30 de outubro de 2015

Surpresa Especial

-Não vale abrir os olhos, amor!
-Baby V o que você tá aprontando?
-Cala boca Zachary! Senão não vai ter mais surpresa!
-Calei!
Hoje  Zac está completando seus 25 anos de vida e eu como uma excelente namorada preparei para ele uma pequena surpresa. Posso dizer que teríamos uma noite bem gostosa e doce.

Zac estava vendado enquanto eu o guiava para o local da surpresa. Uma cabana que dava de frente para a praia, poucos quilômetros depois de New York. Quando chegamos ao lugar, segurei a mão de Zac e o levei para dentro. Na sala de jantar eu havia preparado tudo o que ele gostava. Com cuidado retirei a venda de seus olhos e sem dar tempo dele os abrir, colei meus lábios nos seus, iniciando um beijo apaixonada e repleto de malícia. Longos segundos após o beijo me afastei de Zac que ainda se mantinha de olhos fechados. Soltei uma leve gargalhada e depositei um beijo molhado em seu pescoço seguido de uma leve mordida no lóbulo de sua orelha.

-Huun, Nessa. Acho melhor você parar, tem alguém aqui que já está ficando animadinho demais.

Soltei uma gargalhada e olhei para sua calça que já apresentada um evidente volume. Dei um sorriso malicioso e puxei Zac pela nuca dando-lhe um beijo de tirar o fôlego. Me soltei dele e pedi para que sentasse. O jantar foi divino. Conversamos. Relembramos nossos últimos nove anos juntos e depois ficamos deitados no sofá, apenas trocando carícias. Demos um beijo com segundas, terceiras e até quintas intenções. Quando Zac começou a levantar meu vestido, segurei sua mão e me afastei. Ele me olhou sem entender e eu dei o sorriso mais safado que eu tinha e o chamei com o dedo, andando sensualmente para trás. Quando ele se aproximou de mim agarrei sua gravata e o puxei em direção a um dos quartos. Quando adentramos o lugar joguei-o contra a parede e o beijei com urgência. Suas mãos estavam em todos os lados do meu corpo. Meu vestido já fazia parte do chão. Sua camisa e suas calças, só Deus sabia onde foram parar. Desci meus beijos para seu pescoço enquanto ele lutava para abrir meu sutiã, pois ainda não havia notada que possuía um feixe frontal. Quando dei um chupão em seu pescoço, marcando ele, o ouvi gemer baixinho em meu ouvido e isso só me deixou mais excitada. Com certa rapidez o empurrei até a cama e sai de perto dele.


-Nananinanão!- fiz um sinal negativo com o dedo indicador quando vi ele ia se levantar. - Pode ficar quietinho aí senhor Efron! Agora vou me divertir um pouquinho!

Seus olhos escureceram de  desejo e um sorriso arrebatador surgiu em seus lábios. Zac se encostou à cabeceira da cama cruzando os braços atrás da cabeça, como se quisesse aproveitar o “show”. Liguei o pequeno som portátil que havia em cima do criado mudo e coloquei uma música para tocar. 

Comecei a me mexer no ritmo dela sensualmente, fazendo caras e bocas. Zac sorria pervertido e isso estava me deixando louca. Rebolava e mexia meu quadril de um lado para o outro e depois descia até o chão. Quando a música chegou à sua parte mais lenta, comecei a fazer um strip-tease  bem lento.

 Comecei tirando minha cinta liga e logo depois minhas meias 4/8. Virei-me de costas para ele e tirei meu sutiã meia taça e todo rendado, enquanto rebolava até o chão. Quando me virei joguei nele a peça e ele a pegou, cheirando logo depois, com a maior cara de safado. Subi em cima da cama e comecei a dançar em cima de Zac. Ele estava pirando e eu percebia de longe seu alto nível de excitação.  Com cuidado sentei sobre seu quadril e o vi cerrar os olhos quando pressionei minha intimidade, ainda coberta pela cacinha, contra seu membro.

-Ei gatinho, não feche os olhos! Olhe para mim, amor!-sussurrei sensualmente em seu ouvido e senti-o apertar minhas coxas, mordendo o lábio inferior.

Aproximei meu rosto do seu procurando por sua boca e iniciei um beijo cálido e urgente.  Ele tentou se virar para ficar por cima, mas eu só mordi seu lábio inferior, e ele entendeu o recado. Me levantei de cima dele e peguei uma tigela com morango  e outra com chocolate derretido. O olhei maliciosamente e ele me olhou surpreso. Voltei a me sentar sobre Zac me esfregando levemente nele.

-Sabe amor, de repente me deu uma vontade de comer morango com chocolate... – eu dizia sussurrando em seu ouvido roucamente- mas eu queria mesmo era comer isso diretamente de seu corpo.

Zac soltou um gemido e eu larguei as tigelas ao seu lado. Levantei meu quadril e tirei minha calcinha e logo depois a sua boxer. Passei meu dedo dentro da tigela de chocolate e depois na boca de Zac o espalhando. Quando sua boca estava toda lambuzada a colei na minha num beijo gostoso, o melhor de todos. Espalhei mais chocolate por sua barriga, perigosamente perto de sua virilha e lambendo tudo, aproveitando para dar mordidas. Quando cheguei a seu membro, Zac me olhou safado e eu devolvi o olhar. Joguei chocolate por toda sua extensão e comecei a lamber. Zac já gemia constantemente e pedia por mais. Quando notei que ele estava quase lá, dei um beijinho em sem membro e subi os beijos.  Peguei um morango, passei-o no chocolate e coloquei metade em sua boca, a outra metade eu peguei com a minha e mais uma vez nos deliciamos com um beijo.

Em questão de segundos Zac se virou sobre mim e prendeu meus braços ao lado de minha cabeça, me deixando imóvel, e começou a distribuir beijos aleatórios em meu pescoço.


-Sabe que eu também fiquei com vontade de comer chocolate, princesa!

Ele mordeu meu pescoço e pegou a tigela de chocolate. Assim como eu fiz, Zac passou chocolate na minha boca e depois me beijou arduamente, mas o beijo foi rápido. Zac derramou chocolate sobre meus seios e minha barriga e foi lambendo ele todinho. Ele fez questão de demorar em meus seios, os beijando e os chupando, me deixando ainda mais acesa e sedenta por ele. Seus lábios desceram por minha barriga limpando o caminho de chocolate e quando chegou em minha intimidade senti o doce morno escorrer por ela. Soltei um gemido ao sentir Zac passar a língua por toda minha genitália. Ele lambia e sugava meu ponto nervoso, me deixando mais louca ainda. Quando chegou ao máximo do prazer, Zac subiu os beijos e colou nossas bocas num beijo cálido.


