4 de setembro de 2015

Psychology Of Sex 3 (Capítulo 4)

- COMO É QUE É? VOCÊ ERA CASADO?

- NÃO, ESPERA! VOCÊ É CASADO!

- O QUE VOCÊ ESTAVA PENSANDO?

- QUERIA O QUE COM A VANESSA SE ESTAVA CASADO?

Depois de contar toda a verdade para as garotas, esses eram os tipos de perguntas que caíam em cima de mim. Eu sabia que merecia tudo isso, Vanessa ter fugido grávida, as amigas como um monte de pedras sendo atiradas e a pena dos meus melhores amigos. Sem falar na solidão. Eu merecia tudo isso, e não deveria reclamar.

- ZACHARY, DÁ PRA VOCÊ OLHAR PRA GENTE DIREITO?

Olhei para as três que bufavam de raiva e então Claire abriu os braços como se fosse morrer.

- E ainda por cima você A ENGRAVIDOU! ELA FUGIU GRÁVIDA! TEM NOÇÃO DISSO?

- CALMA! – berrou Chace e por mais que o pub inteiro nos olhassem, olharam ainda mais depois do grito que ele deu. – Gritando assim a gente não vai à lugar algum. Vocês tem que entender o lado do Zachary também.

- Fale por você que é homem. – disse Annie virando a cara.

- Não tem nada a ver em ser homem, tem a ver que vocês tem que escutar antes de falarem qualquer coisa. – disse Alex encarando Annie com os olhos semicerrados. Annie devolveu o olhar e então nós percebemos que a rixa era pessoal deles e não tinha nada a ver comigo.

- Eles estão certos. – disse Stacy por fim. – Temos que ouvir o que Zachary tem a dizer. Pode dizer, o que realmente aconteceu entre vocês?

Então eu contei tudo. Apenas hesitei na parte de contar sobre o problema sexual. Se o meu medo era motivo de risadas, não foi do jeito que eu imaginava. Apenas Annie riu alto, mas recebeu uma boa cotovelada de Stacy. Contei tudo, desde quando eu conheci Vanessa, até o dia em que ela descobriu que eu era casado e até ela me contar que estava esperando um filho meu.

- Meu Deus! Eu... Eu nem sei o que dizer. – disse Stacy com as mãos na testa. – Mas, por que diabos você não contou que era casado? Por quê?

- Porque eu não tive coragem! – exclamei e senti lágrimas formarem em meus olhos. Eu não queria chorar, mas sentir a dor da perda de alguém que a gente ama é muito forte. Não tem como não chorar. – Porque quando eu a vi eu fiquei louco. Inicialmente foi só uma paixão, um tesão, nada além disso. Mas depois que saí com ela, que a conheci de verdade, eu me apaixonei. Eu vi que eu havia errado, eu vi que tudo o que eu havia construído até ali foi uma mentira, o que eu sentia por Melissa foi ilusão, a vida que eu levava não tinha sentido até ela aparecer. Ela trouxe cor pra minha vida. – nessa hora as lágrimas caíam mais fortes e até Annie me olhava com o olhar bem mais manso. – Eu demorei pra decidir o que fazer porque casamento é muito que entra em jogo. Casamento não é tão simples como parece. Mas quando Vanessa me contou que estava esperando um filho meu, que eu disse pra ela que a amava e que ela me provou que era recíproco, eu juro, eu juro que eu ia em casa acabar com meu casamento com aquela maluca e ficar com Vanessa e com meu filho. Era tudo o que eu queria e ia fazer. Mas Melissa entrou no consultório e despejou tudo de uma maneira que Vanessa ficou louca da vida. Na verdade, ela ia ficar louca do mesmo jeito, mas Melissa a xingou, me xingou, fez o maior escândalo. – limpei as lágrimas dos olhos e tornei a falar. – E então ela me disse pra esquecer que o filho que ela estava esperando era meu, disse que não queria me ver e pra eu não me atrever a procurá-la. E então ela sumiu. E eu não sei onde ela está. Eu só sei que eu quero encontrá-la e desfazer todo o mal entendido. Eu quero criar o meu filho junto dela. Eu quero ficar com ela. Eu não sei mais viver sem ela. Não dá pra viver sem Vanessa.

E então eu chorei, chorei e despejei tudo o que eu estava sentindo naqueles dois dias de angústia que pareciam mais dois meses. Eu sentia que ia morrer se não a encontrasse.

- Ahn... – Claire limpou algumas lágrimas que teimavam escorregar por seu rosto e me olhou. – Você errou e eu fico muito contente que você assuma esse erro. Vejo que você realmente se arrependeu.

