8 de setembro de 2015

Psychology Of Sex 3 (Capítulo 7)

Eu ouvia as batidas fortes que eram dadas na porta no andar de baixo, mas eu não tinha a mínima vontade de descer para abrir. Abafei os sons colocando um travesseiro em minha cabeça e concentrei-me no sono que estava pesando em mim naquele dia. De todos aqueles meses, era a noite que eu estava dormindo melhor e não queria acordar com alguém batendo na porta da minha casa. Senti o torpor me invadir novamente e logo uma voz conhecida me despertou.

- Acorda, margarida! – disse Alex e eu bufei.

- O que é que você está fazendo aqui? Quem te deixou entrar? Eu estou dormindo, não está vendo?

- Calma, guarda a faca! Não precisa me agredir, ok? Eu vim aqui numa missão superimportante e você precisa levantar da cama agora.

- O que você quer, Alex? – perguntei com a voz sendo abafada pelo travesseiro.

- Eu acho que você não quer que alguém te veja assim todo descabelado, com a cara amassada, sem escovar dente...

- FALA O QUE FOI! – gritei, ainda com a voz sendo abafada pelo travesseiro.

- Eu tentei, eu tentei, ok? Mas esse cara é muito chato, não acorda nem pra uma ocasião importante como essa! – disse Alex, a voz se afastando e eu dei graças a Deus mentalmente.

Logo senti a cama ao meu lado afundar e eu estava pronto para xingar quem quer que estivesse ali, quando recebi vários beijos que foram distribuídos em pontos diferentes das minhas costas.

A textura dos beijos e dos lábios eram extrema e estranhamente familiar para mim. Eu estava relaxando e tudo não parecia passar de um sonho. Fechei meus olhos me tranquilizando à medida que os beijos ficavam mais frequentes. Logo, recebi uma lufada de ar na altura do pescoço e uma voz doce sussurrava em meu ouvido:

- Pensei que você já tivesse acordado.

Eu saltei da cama e virava minha cabeça para todos os lados à procura daquela voz. Quando virei para trás, dei de cara com quem eu menos esperava...

Vanessa estava sentada de frente para mim me olhando com aquele olhar completamente safado e ao mesmo tempo apaixonado. Suas mãos estavam pousadas nas pernas e ela arqueava uma sobrancelha ao me olhar.

- Dizem que sexo de reconciliação é o melhor de todos. – ela sorriu safada. – Será que é mesmo?

Arregalei os olhos sem acreditar que ela estava ali na minha frente. Pelo que eu me lembrava, até ontem, ela estava chorando dizendo que não conseguia me perdoar.

- Vanessa? – perguntei depois de vários segundos tentando discernir se era realmente verdade que ela estava bem na minha frente. – Eu...

- Shh... – ela disse colocando o dedo indicador sobre os meus lábios, calando-me. – Esquece tudo. – sussurrou. Seu hálito doce batia diretamente em meus lábios. – Esquece todos. Tranca aquela porta e me faça tua... Como nunca antes.

Como se eu tivesse recebido um choque, saí correndo da cama trancando a porta com pressa. Girei a chave até que ela travou na porta e então me virei lentamente olhando para ela. Seus olhos pareciam queimar nas órbitas e isso me encheu de vontade. Mas como é que ela simplesmente aparece aqui na minha casa sem mais nem menos? E então ela se colocou de pé e começou a desabotoar os botões do vestido que ela usava. À medida que cada botão ia sendo aberto, aquele corpo perfeito que havia me matado de saudades aparecia cada vez mais. E depois de longos e torturantes quinze segundos, ela se despiu do vestido deixando-o cair aos seus pés. Eu somente olhava, embasbacado. Passei meus olhos por seus pés, subindo calmamente por suas pernas lisas, suas coxas um pouco mais volumosas que antes e bati na barriga saliente dela. Estava realmente grande para somente quatro meses e meio. Mas o desejo falava tão alto, que eu desisti de encarar a barriga e parti para seus peitos enormes. Eles estavam mais enormes do que eu me lembrava e isso fez com que eu me acendesse por completo. Sem resistir nem um segundo a mais, corri em sua direção abraçando-a forte. Ela retribuiu o abraço com tanta força que eu achei que íamos nos quebrar. Ela suspirava em meu pescoço e distribuía beijos sobre toda a extensão dele e depois murmurou com as palavras sobrecarregadas pelo choro que ela queria que saísse:

- Eu te perdoo. Mil vezes, eu te perdoo. – ela abraçou meu pescoço com força e eu beijava e mordia seu ombro. – Eu não vou conseguir viver nem um dia a mais sem você. A minha vida agora se resume à duas coisas – ela levantou o rosto e me tirou com os olhos vermelhos e eu senti meu coração querer pular de meu corpo. – Você e essas crianças. – ela colocou a minha mão sobre a barriga dela e eu achei que fosse morrer. E então veio a lembrança de todos passando a mão na barriga dela na noite anterior, menos eu. Todos a cumprimentando e a abraçando, menos eu. Ela de bem com todo mundo, menos comigo. Eu não resisti e me ajoelhei diante dela e sem mais nem menos, comecei a espalhar beijos por sua barriga levemente arrebitada. A barriga dela continha algumas pintas, provavelmente resultante da gravidez, mas isso a deixava ainda mais linda. E ali eu via que tudo o que eu mais queria, o sonho que eu tanto queria que se realizasse, estava bem à minha frente. Ela estava esperando dois filhos. E eu era o pai.

- Eu juro... – falei ainda beijando sua barriga inteira. Ela sorria como se não houvesse amanhã. – Eu juro que você não vai se arrepender de ter me perdoado. – e então eu olhei para ela. Seus olhos estavam banhados por lágrimas, mas o que me deixou mais feliz foi que eram lágrimas não de tristeza, mas de alegria, de amor. – Eu juro que você vai ser a mulher mais feliz que esse mundo já viu! Juro que essas crianças vão ser as mais felizes que todos já viram. Eu juro que eu vou ser o marido que você sempre sonhou. O pai que você sonhou para esses bebês. Eu juro.

E então, ela me puxou pelos cabelos da nuca e me beijou. Diferente de todos os beijos que nós já havíamos provado, este tinha gosto de dor, de sofrimento, mas também de alegria, saudade, reconciliação. A língua dela travava uma batalha sem fim com a minha e tudo o que eu mais queria naquele momento era tê-la inteiramente para mim. Tudo o que eu mais ansiava era sentir novamente aquele fogo que havia em todas as vezes que nós transávamos. Ela chupava minha língua alternando com mordidas e sugadas em meus lábios. Eu apertava sua bunda volumosa sem me importar se poderia deixá-la marcada ou não. Nos engolíamos somente naquele beijo que durou mais do que nós esperávamos; mãos corriam soltas pelo corpo um do outro e então ela me empurrou, jogando-me na cama e sentando em meus quadris, onde meu pau já estava mais do que em pé.


- Agora eu quero que você me prove o quanto me quer. – ela disse enquanto desatava o sutiã na parte da frente, entre a fenda enorme de seus peitos gigantes. – Eu quero que você me coma como nunca fez antes na sua vida.

- Será que não vai machucar eles? – perguntei apontando a barriga e ela sorriu alto.

- Deixa de ser idiota. O que mais os médicos recomendam é que as grávidas transem. – ela disse sussurrando sensualmente em meu ouvido. Eu tinha medo de machucar os bebês, eu tinha medo de por um acaso ela ter alguma complicação por isso, mas todo o pensamento de hesitação sumiu quando ela jogou o sutiã longe e seus peitos ficaram completamente nus.