Suas mãos bobas foram até minhas coxas, abrindo mais minhas pernas, e logo senti seu membro me penetrar por completo. Seus movimentos eram rápidos e certeiros. Já estamos suados e os gemidos eram agudos e constantes. Minutos depois o momento mágico. Paixão. Êxtase. Amor. 

Ficamos deitados abraçados enquanto recuperávamos a energia. Zac fazendo carinho no meu couro cabeludo, me deixando sonolenta, e eu desenhando desenhos imaginários em seu peitoral. Levantei minha cabeça e deixei meu queixo encostado em seu peito e o olhei.

-O que foi Nessa?

-Tenho um presente para você!

-Mais um? Pensei que essa surpresa era meu presente!

-Também, mas tenho outro.

Levantei-me mesmo estando nua e peguei um embrulho dentro do armário que havia no quarto. Zac estava sentado encostado na cabeceira e eu me sentei em seu colo entregando-lhe o presente.

-Espero que goste!

Dentro da caixa havia um DVD sobre nossa história. Eu mesma que o fiz. Havia nele fotos, vídeos e mensagens minhas, de nossas famílias e amigos. Juntamente havia seu perfume favorito e alguns bombons.

-Obrigado amor! Eu amei.

-Gostou mesmo?

-Tudo que vem de você eu amo!

Zac me puxou para perto e me beijou apaixonadamente.

-Vamos ver o DVD?

-Claro...

Peguei o DVD e coloquei no aparelho e começamos a ver.

-Obrigada por essa noite,Baby V. Eu amei tudo e amo você!

-Também amo você boo. Feliz aniversário!

+++

Hei lindas!!!!
 Essa não é a fanfic que eu havia prometi a vocês,kkkkk
Vocês perceberam né?!
Então... Contar as Estrelas ainda está em andamento, 
mas ela ainda vai sair,não se preocupem ;-)
Mas espero que curtam essa aqui...E comentem bastante
Estava morrendo de saudades de vocês ♥♥♥
Abaixo segue o link da fanfic da Laura, da Anne,
da Zanessa Love Brasil e da Alice
Duas delas estão no começo,mas tenho certeza que irão amar todas *-*
Até mais,meninas,xoxo




18 de outubro de 2015

Feliz Aniversário,Zac ♥♥♥


Parabéns,meu amor! Hoje você completa 28 aninhos de pura gostosura, beleza, humildade e muito talento. Te desejo todo sucesso do mundo,muita paz,saúde,felicidade,muitoooo amooor (com a Vanessa,se possível, kkkkk) e muitos e muitos anos de vida! Continue sendo esse cara maravilhoso que você é!
"Posso não ser sua melhor fã, mas tenho o melhor ídolo do mundo." 

Amo você,boo ♥♥♥

8 de outubro de 2015

Psychology Of Sex 3 (Epílogo)

Eu andava para lá e para cá e as muitas pessoas ali presentes me encaravam. Eu não estava me importando com ninguém me encarando ou percebendo o meu estado de nervosismo. Eu apenas estava preocupado com uma coisa: Será que Vanessa viria?

Eu estava parado em frente àquela igreja sentindo aquele terno branco me sufocar. Eu folgava a gravata de segundos em segundos e o suor teimava em descer pelo meu rosto, por mais que eu o enxugasse com o pano de tecido muito branco que eu guardava no bolso da calça.


- No casamento com certa pessoa você não suava tanto. – disse Alex, parando do meu lado e fazendo poses para os fotógrafos que não paravam de tirar fotos de tudo ao redor.


- Talvez seja porque certa pessoa não significava nada para mim. – falei olhando para todos os lados. – Será possível que ela não vai vir?


- Calma, chapa. Sua noiva deve estar chegando. Você tem que parar de ser ansioso, Zachary. – disse Alex me encarando. – Se você ficar com essa negatividade, é capaz do vestido dela rasgar na última hora ou ela encontrar aquele tal de Josh e fugir...


- DÁ PRA PARAR? – gritei e Alex ergueu os braços em rendição. – Você não está vendo que eu estou nervoso pra caralho aqui?!


- Ok, ok. – disse saindo e logo Chace chegou semicerrando os olhos para Alex que ia atrás de Annie, que batia o pé furiosa esperando-o.


- O que aquele pé no saco estava falando?


- Nada de interessante ou animador. – enxuguei o rosto com o pano novamente e logo ouvi a voz de Stacy:


- ELA ESTÁ CHEGANDO, ELA ESTÁ CHEGANDO! ANDA ZACHARY, ARRUME A SUA POSIÇÃO!


E então eu senti meu estômago despencar. Eu vi o carro enorme em que Vanessa iria chegar na igreja, mas ele parou longe o bastante para que eu não conseguisse ver nada que estivesse dentro. E então todos que estavam fora da igreja se colocaram para dentro, menos o pastor que iria celebrar o casamento, os padrinhos e eu. Logo, todos lá dentro se levantaram e uma música suave começou a tocar e então o pastor entrou carregando uma Bíblia em suas mãos. Os passos dele eram dados com graciosidade, assim como havíamos ensaiado há tantos meses. Assim que ele tomou sua posição no altar, os padrinhos começaram a entrar. Primeiro entraram Chris e Stacy que tinham os braços dados. Chris vestia um terno cinza prateado enquanto Stacy vestia um vestido realmente prata e logo eles pararam do lado em que eu ficaria em frente ao altar. Logo entraram Alex e Annie e finalmente, ambos tiraram a cara de birra diária para sorrirem para os convidados. Annie usava o mesmo vestido de Stacy e Alex o mesmo terno de Chris. Eles pararam do lado onde Vanessa ficaria. Logo entraram Claire e Chace, que vestiam a mesma roupa que os demais padrinhos e pararam do lado em que eu estaria. Entraram mais três casais de padrinhos, conhecidos meus e de Vanessa e logo era a minha vez.


Eu havia travado no lugar, mas assim que todos os rostos se viraram em minha direção eu senti alguém segurar em meu braço.


- Você está perfeito. Vai ser o casamento mais lindo da história. Pronto?