- E é por isso que vamos te ajudar. – disse Stacy finalmente.

- Vamos? – perguntou Claire e Annie juntas.

- Claro que vamos. Tudo bem que ele errou, porém como você disse Claire, ele se arrependeu. Mas pensem na Vanessa... Ela o ama, ela está esperando um filho dele e é claro que tudo o que ela mais quer é ter o Zachary do lado dela quando o bebê nascer. Ela com certeza quer criar o filho dela com você, Zachary. – disse Stacy olhando para mim. – Nós três a conhecemos tem muito tempo. Desde a época do colegial. E garanto pra você: Nunca vi ela gostar tanto de alguém como ela gosta de você. As coisas que ela falava de você pra nós...

- O que ela falava? – perguntei ansioso e ela sorriu.

- Falava que você além de ser excelentérrimo na cama, era um homem carinhoso, perfeito, que ela gostava de estar perto... Disse que você e seus ciúmes eram super divertidos...

- Disse que você foi um acaso que a vida trouxe para ela. – disse Claire sorrindo. – Disse que nunca imaginava ter um paciente como você.

- Disse que você mudou a vida dela. – disse Annie com os olhos cravados em mim. – Eu não queria admitir, porque eu estou muito nervosa com você por tudo isso que você acabou de contar, mas ela te ama. Se ela engravidou, com certeza está te amando mais ainda.

- Porque o desejo dela é ter um filho com quem ela ama. Ela já nos disse isso. – disse Stacy. – Até parece que ela ia transar sabendo que anticoncepcional tem efeito cortado por remédios. Ela nunca te pediu pra colocar a camisinha?

- Pediu, mas não insistiu. – falei começando a entender. – Acho que estou entendendo tudo...

- Ela queria ter um filho com você, Zachary. Se ela não quisesse, ela teria feito você colocar a camisinha.

- Mas eu não entendo o porquê que ela disse que não imaginava que iria engravidar. Ela estava desesperada!

- Claro, Zachary. Ela não sabia a sua reação. Ela não imaginava como você poderia reagir ao descobrir que ela estava grávida. Muito homem reage mal à essa notícia sabia?

- Mas espera! – exclamou Alex. – Como vocês sabem de tudo isso? Como vocês podem ter tanta certeza que ela se sente assim se vocês nem falaram com ela?

- Mais de dez anos de amizade se resulta à que? – perguntou Annie como se fosse óbvio. – Se a gente não conhecesse Vanessa bem, não iríamos nem abrir a nossa boca pra falar alguma coisa.

- Se o que vocês estão dizendo for verdade, então temos que encontrá-la logo. – disse Chace.

- O mais rápido que pudermos. – disse Stacy. – Mas... Onde podemos começar?

- Descobrimos por alguns meios que ela viajou. Não está em casa, teve férias prolongadas junto com a licença maternidade e não vai trabalhar até que a licença termine. – falei.

- Nossa, mas pra que ela quer todo esse tempo? – perguntou Claire.

- A recepcionista falou que ela trabalhou muito num período de férias e o diretor do hospital presenteou-a com esse tempo de férias. – disse Alex.

- Muito estranho. Ela dizia que o diretor do hospital era muito carrancudo. Como ela conseguiu a proeza de arrancar dele nove meses de férias mais a licença maternidade? – perguntou Stacy.

- Vai que ele se sentiu sensibilizado porque ela está grávida. – sugeriu Chris.

- Claro que não. – disse Annie irritada. – Até parece que ele ia dar essa moleza só porque ela está grávida. Senão ele teria que dar essa oferta à todas as grávidas que trabalham ali.

- Isso é verdade. – disse Chace. – Será que ela foi despedida?

- Não. Eles não podem despedir uma mulher gestante. – disse Claire.

- Que diabos foi que essa garota fez? – perguntei nervoso e logo chamei o garçom com uma dose dupla de whisky.

- Não sabemos, mas temos que descobrir. – disse Stacy. – Ela ficou muito nervosa depois de descobrir tudo. Só espero que ela não tenha feito uma besteira.

- Quer saber de uma coisa? – disse Alex. – A gente devia beber! Construir hipóteses só vai piorar a situação. Vamos ficar mais nervosos e com mais preocupação na cabeça. Acho bom nos reunirmos e começarmos a procurá-la na segunda feira.

- Por que só na segunda? Porque não amanhã e domingo? – perguntou Claire.