Eles estavam maiores, o que eu imaginava que seria resultado da gravidez. Mas estavam tão mais gostosos que eu não pensei em mais nada, a não ser chupá-los. Agarrei seu mamilo rosado com os dentes e deixei-o escorregar por entre eles. Ela sorriu, fechando os olhos e mordendo os lábios em seguida. “Chupa tudo”, ela dizia e então eu abocanhei o máximo que pude daquela carne deliciosa dela e passei a sugar alternando a velocidade para devagar e rápida repentinamente. Ela jogava os cabelos para trás e esfregava seu quadril sobre meu pênis, que à essa hora estava mais do que duro. Enquanto eu chupava seu peito, trocando-os por diferentes espaços de tempo, ela se esfregava em mim como se eu estivesse a penetrando. Eu sentia espasmos sendo espalhados por todos os membros do meu corpo, sentia o prazer inundar o meu sangue e tudo parecia que ia ferver. Então, Vanessa levantou-se, arrancou minha blusa e jogou-a em algum lugar do quarto que eu não me atreveria a olhar. Começou arranhando meu tronco enquanto sua língua acompanhava o rastro que suas unhas faziam. Eu sorria e prendia meu lábio com os olhos apertados de prazer. Ela passou a chupar cada espaço de pele que se aproximava do elástico da boxer que eu usava. Seus lábios macios contornaram a linha de pelos abaixo do meu umbigo e logo ela os mordiscou puxando-os.

- Ai, doutora! – exclamei sentindo meu pau dar um salto. – Quer me matar?

- Desde o início. – ela disse erguendo-se sobre meu rosto e dando um puxão com os dentes em meus lábios. Puxou-os tanto que quando foram soltos, um estalo reverberou no quarto que era silencioso, a não ser pela minha respiração descompassada.

Ela arranhou a pele acima do elástico da boxer e logo tirou-a, deixando-me completamente nu. Seus olhos cobertos de desejo fitavam meu pênis e logo passaram por todo o meu corpo, como chamas de fogo e observaram meu rosto.

- Se eu te dissesse que fiquei com saudades do teu gosto, você acreditaria?

Eu sorri alto e logo senti sua língua circular a cabeça do meu pau e eu tremi. Soltei um suspiro baixo, minha boca se abrindo sem que eu pudesse controlar. Ela rodeava meu pau com a língua cada vez mais rápido e eu sentia meus olhos girando por dentro das pálpebras.

- Você não existe! – eu exclamei enquanto ela cuspia por todo ele, para poder abocanhar em seguida. 
– Ahhh! – gemi quando ela o abocanhou por completo enrolando sua língua por toda a extensão de meu pau. – Vai, chupa que desse jeito... – eu estava perdendo toda a sanidade que havia em minha cabeça. – Só você consegue me enlouquecer.

Ela chupava com muita força e eu senti o desejo de tocar seus cabelos, conduzi-la somente para a minha loucura. Segurei seus cabelos num rabo de cavalo e conduzia seu ritmo para um ainda mais enlouquecedor do que eu imaginava. Então, no meio daquele prazer inigualável que eu não sentia há exatamente quase cinco meses, eu me lembrei que ela quase nunca deixava que eu a guiasse quando ela me chupasse. Ela não havia feito objeção alguma por eu estar guiando-a e logo vi que ela era excelente quando a guiavam, quando a comandavam. Em todas as minhas transas com Vanessa, quem comandava era ela, até mesmo na transa com Josh. Ela sabia dominar até dois homens experientes. Mas hoje tudo seria invertido. Eu que iria comandar. Ela que iria sentir o prazer que ela me proporcionava toda vez que transava comigo. Só que em dobro.



Num súbito, eu troquei de lugar com ela e fiquei por cima. Os lábios dela estavam vermelhos e úmidos e seus olhos num misto de surpresa, confusão e sacanagem. Arqueei a sobrancelha sorrindo safado para ela, que retribuiu o sorriso, fechando os olhos e apertando os mamilos rosados com força. Encostei meus lábios aos dela, mas quando ela tentou os capturar para me beijar, eu me afastei. Ela me encarou irritada.

- O que você está fazendo? – perguntou com o rosto franzido em confusão e nervoso. Cheguei em seu ouvido e soprei:

- Dominando. Você não queria que eu te comesse como eu nunca fiz na vida? Quem manda nessa porra aqui hoje, sou eu!

- Está esperando o que, então? Você que é o responsável pela minha loucura. – ela pingando luxúria e eu não aguentei.