A voz e o braço direito da minha mãe era tudo o que eu precisava naquele momento. Sorri agradecido, fitando seus olhos e logo andamos em direção à porta da igreja. A cada passo que eu dava, eu sentia olhares felizes sobre mim e só a lembrança de que Vanessa estaria ali comigo dentro de poucos minutos me alegrava o bastante. Não conseguia parar de sorrir até que chegasse ao altar, recebendo um beijo demorado de minha mãe e votos de felicidade sussurrados tão ternamente em meu ouvido. Parei diante do pastor cumprimentando-o com o olhar e logo a marcha nupcial começou a tocar. Todos viraram excitados para a porta à espera da noiva, mas não mais excitados que eu. Então de longe eu vi uma mulher esbelta, de corpo pecaminosamente incrível, com curvas extremamente bem distribuídas e perfeitas usando um vestido branco cuja parte de cima era completamente justa ao corpo realçando o volume de seus seios e deixando-a mais bonita que o normal. O vestido era rodado com vários swarovski espalhados por sua extensão. O sapato que ela usava era branco e brilhante como um diamante. Em seus braços alguns acessórios de prata reluziam e em seu pescoço havia um enorme colar de brilhantes cujo pingente sumia entre a fenda funda de seus peitos apertados pelo vestido. Seu rosto estava com a expressão mais feliz que eu já havia visto, seus olhos pintados por uma maquiagem mista de preto e prata, seus lábios vermelhos e seus dentes alinhados e extremamente brancos expostos, as bochechas num rosa claro a deixavam com uma aparência de criança. Os cabelos castanhos estavam presos em um coque por um acessório prata de flores de brilhos e ela usava uma tiara de brilhantes, com brincos prata em forma de um círculo. Eu não conseguia parar de sorrir ao contemplar a beleza de minha noiva. Eu não conseguia deixar de olhá-la nem por um segundo. Assim que ela chegou defronte à mim, o pai de Vanessa, que era um homem alto de cabelos grisalhos e aparência séria, sorriu para mim e me entregou a mão de Vanessa assim que eles pararam de caminhar.


- Espero que você cuide muito bem dela. – ele falou com a voz grossa e se achegou mais para falar em meu ouvido. – Senão... – ouvi Vanessa murmurar um “pai” com a voz nervosa e então o homem sorriu para mim. – Apenas faça-a feliz. – e logo parou do lado dos padrinhos de Vanessa. Ela sorriu para mim e eu tomei sua mão macia e cheirosa beijando-a.


O pastor começou a cerimônia com as palavras carregadas de emoção e felicidade. E ali eu me pus a lembrar de meu casamento com Melissa. Eu não havia sentido nada igual quando me casei com ela. Tudo foi tão passageiro que eu nem mesmo me lembro. Mas o casamento com Vanessa estava sendo o evento mais importante da minha vida, era uma coisa que eu não iria esquecer nunca nessa vida. 


Todo o momento que eu a olhava enquanto escutava as palavras do pastor e ela devolvia o olhar, eu sentia como se eu fosse ser arrebatado de felicidade. Eu me sentia o homem mais sortudo do mundo por ter uma mulher tão perfeita ao meu lado. Eu não conseguia parar de olhá-la... Ela estava tão linda, tão maravilhosa que eu nem imaginava que fosse possível haver uma mulher tão linda como ela neste mundo.

- Zachary Efron, você aceita Vanessa Hudgens como sua legítima esposa, prometendo amá-la, respeitá-la sendo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, perante Deus, em todos os dias da sua vida? – perguntou o pastor e eu segurei as duas mãos de Vanessa entre as minhas.


- Aceito. Mil vezes aceito. – disse e uma lágrima desceu pelos olhos dela.


- Vanessa Hudgens, você aceita Zachary Efron como seu legítimo esposo, prometendo amá-lo, respeitá-lo sendo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, perante Deus, em todos os dias da sua vida? – ela me olhou com um olhar que eu nunca conhecia. Esse olhar me aqueceu por dentro.


- Aceito. Milhões de vezes... Eu aceito.


- E que assim seja – disse o pastor, erguendo as mãos sobre nossas cabeças. – Que o Senhor os abençoe com toda a sorte de bênçãos, pois o que Deus uniu o homem jamais há de separar. Por favor, as alianças.




Então nós olhamos para a porta e de lá vinham dois pequenos pedaços de gente. Nick estava com o terno igual ao meu e segurava uma almofadinha branca com uma mão e Clarinha, que usava um vestido branco como o da mãe, segurava com a outra mão o outro lado da almofada em que estavam as alianças de ouro. Vanessa sorriu ao vê-los trazendo as alianças e eu não me cabia em mim de tanta felicidade. Os gêmeos estavam com um ano e dois meses e eram bastante inteligentes para a minha sogra os ensinarem a levar as alianças para nós. Assim que eu peguei a almofada e dei um beijo em cada uma das crianças e logo Clarinha saiu correndo em direção à Stacy que estava esperando-a. Nick, ao contrário, começou a chorar pulando na frente de Vanessa gritando “Mamãe, mamãe” sem parar, claramente querendo colo. Todos começaram a rir quando Alex o pegou e fechou a cara para meu amigo cruzando os bracinhos. Logo, peguei uma das alianças e segurei a mão esquerda de Vanessa, colocando a aliança lentamente em seu dedo anelar.


- Eu, Zachary Efron, te recebo, Vanessa Hudgens, como minha amada esposa prometendo fidelidade, respeito, amor, perante Deus, em todos os momentos de nossa vida. – e então ela pegou a aliança e fez o mesmo procedimento em mim.


- Eu, Vanessa Hudgens, te recebo, Zachary Efron, como meu amado esposo prometendo fidelidade, respeito, amor, perante Deus, em todos os momentos de nossa vida. – o pastor nos deu o aval para nos beijarmos e então eu a beijei pela primeira vez depois de estarmos legalmente casados. Nossas línguas já extremamente conhecidas, experimentavam um novo gosto de felicidade. Um gosto que não se igualava à nada no mundo. 




Os convidados aplaudiam incansavelmente e quando terminamos o beijo e tocamos nossas testas uma com a outra, Nick não tardou a puxar o vestido da mãe exigindo atenção. Ao sairmos da igreja o sol já se punha no horizonte e logo fomos em direção à festa que nos aguardava na casa dos meus pais. 

Depois de muito comemorar, de muito beber, receber presentes, votos de felicidade e ouvir os gêmeos reclamarem de sono, decidimos que iríamos para a nossa noite de núpcias.


- Vocês me prometem que vão cuidar deles? – Vanessa perguntava aos caras e às meninas com preocupação. – Eles estão começando a brigar... JNick sempre pega o que Clara tem na mão.


- Isso é verdade. E por mais que eu brigue com ele, ele não para com isso. – falei olhando-os


- Se acalmem, pombinhos. Vão curtir a noite de vocês sem se preocuparem. Eles não vão brigar. – disse Stacy segurando Clara enquanto Chris segurava Nick. Nos despedimos deles e antes que entrássemos no carro, meu braço foi puxado.


- Pensaram que iam sair sem falar comigo?


E então eu arqueei as sobrancelhas quase até o topo da testa. E não é que Josh, o cara do ménage, estava em nossa frente?