- Temos uma reunião amanhã na gravadora e domingo vamos preparar uns demos para uma rádio. – disse Chace.

- Eu não estou com a mínima vontade de ir. – falei.

- Mas tem que ir, chapa. – falou Alex. – É o seu futuro. Quando encontrarmos a Vanessa e o seu filho, com que dinheiro você quer sustentar eles? Tem que trabalhar.

- Alex está certo, Zac. – disse Stacy segurando minha mão. – Você não pode deixar de trabalhar. Agora você é um futuro papai. Precisa pensar no seu filho. Nós vamos descobrir onde ela está. Começamos a busca na segunda.

Sorri para todos e então decidimos beber. Afinal, daquele dia em diante, teríamos mais trabalho do que nunca.

***
Haviam passado exatamente um dois meses e meio depois que começamos a procurar Vanessa. Na verdade, tudo estava muito difícil, porque segundo as garotas, Vanessa morava sozinha na cidade. Os pais dela moravam na Itália e ela não tinha nenhum parente perto o bastante de onde ela morava. O que conseguimos descobrir não foi muita coisa. Na verdade, foram dois meses e meio de hipóteses e desespero. Eu já estava ficando louco. Cada dia que passava, meu coração sangrava mais e mais. Eu não conseguia comer direito e nem dormir. Eu apenas olhava as fotos dela que eu havia tirado no dia em que nos encontramos num parque longe de onde morávamos. Era um parque extremamente bonito, mas não mais bonito que ela.

Flashback on

Eu havia acabado de chegar no Central Park perto do interior da cidade. Era bem longe de onde eu e Vanessa morávamos, mas queríamos radicalizar um pouco, sair da cidade e andar por ruas desconhecidas como se fossemos um casal normal.

Fitei o relógio e logo meu celular tremeu no bolso da calça; peguei-o e sorri ao ver a mensagem.

“Meu Deus, Zachary... Que lugar que você arranjou! Já estou chegando, aguarde mais dez minutos. Beijos, Nessa.”

Sorri alto e coloquei o celular no bolso. Decidi esperá-la sentado em um banco que ficava de frente para um lago onde algumas crianças jogavam alimento para os patos comerem. Respirei fundo sentindo o ar fresco bater em meu rosto e encher meus pulmões.

Não foi fácil sair de casa sem que Melissa desse um escândalo. Na verdade, ela foi bastante agressiva. Ela não estava acreditando muito bem que eu estava saindo com os caras. Andava mais do que desconfiada e eu temia por isso. Ameaçou ligar para eles e mandá-los ir para a...

- Você tem que escolher lugares um pouco menos difíceis para os nossos encontros. – meus olhos foram vendados por mãos macias e a voz doce e suave de Vanessa invadiu meus ouvidos num sussurro.

- Desculpe se eu te fiz dirigir demais, mas... Garanto que vai valer a pena.

Ela sorriu e logo a senti sentar em meu colo. Minha visão estava um pouco embaçada por conta das mãos dela que fecharam minhas pálpebras, mas logo tive de me concentrar em fechar os olhos, pois os lábios dela colaram nos meus num selinho apertado.

- Oi. – ela falou no meu ouvido e eu me arrepiei. Segurei sua cintura com força e colei minha boca em seu ouvido, soltando lufadas de ar ao falar.

- Oi.

Ela sorriu alto e passou os braços ao redor do meu pescoço.

- Que saudade de você. Estava louca pra ficar com contigo a tarde inteira. – falou passando a ponta do nariz sobre o meu.

- Eu que o diga. Nem dormi direito só pensando em te encontrar. – roubei um selinho rápido dela, que empurrou meu pescoço para a frente e me tascou um beijo de verdade.

O gosto de Vanessa estava misturado ao gosto de chocolate e eu a beijei com mais vontade. Sua língua movia-se rapidamente dentro de minha boca em movimentos perfeitamente circulares e ela puxava meu lábio inferior entre o beijo me fazendo soltar suspiros de prazer. O jeito que ela me beijava era único.

- Espero que você tenha guardado um pouco de chocolate pra mim. – falei entre os beijos que ela distribuía pelo meu rosto. Ela sorriu.

- Se você conseguir achar... Eu realmente não me lembro onde eu coloquei.

Olhei safado para ela e ela me devolveu o mesmo olhar, só que dez vezes mais safado.

- Tem crianças aqui sabia? E outra, essa praça é pública, qualquer um pode ver.

- Você tem que escolher melhor o próximo lugar que a gente ir. Porque eu gosto de tudo muito privado. – ela sussurrou a última parte e eu mordi o lábio inferior.

