic: PERFEITA!! Eu amei a fic do começo ao fim, todos os capítulos estavam maravilhosos.
    Mega ansiosa pra próxima fic!!
    Beijos

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