- Joh? O que você está fazendo aqui? Quero dizer... Você veio ao casamento? – perguntou Vanessa boquiaberta.


- Mas é claro. Vocês acham que eu ia perder isso? – ele disse sorrindo. – Claro que não né! Eu sabia que de uma maneira ou outra vocês iam acabar casando... Mas vejo que além de casarem, já programaram duas crianças, hein? Vocês têm filhos lindos. – agradecemos e ele sorriu. – Espero que sejam muito felizes. E nada de ressentimentos entre nós... Passado é passado. – ele disse piscando em minha direção e eu apertei sua mão num selo de extrema paz. 


- Desde que você não se convide para ir em nossa noite de núpcias, tudo certo... – falei e ele negou.


- Eu me convidaria se eu fosse tão compatível como vocês são. Bom, tenham bons cinquenta anos juntos. – e então com mais alguns votos de felicidade, ele se despediu de nós e logo entramos no carro ao som de aplausos dos convidados.

Eu segurava Vanessa enquanto abríamos a porta de nossa nova casa. Era uma casa em um condomínio fechado e um pouco distante do centro da cidade. O auge da minha banda na mídia estava fora do comum e quanto mais longe dos tabloides, melhor. O quarto estava preparado somente para aquela noite. Vanessa sorria alto enquanto eu distribuía vários beijos pela extensão de seu pescoço e toda a hora mandava eu prestar atenção na escada, mas eu não ligava com isso. Assim que chegamos ao quarto, abri a porta e a joguei em cima da cama cheia de pétalas de rosa vermelha e ela sorriu.


- Isso é mais que um sonho. – ela exclamou alto e puxou minha gravata me fazendo cair por cima dela. – Estou ansiosa para ficar com você. Sentir o gosto do casamento bem aqui... Na ponta da língua. – ela disse passando a língua pelos lábios. Afundei meus lábios em seu pescoço chupando-o e mordiscando quando ela me empurrou levemente.


- Será que os gêmeos vão ficar bem? – encarei-a exasperado e confuso. Como ela tem coragem de interromper um clima daqueles? – É que eles são bebês ainda...


- Eles vão ficar bem, Nessa. Será que dá pra gente voltar de onde você me fez parar?


- Ainda não. – ela disse me tirando de cima dela e ficando em pé enquanto eu me deitava olhando-a mais confuso. – Preciso fazer uma coisa antes... Por que você não traz algumas coisas da geladeira para cá? Tipo... Aquele chantilly de chocolate e os morangos... – ela disse safada e entrou no banheiro da suíte. E antes que eu pudesse ao menos contestar, me vi descendo as escadas depressa e pegando o chantilly que estava guardado na geladeira junto com um prato de morangos. Subi rapidamente e quando cheguei, as luzes do quarto estavam mais amenas e o vestido de noiva dela estava pendurado em um cabide. Hey! Eu que queria tirar aquele vestido.


- Vanessa! Quem mandou você tirar o vestido? – perguntei enquanto colocava o chantilly e os morangos no criado mudo. – Eu que queria tir... – quando eu me virei eu entrei em choque.


Um flashback do dia em que eu entrei no consultório do Dr. Robert Crowley e enc
ontrei Vanessa passou em minha mente. Era como se eu tivesse voltado no tempo e a visse pela primeira vez. Vanessa estava parada à minha frente com a mesma roupa em que usava naquele dia. A calça branca justa que realçava suas coxas volumosas, a regata preta que expandia seus peitos mais enormes do que antes e o jaleco branco justo ao corpo que realçava todas as suas curvas preciosas. O óculos de aros quadrados estava em seu rosto, o piercing no nariz brilhava à medida que a luz a iluminava e seus cabelos estavam presos no mesmo coque que o penteado do casamento, porém a franja caía em seus olhos igual quando a vi pela primeira vez.


- Fiquei sabendo que você está com alguns problemas... – ela disse vindo em minha direção e eu não ousava mexer um músculo que fosse. – Eu sou somente uma psicóloga... Não posso fazer muita coisa... – ela colocou a mão em meu peito e andou ao meu redor arranhando o tecido de meu terno com as unhas à medida que me circulava. – Será que uma simples médica com três anos de experiência como eu poderá cuidar de você? – ela parou atrás de mim e suas mãos tocaram minha gravata desatando-a rapidamente e jogando-a em algum lugar do quarto. – Você está com pressa, querido paciente? – agora ela tirava o terno, passando-o por meus braços e eu mordia o lábio inferior. – Faz muito tempo que você não transa com uma mulher? Faz muito tempo que você quer trepar de verdade com uma mulher de verdade? – sentia meu pau endurecer à medida que ela sussurrava todas as aquelas coisas em meu ouvido. – Quer conhecer a mulher dos seus sonhos? Está preparado para dominar a mulher que vai te levar ao delírio?

E antes que eu pudesse fazer alguma coisa, com uma força surpreendente, ela rasgou a blusa social branca que eu usava e todos os botões escapuliram com violência. Ela arranhou meu peitoral com força e eu não aguentei. A joguei violentamente na cama e sem me importar, joguei meu peso por cima dela puxando seus lábios com brutalidade e em seguida beijando-a. Minha língua explorava todos os cantos da boca dela, desde a própria língua até os dentes extremamente bem alinhados. Chupei sua língua com vontade imaginando a hora em que ia cair de boca em sua vagina doce e molhada. Ela arranhava minhas costas com força e eu sentia minha pele arder quando as unhas dela aplicavam uma força extrema. Eu descontava o tesão que eu sentia pelas marcas que ela deixava em mim no beijo que ainda não havia terminado. Mordiscava seus lábios e ela beliscou com os dentes minha língua que começava a ficar dormente pelo movimento contínuo. Parti o beijo sentindo a falta do oxigênio e então olhei seu corpo, exatamente no primeiro dia em que a vi, naquela consulta milagrosa que me trouxe de volta à ativa. Desabotoei seu jaleco contemplando o corpo dela exposto pela regata preta que era justíssima. Ela se ergueu me olhando com aquele olhar safado que só ela tinha e sugou meu lábio inferior com avidez enquanto eu retirava o jaleco completamente.


- Você é muito gostosa. – falei enquanto via seus peitos por dentro do decote da regata. – Gostosa, deliciosa... Não vejo a hora de te comer todinha, de te mostrar o que um paciente é capaz de fazer quando está totalmente curado.


- Então me mostra... – disse ela em desafio enquanto alisava minha barriga. – Se você é homem o bastante para me mostrar, não sei porque ainda está parado.