Antes que ela desgrudasse de meu pescoço, enfiei a mão pelo decote, incrivelmente discreto, e procurei por entre a fenda enorme de seus peitos o chocolate. Ela prendia o riso enquanto eu procurava o bendito que com certeza estava escondido dentro daqueles seios deliciosos.

- Vai rápido, Zachary, tem uma senhora olhando pra cá com cara de indignada. – ela disse sorrindo alto.

- Onde? – sem tirar a mão dos seios dela, olhei para o banco que ficava metros afastado do nosso e uma senhora olhava estranho para a gente. Eu sorri e logo passei a apalpar os seios grandes que estavam me fazendo ficar louco.

- Se eu fosse você, eu parava de pegar nos meus peitos e tratava de pegar logo esse chocolate, senão você vai ficar sem ele.

- Eu prefiro seus peitos ao chocolate.

- Então vai ficar sem os dois. – falou ameaçando levantar do meu colo. Segurei sua cintura com mais força e pesquei o chocolate preso entre os peitos e o sutiã dela. – Até que enfim. Pensei que ia demorar um século para achar.

- Não é fácil procurar uma barra pequena escondida em um lugar tão grande. – falei abrindo a embalagem da barra e mordendo um pedaço do chocolate.

- Como se você não conhecesse o lugar, não é? – ela disse levantando e abrindo a bolsa.

- Hey, volta pra cá. – apontei pro meu colo. – Estou me sentindo sozinho.

- Espera. – disse ela procurando algo na bolsa. – Quero achar uma coisa aqui.

Enquanto ela franzia a testa e procurava alguma coisa dentro da bolsa, eu a observava. Ela estava realmente linda. Parecia que havia saído do trabalho antes de vir para cá. A roupa que ela usava era muito parecida com as roupas em que ela ia trabalhar. Usava uma calça jeans clara que realçava as coxas volumosas, uma blusa de alça branca com o decote mais discreto e por cima da blusa, um colete preto com uns strass formando desenhos abstratos. O cabelo enorme caía como uma cascata até o meio da bunda, mas eram perceptíveis os hashis no bolso da frente, que com certeza eram para prender o cabelo no costumeiro coque.

- Você está linda, sabia?

- Ah para, vai. – disse ainda de olho na bolsa. – Acabei de sair do trabalho. Como vou estar linda depois de quatro pacientes com uma hora e meia de consulta?

- Espero que sejam pacientes muito dos chatos. Não quero que ninguém roube a minha médica.

- Ninguém vai me roubar de você. – disse ela sorrindo e logo eu senti um flash enorme bater em meu rosto.



- Ei! – ela sorria alto e eu tinha a desconfiança que todo mundo nos olhava. Eu até confirmaria isso se eu pudesse enxergar. – Cacete, você me deixou cego!

- Ah para! É só um flash de máquina. – disse ela sentando-se no meu colo.

- Ai! – reclamei e ela me deu um tapa leve no ombro.

- Deixa de ser mole, Zac. Até parece que você nunca tirou uma foto na vida. Nem parece que você é músico. Todo músico tira foto, ainda mais o vocalista de uma banda.

- Mas eles pelo menos avisam que vão bater a foto. – falei abrindo os olhos e sentindo uma dor leve.

- Awn, que bebê... Deixa eu dar um beijinho pra sarar. – ela deu um beijo em cada olho e eu sorri abraçando-a. – Beijo de mãe cura, mas de médico cura mais ainda.

- Ainda mais quando a médica é minha namorada.

- Namorada, é?

- E por que não? Acho que está mais do que na hora...

- De tirar uma foto. – disse ela e logo mais um flash de cegar bateu em meu rosto.

- Caramba Vanessa, você realmente me odeia. Avisa antes de tirar a foto, cara.

- Ta bom, seu enjoado. Vem aqui – deu mais um beijo em cada pálpebra e logo avisou. – Vou tirar a foto. Veja se desamarra essa cara.

E então essa foi a primeira de várias e várias fotos que tiramos aquele tarde. Depois que comemos pipoca, tomamos sorvete e deitamos de frente ao lago namorando sem cansar, resolvemos passar numa casa de revelação e então fizemos as seleções das fotos.

- Essa aqui. Eu gostei. – falei apontando uma foto que Vanessa saiu perfeitamente engraçada e eu rindo dela.

- Imagina. Não vou querer essa foto, não. Olha pra minha cara? Você está lindo, maravilhoso nessa foto, agora eu?