Beijei-a como se esse fosse o último beijo que eu daria numa mulher. Sua língua esfregava na minha com força e rapidamente, nossas cabeças moviam-se descontroladas uma em direção à outra com violência. O beijo estava tão acelerado que eu sentia meus lábios sendo arranhados pelos dentes dela, talvez de propósito. Passei os beijos para seu pescoço que cheirava levemente à um perfume doce, com certeza novo. Eu estava tentando me lembrar da barriga pontuda dela, tentando ao máximo não jogar meu peso todo por cima do seu corpo, como eu faria num dia qualquer. Chupava a pele de seu pescoço sentindo o gosto doce do perfume e da pele dela invadir meu paladar. Rolei os olhos com aquele gosto magicamente perfeito que era o perfume dela misturado com outro de marca. Passei minha língua pelas veias saltadas de seu pescoço e me dirigi para a fenda que seus peitos enormes faziam. Passava os dentes por todo o espaço de pele que encontrava e então penetrei minha língua por entre a fenda de seus seios e fazia movimentos abstratos. Desci por seu tronco, parando bem aonde a barriga ficava mais saliente pela gravidez. Beijei toda a extensão de sua barriga, trocando os lábios pela língua em alguns momentos. Desci uma mão até o cós de sua calcinha e torci o tecido com o dedo, soltando-o depois fazendo ela arquear as costas. Suas mãos estavam nos meus cabelos, puxando-os, mas também os amaciando. Fiz o contorno de sua vagina com o dedo e a senti úmida o bastante para o meu bem. A vagina dela queimava de tanta excitação e eu dei um beliscão em seu clitóris quando o encontrei por cima da calcinha. Ela gemeu alto e arqueou ainda mais as costas. Eu continuava a beijar sua barriga e fui descendo para sua vagina. Tirei a calcinha com um rasgo forte e ela soltou um gemido mais alto que fez o silêncio do quarto se dissipar por completo. Quem quer que estivesse na sala conseguiria ouvir os gemidos que ela produzia. Ao ver que Vanessa estava enlouquecendo cada vez mais, eu me lembrei do ciúme que eu senti quando ela sugeriu o ménage com Josh. E então um filme de tudo o que passei com Vanessa veio em minha mente. Quando a encontrei pela primeira vez, quando transei com ela pela primeira vez, quando eu estava começando a gostar dela, quando eu me apaixonei perdidamente, quando ela me contou que estava grávida, a declaração de amor e quando ela sumiu. O medo que eu senti quando ela me repeliu com o olhar, quando ela não estava disposta a me perdoar... A dor da perda me consumindo completamente. E agora, ela estava nos meus braços, grávida de gêmeos e sentindo prazer apenas por eu a tocar. Ela não estava enlouquecendo de prazer por Channing, não estava gemendo em alta voz por qualquer outro homem que ela tenha se relacionado. Não. Ela estava ali toda para mim. E foi a mim que ela escolheu viver a vida inteira dela. Foi a mim que ela escolheu para ser pai dos filhos dela. Eu não podia perdê-la nunca. Eu nunca mais iria errar com ela.

E com essa promessa dentro de mim, eu encostei meus lábios sobre sua vagina molhada abrindo caminho entre os grandes lábios com minha língua e penetrando-a inteira por dentro dela. Ela arqueou as costas gemendo e logo vi seu dedo descer até o clitóris e esfregá-lo com momentos circulares e rápidos. Fechei os olhos sentindo o gosto de seu corpo invadir minha boca e passei chupá-la com mais força. Logo substitui seu dedo pela minha língua que umedecia ainda mais seu clitóris inchado e com dois dedos, penetrei sua vagina encharcada por saliva e excitação. Inicialmente, eu a penetrava devagar, fazendo junção ao ritmo de minha língua em seu clitóris, mas quando ela gritou “Vai mais rápido, filho da puta”, eu aumentei a velocidade alternando com a língua, ora eu ia devagar com a língua e rápido com os dedos e vice e versa. Ela gritava obscenidades de tanto prazer e cada vez que eu enfiava os dedos mais fundo ela arqueava ainda mais as costas. Penetrei logo mais um dedo dentro dela e senti-os sendo inteiramente molhados. Ela soltou uma respiração aliviada, mas a intensidade de seu gozo era surpreendente. Logo tirei meus dedos e passei minha língua por toda a extensão de sua vagina, tentando sugar o máximo possível de gozo que me era permitido. Assim que seu gosto doce e viciante estava em cada parte de minha boca, senti ela pegar os dedos que eu a penetrava e chupá-los inteiros. Sua língua movia-se rapidamente sobre eles e seus dentes raspavam dolorosamente deliciosos sobre minha pele. Eu fechei os olhos e logo ela subiu em cima de mim me beijando com força. Cada beijo que nós dávamos daquela hora pra frente era um mais acelerado que o outro. Entrelaçávamos nossas línguas para fora das bocas apenas para sentir como era perfeita a junção de nosso beijo. Logo, ela sentou em cima de meu pau e esfregava sua vagina nua por sobre ele. Eu fechei os olhos e logo ela segurou meu pau e encostou a entrada de sua vagina nele. Prendeu as pernas em meu quadril, agarrou os peitos e foi descendo lentamente pela extensão de meu cacete, me deixando entrar nela por completo. Assim que sua vagina havia engolido meu pênis até o talo, ela contraiu os músculos internos apertando o redor de meu pau inchado e eu gemi.