Então ela atingiu o auge da minha loucura. Puxei seu cabelo com força forçando-a a deitar no travesseiro enquanto eu erguia levemente a regata para cima, beijando cada extensão de pele exposta. Vanessa havia frequentado academia constantemente depois que fora liberada pela Dra. Macklain e seu corpo ficou ainda mais gostoso e malhado. Sua barriga estava mais seca que antes, nem parecia que ela tinha dado à luz a gêmeos somente há um ano. Sua cintura afinara tão depressa que até mesmo um violão tinha menos curvas que ela. Em compensação suas coxas estavam ainda maiores e mais volumosas. Sua bunda arrebitada estava mais dura e tudo nela me deixava mais louco do que antes.


Mordiscava sua pele e ela gemia baixo contorcendo a cabeça no travesseiro. Passava minha língua por toda a extensão de sua barriga e então a blusa parou abaixo de seus peitos. Eu nem precisava dizer dos peitos, certo? Além de amamentar os gêmeos, a academia fez muito bem à saúde frontal da minha esposa. Os peitos dela estavam bem maiores do que antes e eu estava louco para tocá-los novamente. Eu não podia brincar muito com eles por conta da amamentação dos bebês, mas hoje seria uma exceção. Eles teriam que dividir com o pai deles.


Vanessa levantou-se pronta para desatar o sutiã, mas eu a impedi. Hoje quem iria fazer tudo era eu. Encostei meu rosto ao dela passando meu nariz pelo dela e então desatei o sutiã. Passei sua regata por sua cabeça e a atirei em qualquer lugar e logo o sutiã teve o mesmo destino. Mirei seus peitos com os olhos brilhantes de desejo e logo os agarrei com as duas mãos apertando-os e ela sorriu.


- Seus filhos não vão gostar nada de saber que o pai deles está abusando...




- Eu me entendo com eles mais tarde.


E então caí de boca naquela maravilha rosada. Ela jogou a cabeça para trás sorrindo e gemendo enquanto eu chupava seu mamilo com força e mordiscava. Um gosto doce de leite invadia meu paladar, mas isso só me deixava mais excitado. Troquei o peito e passei a sugar com a mesma intensidade enquanto ela puxava meus cabelos descontando o prazer que sentia. Juntei seus peitos e formei a fenda que eu tanto adorava e então comecei a desabotoar meu cinto e em seguida a calça e jogá-la para longe. A boxer preta que eu usava não dava conta do volume extremo que estava o meu pau. Eu tinha que descontar um pouco dessa excitação em Vanessa. Puxei meu cacete da boxer e ela o pegou masturbando-o devagar. Ela alisava toda a extensão do meu pau desde a base até a cabeça, e quanto chegava na glande ela apertava um pouco, o que provocava espasmos de tremor em meu corpo inteiro. Então ela lambeu a glande levemente e passando a pontinha da língua em meu freio que estava quase dilatando. Meu coração se acelerava e logo ela começou a chupar a glande aplicando uma pressão nas sucções que me deixava louco. Então ela cuspiu nele e abriu seus peitos pronta para receber meu pênis que a cada minuto ficava maior e mais grosso. Encostei meu pau em seus peitos e ela os apertou em volta dele trazendo uma sensação mortalmente quente. Tremi inteiro ao primeiro movimento que fiz e então comecei a foder seus peitos gostosos. Ela mordia o lábio inferior e me encarava com a cara mais pornográfica do mundo, o que me fazia enlouquecer. Ela abaixou a cabeça e esticou a língua provocando meu freio excitadíssimo enquanto eu continuava a estocar. Uma de suas mãos se dirigiu ao meu pau e ela me olhou safada. Então, ela apertou a glande com uma certa força e eu não me aguentei e deixei que todo o meu gozo jorrasse em seus peitos e pescoço.


- Você não faz noção do quanto eu adoro quando você goza em mim. Me dá vontade de te chupar até você me mandar parar. – eu caí ao seu lado e logo ela levantou. Me encarou com os olhos enormes e eu via meu líquido escorrer por seu corpo até ela pegar uma gota com o dedo e experimentar. – Não existe coisa melhor no mundo do que isso. – e então ela começou a chupar o dedo e foi em direção ao criado mudo e pegou o chantilly. Abriu-o e começou a contornar o redor de seus peitos, o mamilo, o pescoço e então desabotoou a calça branca deixando-a cair aos seus pés. Sua calcinha de renda branca logo estava fazendo companhia à calça e a única coisa que ela usava era a sandália de salto alto que ela usava naquela tarde no consultório. 


Ela passou o chantilly por todo o lugar do corpo onde meu gozo estava e logo começou a passar pela extensão lisa de sua vagina. Não resistindo àquela cena, peguei meu pau e comecei a movimentá-lo rapidamente com a mão em um ritmo de masturbação enlouquecedor. Ela espremeu um pouco do chantilly em seu dedo e chupou-o um pouco, mas depois começou a passa-lo por fora da boca deixando-a meio suja. Ela se aproximou de mim, completamente revestida de chantilly, e logo pediu para que eu me afastasse para ela poder deitar. Eu ainda me masturbava enquanto a observava deitar e pegar um morango, molhando no chantilly de seu pescoço e mordendo-o em seguida. O movimento de seus lábios era acompanhado por meus olhos sem que eu piscasse. Parei de me tocar já me sentindo duro e então me curvei sobre seu corpo; ela me observava ainda comendo o morango. Abri suas pernas e dei um beijo na entrada de sua vagina molhada e encharcada de chantilly.

- Pode me passar um morango, querida? – perguntei e ela estendeu o prato para mim ainda me encarando enquanto mastigava o morango.


Peguei o morango e molhei em cima do chantilly, só que em vez de comer, eu passei o chantilly por toda a extensão de sua vagina. Ela arqueava as costas ao sentir o gelado do chantilly tomar conta de seu ponto fraco e assim que todo o creme estava cobrindo seu sexo, eu enfiei uma parte do morango em sua entrada e puxei para cima fazendo com que o chantilly ficasse misturado com o gosto de sua excitação. Mordi o morango e ela passou a língua pelos lábios. Estendeu a mão e eu entreguei o morango para ela, que comeu o resto. Então não demorei muito e encostei meu rosto em sua vagina doce e comecei a sugar toda a extensão lisa e logo abri seus lábios com a língua e a penetrei sentindo seu gosto excepcional se misturar com o gosto do chantilly. Chupava-a enquanto ouvia seus gemidos reverberarem em meus ouvidos como uma música que eu repetiria o tempo inteiro.