- Ta, já entendi. Essa aqui então – apontei uma em que ela estava dando comida para um pato.

- Não.

- Essa? – mostrei outra.

- Também não.

- Essa? – falei nervoso e ela negou. – Porra, pra que você tirou tudo isso de foto então?

- Mas eu não tirei essa. – ela disse apontando a foto do pato. – Essa foto ficou tenebrosa.

- Meu Deus, o que você quer da sua vida, garota?

- Eu quero essas fotos. – e ela foi selecionando todas as fotos em que eu estava sozinho, inclusive as que ela tirou que eu fiquei cego.

- Tá maluca? Agora olha a minha cara! Você nem me avisou que ia tirar foto e eu sai com a maior cara de Alex.

- Então você saiu bonito.

Semicerrei os olhos para Vanessa e ela sorriu alto.

- Nossa, como você é ciumento. Ainda não me esqueci daquele dia que eu, você e Channing trans...

- AHNNNN... – pigarreei e apontei o homem que nos atendia, pois ele estava encarando-a com a expressão curiosa.

- Ahhhh... - disse ela visivelmente desconcertada. – Espere que ainda tem mais. – ela selecionou mais algumas fotos e pediu para o homem revelar. Ele saiu dando um olhar safado para Vanessa e logo eu a abracei encarando o sujeito.

- Você precisa ser mais discreta, doutora. Esses homens já ficam loucos quando você fala pouco, imagine quando você fala muito.

- Ah Zac, que esse homem tem a ver se a gente transou à três? – ela sussurrou a última parte.

- Tem a ver que aqui nós também somos três e a cara que ele fez foi de quem sabe muito bem o que pedir como pagamento.

- Ele que vá esperando. – disse ela virando a cara e eu sorri abraçando-a por trás. Logo o homem veio e trouxe as fotos reveladas. 

– Nossa, rápido o serviço aqui, não? – perguntei realmente surpreendido, mas o tom irônico na minha voz era muito nítido.

- Somos muito eficientes, senhor. Mas também somos meio careiros. – disse olhando Vanessa e piscando o olho.Fiquei incomodado, mas quando ia responder Vanessa me interrompeu.

- Dinheiro não é problema, meu querido, pode apostar. E como prova disso – ela puxou a carteira e tirou de lá exatos cem dólares. Arregalei os olhos quando ela entregou-o na mão do homem – tome isso como pagamento e como uma cortesia pelo serviço rápido. Muito obrigada. – ela sorriu e pegou o envelope das mãos do homem que a fitava estático.

- Você ficou louca? – perguntei baixo enquanto caminhávamos até o parque quase escuro. – Não é muito dinheiro pra um cara que apenas revelou 25 fotos?

- Eu queria quebrar as pernas dele. E acho que consegui.

- Você pagou tudo sozinha. – peguei o envelope da mão dela e vi o preço. Eram apenas trinta e cinco dólares que ela devia ter pago ao homem. – Vou te devolver o que sobrou.

- Se você fizer isso, você vai se arrepender. Eu queria pagar essas fotos e paguei. Estou mais do que satisfeita.

- Vanessa, mas...

- Nada de mas! Escolha as fotos que você quer e pronto!

Sem mais nada a dizer, apenas agarrei-a e tasquei um beijo nela. Ela era tudo o que eu sempre sonhei.

Flashback off

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E aí perfeitas minhas???
 Quem aí não vê a hora de ver Zanessa juntos outra vez????
 EUUUUUUU,hehe
Espero que todas estejam gostando da fanfic,
e acompanhem os próximos capítulos, 
muita coisa ainda está por vir. 
Até a próxima,beijos,amo vocês ♥♥♥

5 comentários:

  1. Aiiin a curiosidade ta me comendo hahahaha.. Muito fofo o flashback dele ❤️ Eu quero Zanessa de volta!! Aparece Hudgens

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  2. Espero que eles consigam encontrar a Vanessa logo.
    O capítulo ficou incrível.
    Tadinho do Zac.
    Espero que eles se acertem logo.
    Posta loguinho
    Bjos

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  3. Genteee eu to pra morrer de ansiedade para ver zanessa juntos, e estou amando a fic ela ta PERFEITA. Postaa mais vai e não demore. Bjoss

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  4. Siiiiim q lindooo esse dia deles no central Park ameeeii!! Q eles encontrem logo a Vanessa, não to mais aguentando ver eles separados!
    Beijos

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  5. Ownn que fofos tomara que eles consigam encontrar ela logo,posta mais bjs bjs

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