- Você ainda está no controle, ok? – disse ela, sorrindo debochada. – Mas eu não abro mão de mostrar pra você quem é que é manda e sempre mandou aqui.

Eu ia contestar, lógico, mas no momento que abri minha boca para proferir palavras de discórdia, ela apertou ainda mais os músculos me fazendo perder a linha do raciocínio. E como se ela soubesse que eu pedia mentalmente para ela se movimentar logo, ela ergueu o corpo para cima, fazendo com que quase todo o meu pênis ficasse de fora e depois sentou nele com um baque em minhas coxas. Senti meu pau vibrar dentro dela e coloquei minhas mãos na cintura dela, tomando cuidado para não apertar demais. Logo, ela ia aumentando a velocidade das estocadas e eu a ajudava na penetração, erguendo meu quadril quando ela descia. O contato de nossos sexos fazia um barulho excitante e nossos gemidos se juntavam à medida que ela descia, me sentindo completamente dentro dela. Ela aumentava ainda mais a velocidade e cavalgava com grande vontade sobre o meu colo e eu sentia meu corpo pingar de suor. Joguei a cabeça para trás no travesseiro, minhas mãos acariciando a cintura dela até a parte pontuda de sua barriga. Ela começou a se movimentar mais devagar e então eu me sentei, encostando minhas costas na cabeceira da cama e arrumando o corpo dela em meu colo. Ela passou a língua em círculos pelos meus lábios e eu a prendi com meus dentes. Logo ela sentou sobre meu cacete de novo e começou a se movimentar, seus peitos balançando à medida que a velocidade aumentava. Ela continuava me beijando enquanto subia e descia em meu colo, suas mãos entrelaçadas em meu pescoço e as minhas apertando sua cintura e sua bunda. Quando ela partiu o beijo com uma mordida levemente forte em meu lábio, jogou a cabeça para trás, fechando os olhos e mordendo tanto o lábio inferior que ele chegou a ficar branco. Ela subia e descia apertando meu cacete com os músculos e eu gostaria de saber como é que ela fazia aquilo tão bem. Então eu abocanhei seu peito e passei a chupar com força enquanto ela não parava de se movimentar sobre mim. Vanessa voltou a murmurar palavrões que cada vez ficavam mais ininteligíveis à medida que eu chupava seu seio com mais força. Trocava de peito cada vez que tinha oportunidade e logo uma de minhas mãos desceram sobre seu corpo esguio, ressaltado apenas pela barriga e encontraram seu clitóris inchadíssimo, precisando de atenção. Espremi-o e beliscava fazendo ela sentir leves tremores pelo corpo, nos quais eu também sentia. Logo senti meu pênis ser coberto por um liquido quente e ao sentir aquele gosto viciante em minha língua, eu não me aguentei, misturando meu gozo com o dela. Depois de várias jorradas de sêmen para dentro do corpo de Vanessa, eu me encostei de vez na cabeceira da cama respirando descompassado e ela estava do mesmo jeito, apenas com a cabeça levemente repousada em meu peito.

- Você me surpreende a cada vez que eu fico contigo. – ela disse depois de uns minutos recuperando a fala. – Toda vez sempre é melhor que a anterior.