- Me chupa, Zachary, vai... – ela respirava alto enquanto eu mexia minha língua com mais agilidade dentro dela. – Aw, seu filho da mãe... Você sabe me enlouquecer... Me enlouquece, eu quero perder toda a sanidade hoje, vai... Mostra o que você pode fazer com essa língua gostosa que você tem. Me engole! – ela gritava e eu a chupava com mais força e suas costas se arqueavam mais ainda ao sentir minha pressão. Penetrei-a com três dedos de uma vez enquanto eu espremia seu clitóris rosado com a língua. Ora mordiscava seu clitóris, ora chupava-o e pincelava com a língua. Quando senti ela tremer e apertar os músculos vaginais, eu parei e subi por cima dela beijando-a e logo segurei meu pau e a penetrei fortemente.


- Ah! – ela gemeu quando sentiu meu pau inteiro dentro dela. Comecei a me movimentar sobre ela enquanto, com suas pernas, ela me abraçava e me fazia ir cada vez mais fundo. – Ah, meu Deus... Me come, Efron... Me come mais rápido, porra!


- Você quer mais rápido? – falei com a voz falhando, mas acelerei o ritmo das estocadas sentindo que atingia fundo dentro dela. – Vai conseguir andar amanhã de manhã?


- Você que pensa que não. – ela dizia com dificuldade devido ao prazer entorpecente que nos tomava. Ela ia com o quadril de encontro ao meu me fazendo senti-la o mais profundo que me era possível.


- Eu não teria tanta certeza assim. – dei um tranco forte que fez ela gemer alto e arquear as costas. Então depois de mais algumas estocadas violentas e fundas, eu senti meu pau revestido pelo gozo quente e delirante dela. Ela prolongava um gemido satisfeito e eu estava pronto para me derramar dentro dela quando ela me proibiu.


- Não goza! – exclamou alto e eu me de dentro dela. Ela respirava com dificuldade, mas seu olhar ainda era safado e penetrante. – Ainda quero te chupar da maneira que você merece. Então eu fiquei em pé do lado da cama enquanto ela se ajoelhava sobre a mesma e passava as unhas pelo meu tronco sujo de chantilly. Ela chupou meu tronco, meus pelos abaixo do umbigo e chegou em meu pau, que estava enorme e grosso como nunca. As veias estavam saltadas e eu prendia o gozo o máximo que eu podia. Ela segurou meu pênis masturbando-o um pouco e fazendo-o aumentar ainda mais o comprimento e logo chupou fortemente a glande. – Aguenta um pouco mais, amor. – e então ela me abocanhou até onde conseguia.


Joguei a cabeça para trás sentindo todo o meu corpo enrijecer ao sentir as sugadas precisas delas na parte mais sensível, no meu ponto mais fraco. Ela movia a cabeça em direção ao meu pau com rapidez e então eu a segurei pelos cabelos, mas ela tirou minha mão, um aviso silencioso de que queria fazer o trabalho sozinha. Então cada vez que ela enrolava a língua pelo meu pau, massageava os testículos ou chupava-os, eu sentia que ia explodir. Antes do que eu pensava, eu já estava gozando em sua boca e ela recebia o maior jato de gozo possível em sua boca e o engolia com um prazer nítido ao extremo em sua face. Logo que me aliviei, caímos na cama sentindo o cansaço de uma noite de sexo longa e prazerosa.


- Eu seria capaz de mais uma rodada. – ela disse limpando a boca e sorrindo enquanto olhava para o alto. – Você não? – ela me encarou e eu arregalei os olhos.


- Tá brincando? Eu estou morto.


- Já está me negando fogo, Efron? - Nunca.


E logo ela estava em cima de mim e iniciávamos mais uma de nossas transas mais do que prazerosas.



E assim se seguiu durante muito tempo. Diferente de Melissa, eu nunca havia me cansado de Vanessa e muito menos havia broxado outra vez na minha vida. Eu era o homem mais feliz do mundo inteiro e nada iria mudar o que o destino havia preparado para mim. Sim, eu me casei uma vez por um erro, mas hoje eu me casei com a mulher certa, com a mulher que é mãe dos meus filhos, que é a minha companheira em todos os momentos da minha vida e nunca me abandonou ou me deu algum desgosto.


Se hoje eu sou feliz foi por conta do amor verdadeiro que eu senti ao conhecê-la. Se hoje eu sou feliz foi porque eu lutei com unhas e dentes para correr atrás da minha felicidade. Mesmo cometendo tantos erros, eu não desisti dos meus sonhos e hoje posso dizer: A minha vida é mais perfeita do que um dia eu sonhei. 


E eu sou mais feliz do que um dia pensei que iria ser.


THE END

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Hello my lovers!!!!! 
E aqui se encerra essa história viciante de POS!!!!
Espero que tenham gostado do início ao fim...
Sigam as fanfics da Jullya Silva,autora de POS... 
Cada fic dela é melhor que a outra!!! Vocês vão amar ♥
Minha próxima fanfic (escrita por minha,aleluiaaa,hahaha) será entitulada,
até então, de "Contar as estrelas"
Irei postá-la aqui mesmo,pois será uma mini fic....
Antes de ir quero agradecer à todas as minhas leitoras, 
principalmente as que sempre comentam os capítulos e 
as que estão sempre me apoiando 
e me infernizando pra postar,kkk (você mesma Kah ♥)
Então,até qualquer dia,amo vocês ♥♥♥

1 de outubro de 2015

Psychology Of Sex 3 (Capítulo 10)

O quarto onde Vanessa dormia estava com as luzes acesas, mas não tão fortes. A noite lá fora estava amena e o ar fresco invadia o quarto deixando tudo ainda mais natural. Depois de ter terminado a cirurgia, Vanessa foi transferida para o quarto onde dormia desde quando havia chego. Apenas uma pessoa poderia ficar dentro do quarto com ela e todos que ficaram lá fora achavam melhor que eu estivesse presente quando ela acordasse. Depois que os bebês foram levados para o berçário logo após os exames de praxe, fomos todos olhá-los pelo vidro que separava o berçário do corredor. Eles estavam vestidos com a roupa que eu queria e eu fiquei extremamente feliz. O menino estava acordado e não parava de se mexer enquanto a menina estava dormindo quieta.

- Já escolheram os nomes? – perguntou Claire baixinho enquanto sorria apreciando os bebês.

- Vanessa disse que ia me dizer ainda hoje. – falei observando o menino ficar mais quieto e pesar os olhos de sono. Sorri feliz e logo a Dra. Macklain me chamou para fazer companhia à Vanessa no quarto. Todos estavam ansiosos para vê-la, mas me deixaram ficar com ela até que acordasse.
Eu estava no quarto há quase cinco horas quando Vanessa mexeu pela primeira vez. Olhei para a cama e a vi levar a mão ao rosto esfregando os olhos. Levantei-me e parei ao lado dela observando-a acordar. Ela sorriu ao me ver.

- Cadê eles, amor? – perguntou enquanto brincava com meus dedos da mão.

- Ainda não os trouxeram, mas acho que vão trazê-los logo mais. – ela assentiu sorrindo de leve. – Nessa? Qual o nome deles?

- Eu pensei no da menina... O do menino você pode escolher. – ela sorriu sonhadora. – Quero que a menina se chame Clara Hudgens Efron.

- É um lindo nome Nessa, mas eu não faço a mínima ideia de qual nome colocar no menino. – falei coçando a cabeça em dúvida.

- Eu pensei em Nicholas ou Phelipe... Acho os dois nomes muito bonitos... O que acha?

- Nicholas. Não gosto muito de Phelipe. Tinha um garoto na minha sala na oitava série que se chamava Phelipe. Ele era insuportável e todas as vezes que eu ia para a diretoria era por culpa dele. –Vanessa riu alto. – É verdade, pode perguntar pro Alex.

- Só você mesmo. – ela sorriu. – Pode me ajudar? Eu queria sentar.

- Eu não sei mexer nessa maca. – olhei em dúvida os botões que tinham na cama. – Qual eu aperto? Tem dois botões brancos aqui.

- Aperta o da esquerda, Zac.

Assim que pressionei o botão, a cama de repente virou um encosto e Vanessa se sentou. Ela agradeceu me dando um selinho e antes que eu pudesse aprofundar o beijo (que era tudo o que eu mais queria), duas enfermeiras chegaram trazendo um embrulho pequeno rosa e outro azul.

- Oh, a mamãe já acordou! – disse uma das enfermeiras. – Boa noite, papai.

- Boa noite. – eu e Vanessa falamos juntos com o mesmo sorriso enorme. Logo, a enfermeira colocou Clarinha no colo de Vanessa que a segurou levando a cabeça da bebê até seu rosto e passando suavemente o nariz pela testa frágil dela. Ela dormia, mas ao sentir o toque da mãe deu um pequeno sorriso. – Ela sorriu Nessa, olha só. – falei apontando enquanto Vanessa passava a unha pelo nariz de Clara, que mais parecia um botão de rosa. Ela gemia confortável e então a enfermeira que segurava Nick parou em minha frente e colocou-o em meus braços.

- Eles são muito lindos, parabéns. – disse e eu agradeci. Ela foi de encontro à outra enfermeira que ensinava à Vanessa como amamentar Laura da maneira correta. – Depois que ela terminar, ainda tem o outro rapazinho ali. – ela apontou o bebê que estava em meu colo dormindo, ressonando baixinho.

 – Ele chorou hoje a tarde inteira. Acho que vai dar um pouquinho de trabalho.

Vanessa sorriu em minha direção, revezando o olhar entre mim e o bebê que dormia em meu colo. Levantei, tomando o maior cuidado para não assustá-lo e me aproximei de Vanessa e Clarinha, que mamava depressa.

- Acho que ela estava morrendo de fome. – falou Vanessa observando a bebê mamar rapidamente. Ela olhou para Nick em meus braços. – Eles são perfeitos, Zac. Eu não estou cabendo em mim de tanta felicidade.

- Você e eles são tudo o que eu sempre sonhei. – e então ela me beijou. Nossas línguas se entrelaçavam com calma e amor, felicidade e paixão... Era indescritível os sentimentos que nos inundavam naquela hora.

- Agora seus amigos estão autorizados à entrarem. Mas só posso autorizar dois de cada vez, tudo bem? – a enfermeira falou e nós concordamos.

Logo, entraram Chris e Stacy e ambos ficaram extasiados pelos bebês. Stacy não largou de Jake depois que o pegou e Chris teve que, praticamente, implorar de joelhos para Stacy deixá-lo segurar um pouco o menino. Assim que eles saíram, Clara havia parado de mamar e então eu troquei com Vanessa e ela começou a amamentar Nick, enquanto eu segurava Laura esperando que ela digerisse o leite. Assim que trocamos os bebês, entraram Alex e Annie que não desgrudavam de Vanessa e de mim. Depois que Clara havia digerido o leite, Annie a pegou e revezou com Alex que não abria mão de segurá-la mais do que cinco minutos. Então, quando eles saíram, Chace entrou com Claire e ela rapidamente tirou Laura de meus braços, andando com ela para todos os lados do quarto.

- Ai, que linda. – dizia olhando a bebê que agora gemia baixo. – Ela é tão gordinha, dá vontade de morder. E o menino então? Vocês têm filhos lindos. Mas era impossível ser ao contrário... Vanessa linda do jeito que é e Zachary todo bonitão, forte e...

- Eles são realmente lindos, cara. – disse Chace que não estava prestando atenção no que Claire dizia, apenas olhava Nick que já havia terminado de mamar. – Você construiu uma família perfeita.

- Eu estou tão feliz, cara. Eu não consigo nem dizer pra você o quanto eu estou feliz.

- Eu acredito, Zac. Pode apostar que eu acredito. E você merece toda a felicidade do mundo ao lado da mulher que você ama e dos seus filhos. Sempre torci por você

- Obrigada por tudo. Por ter me ajudado a conquistar Vanessa, ter me ajudado a chegar até aqui... Eu nunca teria conseguido sem vocês.

Então recebi o abraço que eu tanto precisava. O abraço de um irmão, de um amigo, de um companheiro. Por toda a eternidade, eu iria dever a minha vida à todos os meus amigos e as meninas que tanto me ajudaram. Pelo amor que eu sinto por Vanessa e pelo apoio dos meus amigos, eu estava hoje com meus dois filhos nos braços e me sentindo a pessoa mais feliz do mundo.

Chegamos em nossa casa (estávamos morando no apartamento de Vanessa, pois minha casa antiga eu havia colocado para aluguel). Eu segurava Nick e Vanessa segurava Clarinha. Eles estavam com dois meses e acabávamos de voltar de um exame rotineiro que o pediatra exigia para ver como tudo estava com os bebês. A nossa vida não poderia estar melhor. Nossos filhos eram a melhor coisa que havia acontecido conosco. Clarinha 
com certeza seria Vanessa escrita. Ela já nascera com os cabelos castanhos da mãe e os olhos claros, que eram enormes, enquanto que Jake tinha os cabelos como os meus, porém os olhos claros e grandes de Vanessa. Clara ainda era um bebê gordinho, mas era miúda. Já Nicholas era menos cheinho e parecia uma pena de tão leve. Vanessa andara preocupada com o tamanho dos bebês, mas o médico nos assegurou que dos três meses em diante eles iam crescer bastante.



Subimos a escada em rumo ao quarto e então colocamos os bebês em nossa cama.