- Eu? Você que me surpreende. – eu disse rindo. – Na verdade, eu que queria te dominar hoje, mas você sambou na minha cara.

- Que idiotice. – ela disse rindo alto. – Você terá muito tempo pra tentar me dominar, Sr. Efron - Ah, é? – perguntei fingindo uma expressão confusa.

- Quando nossos filhos nascerem... – ela disse em meu ouvido. – Quando a gente ficar noivos, quando a gente casar... Quando o tempo passar a gente envelhecer juntos... – eu fiquei estático e arregalei os olhos. Eu tinha escutado direito?

- O que você quer insinuar? – perguntei realmente confuso e sentindo meu coração bater bem forte.

- Não estou insinuando. Estou afirmando que a gente vai se casar. A não ser que você tenha alguma dúvida sobre...

- NÃO! – gritei e logo ela sentou ao meu lado sorrindo divertida. – VOCÊ ESTÁ ME PEDINDO EM CASAMENTO? MAS EU QUE IA FAZER ISSO!

- Eu fiz primeiro. – disse ela virando a cara. – Vai dar uma de machista agora? – eu a olhei ainda exasperado e ela sorriu. – Por que você não cala a sua boca e me dá um beijo? Afinal, estamos noivos.


E então eu a beijei , mas ao mesmo tempo eu não acreditava no que estava acontecendo. Eu tinha acabado de ter uma reconciliação memorável com Vanessa, ela havia me perdoado, eu iria acompanhar de perto a gravidez que eu tanto havia sonhado para a mulher que eu amava, iria criar os meus filhos junto dela e, do nada, ela me pede em casamento. Eu nunca imaginava, há cinco meses, que eu iria encontrá-la, que eu seria pai de gêmeos e que depois de tanto sofrimento, de tanta solidão, tanta dor, eu iria casar novamente. Mas a diferença era que iria casar com a mulher que eu amava, que estava esperando dois filhos e que além de tudo, eu iria ser tão feliz como eu nunca fui na vida.


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Oi amores da minha vida!!!
Aqui vai mais um capítulo de POS 3!!!
Estamos chegando na reta final!!!
Espero que realmente estejam apaixonada pela fic,assim como eu,haha
Obrigada a todas que comentam e que leem a história ♥♥♥
Então,ate a próxima,girls 

7 comentários:

  1. Ahhhh mds n creio ate q enfim q eles tao juntinhos de novo uhullll amei amei vai ficar juntos pra sempre posta mais xoxo

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  2. Aaaaaaaaaahhhhhhhhh eu ameiii o capitulo super hot e amei a reconciliação e como pode a Vane ser tão adiantada e adorei ela ter tomado a iniciativa e ter pedido o zac em casamento. Postaaa maisss vai ta perfeita a fic. Bjosss

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  3. Posta logo eu simplesmente amei.

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  4. Meu coraçãozinho ta pulando de alegria!! Finalmente Zanessa está de volta!! E esse pedido de casamento após essa reconciliação!? Amei!!
    Pena q ta acabando, to viciada na fic...
    Posta maiiiis, beijoos

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  5. OMG
    Não acredito que eles voltaram. \o/
    Pq tão perfeitos??
    Capítulo maravilhosoooo.
    Kkkk...a Vanessa é ótima. Voltou e já pediu o boy em casamento. Isso é que é ser uma mulher de atitude.
    Tenho dó de quem estava na sala da casa do Zac. Kkkkkkkk...mas todos devem admitir, que foi uma reconciliação e tanto. Haha.
    Reconciliação à lá Zanessa.
    Ansiosa para o próximo capítulo.
    Posta loguinho
    Bjos

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  6. Socorroooooo Rafaa!!
    Meu heart não aguentaah!!
    Que lindos esses dois mdss...
    Vanessa sendo Vanessa e pedindo Zac em casamento hahaha. Ja tava sentindo falta dos hots deles!!
    Continua logo...
    Bjooo ❤️

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  7. meu Deus que capítulo fixador hahaha
    se tiver como divulgar meu blog ( de novo) kkk eu agradeço, beijos e posta logo!
    whateveraday.blogspot.com

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