-Clara está começando a pesar. Ela está bem gordinha, você não acha, amor? – perguntou Vanessa observando a bebê remexer-se na cama enquanto apertava com força a frauda de pano que segurava.

- Ela sempre foi gordinha, desde que nasceu. – falei passando o nariz sentindo o cheiro gostoso de bebê que ela exalava. – Será que é de preocupar? Devíamos ter perguntado ao pediatra, não?

- Acho que não. Com o tempo ela fica menos cheia, não é minha fofa? – disse deitando-se ao lado de Clarinha e beijando sua bochecha pequena rosada. – E você... – disse pegando Nick no colo deixando-o em pé em sua frente. – Quando você vai deixar o papai e a mamãe dormirem à noite? Quando você vai parar de chorar?

Ao contrário de Clara que era calma até demais, Nick fazia um escândalo sem fim quando chegava de madrugada. Toda vez, entre três, três e meia da manhã ele acordava chorando, que chegava a ficar vermelho. Eu morria de dó quando o via chorar, mas o que o acalmava era o meu colo ou o peito da mãe. Pior era quando Clara acordava com os gritos dele e colocava a boca no mundo chorando também. Laura era viciada no colo de Vanessa, toda vez que eu a segurava ela gemia e ameaçava chorar, apenas melhorava o humor quando eu a balançava, da mesma forma que Vanessa fazia. Enquanto Clara pegava no sono, resolvemos dar banho em Nick antes que ficasse tarde e ele começasse a chorar. Mas não deu outra, ao colocarmos na banheira, ele chorou tanto que tivemos que agilizar o mais rápido que pudermos. Ao contrário dele, Clara não deu trabalho algum, apenas fechava a cara quando Vanessa jogava um pouco d’água na cabecinha dela.

Ao anoitecer, Vanessa estava amamentando Nick enquanto eu segurava Clara, que já havia mamado, e balançava em sua frente um ursinho de pelúcia rosa que eu havia comprado para ela.

- O que tanto você pensa? – me peguei perguntando à Vanessa ao vê-la distraída enquanto Jake dormia em seu braço.

- Penso em como o mundo dá voltas. – ela me olhou e eu franzi a testa. – Penso em tudo o que aconteceu desde que você entrou na minha vida. Tanta coisa mudou...

- Espero que tenha sido para melhor. – falei sorrindo, mas ela continuou a falar, como se não tivesse escutado o que eu havia dito.

- Eu nunca imaginava que eu iria ter filhos ou me casar com um paciente. – ela disse sorrindo e passava o dedo pelo rosto de Nick. – Nunca imaginava que fosse me entregar tanto como eu estou entregue agora. – então ela me olhou. Seus olhos estavam úmidos e enquanto ela falava, eu via a sinceridade exposta ali. – Na verdade, eu me entreguei tanto que quando aquela mulher chegou no consultório dizendo que você era marido dela, eu não queria acreditar. Eu não conseguia crer que você tinha me escondido isso. E então eu me descontrolei quando percebi que tudo aquilo era verdade, quando me vi grávida e percebi que, provavelmente, eu iria ficar sozinha. E eu confesso que queria ficar. – nessa hora eu a olhava e nem Clara se mexendo no meu colo me fazia desviar o olhar. 

– Eu não queria te ver na minha frente... Então, a única alternativa que eu tive era fugir para um lugar onde você nem ninguém me encontrassem... Eu estava disposta a mudar a minha vida inteira só pra não te ver nunca mais. – ela fungou baixo e deixou algumas lágrimas caírem. Olhei Clara e ela devolveu o olhar. – Eu chorava todos os dias e todas as noites... E quanto mais longe eu ficava de você, eu percebia que iria te amar cada dia mais. E quando eu já não estava suportando de saudades, eu fui até aquela loja no shopping com a esperança de pelo menos te ver mais uma vez... Eu não te achei e então voltei para casa e chorei mais um pouco. Mas naquele dia que você me seguiu, eu tinha ido com uma esperança que eu nunca havia sentido na vida.

- Eu senti a mesma coisa. – falei lembrando-me daquele dia. – Eu estava mal, mas de repente senti uma vontade imensa de sair... Eu sabia que tinha alguma coisa que eu precisava ver... E então chamei Chace e ele me acompanhou.

- Eu ainda estava com muita raiva de você, Zac. Por isso agi daquela forma rude com você... Eu queria uma explicação, mas ao mesmo tempo não queria entende? – ela sorriu e eu sorri de volta.

- Eu fui um tremendo paspalho. Eu deveria ter te contado toda a verdade, mas eu tive tanto medo de te perder que... Quando eu vi, você já estava me contando que estava grávida. Eu ia jogar tudo pro alto, eu juro. Mas aquela maluca entrou e estragou tudo...

- Eu adoraria ver a cara dela quando ela soubesse que nós estamos juntos e com dois filhos. – ela disse com um olhar maldoso.

- E eu não quero ver a cara dela nunca mais. – falei levantando Clarinha e colocando-a em pé em minha frente. – Eu quero viver em paz com as coisas mais lindas que um dia eu pude ter na vida. – eu disse beijando Clara que sorriu. Abracei minha filha com todo o amor e carinho que eu sentia naquele momento. Vanessa se levantou colocando Nick no berço que havia do lado de nossa cama e cobriu-o deixando-o dormir. Laura fraquejava os olhos de sono, então Vanessa prendeu a chupeta na frauda de pano que ela tanto gostava e a colocou no berço e a deixou pegar no sono. Esperamos até que ela dormisse e então deitamos em nossa cama abraçados. A cabeça de Vanessa estava encostada em meu peito e eu mexia em seus cabelos.

- Eu te amo mais que tudo. – ela disse erguendo-se e olhando para os meus lábios. – Tudo o que nós passamos só fortaleceu o que eu sempre senti por você.

- Ninguém separa aquilo que já estava escrito para acontecer. Nada nesse mundo vai separar a gente. – eu disse passando meus lábios sobre os dela.

- Nem uma psicóloga bonitona? – ela perguntou arqueando a sobrancelha.

- Nem a mulher que está no top de mais lindas. Porque eu já tenho a mais linda do mundo inteiro comigo.

E então nós nos beijamos e ali eu tive a certeza mais concreta da minha vida:
Eu havia conquistado tudo aquilo que eu sempre quis. Reconquistei o amor da minha vida, ganhei os filhos que eu tanto sonhei e a felicidade indescritível de viver um grande e verdadeiro amor.




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Olá meninas!!!
 Aí esta o último capítulo da fanfic.... 
Choremos!!!!
Mas,enfim,espero que tenham gostado da história,assim como eu.
 Acompanhei as outras fics da Jullya,vocês irão amar! 
Comentem e aguardem o epílogo!!! 
Amo vcs ♥♥♥