20 de agosto de 2015

Psychology Of Sex 2 (Capítulo 5)

- Meninos, por favor. – Vanessa se interveio quando o tal Channing ia retrucar. – Eu não quero estragar essa noite. Eu sei que a gente tinha marcado Chace , mas não deu. Desculpa. Eu conheci o Zachary e eu quero ficar com ele. – senti meus músculos se enrijecerem com a confissão dela e prestei atenção. – Mas, eu tenho uma proposta.

- Qual? – perguntamos em uníssono e eu sentia a ansiedade me corroer por dentro.

- Podemos nos divertir juntos, o que acham? – a expressão suave do rosto dela mudou completamente para uma maliciosa e eu a olhei confuso. – Eu sempre tive um fetiche secreto por um ménage à tróis.


Demorou um tempo até eu entender o que ela havia proposto e quando a realidade caiu em cima de mim, eu já me vi gritando e protestando.

- MAS É CLARO QUE NÃO! – exclamei alto e Vanessa me olhou assustada enquanto o tal Chan permanecia impassível. – Eu não vou te dividir com outro cara na cama, esquece.

- Zachary, é só uma transa!

- Não, eu não vou te dividir com outro cara. Eu não aceito. Não quero. Desiste dessa ideia! – falei enfezando cruzando os braços sobre o peito.

- Está com ciúme, Zac? – ela perguntou beijando meu pescoço de leve e soltando o ar. – Não precisa disso. É lógico que eu prefiro você. – ela passou a língua pela curvatura e eu me arrepiei. – Eu te ajudei, lembra? Ou você já esqueceu do seu pequeno problema? – merda, ela estava jogando. – E ah, eu realizei outro fetiche seu. Aquela espanhola... Acho que você se lembra de ter me visto toda melada com seu gozo depois de uma espanhola muito gostosa. – ela mordeu o lóbulo da minha orelha. – É só um ménage bobo. Não precisa tocar em Chan  se você não quiser. Apenas me come daquele jeito extremamente gostoso que você faz. Não quer me foder hoje?

A puxei violentamente pela cintura e a grudei sobre o balcão do bar.

- Eu vou fazer essa porra por você. Mas fique sabendo que eu não quero que ele apareça nunca mais na minha frente ou na sua, entendeu?

- Entendi. – ela puxou meu lábio inferior com os dentes passando a língua nele logo em seguida. – Tudo bem pra você, Chan?

- Claro, gata. – ele deu um beijo no pescoço dela e eu senti o nervoso se espalhar pelo meu corpo. Eu teria que aguentar ver outro cara foder Vanessa, mas ali eu a provaria que era o melhor. Eu que a comia do jeito que ela gostava e gozava, eu que a fazia ir para o céu antes mesmo de qualquer outra coisa, eu que a chupava como ninguém a chupou. E não é nenhum Chan que ia mudar isso. Se ela queria um ménage, ela teria. Mas eu a comeria como nunca comi outra mulher na vida, a deixaria louca por mim a ponto de se esquecer daquele palerma que estaria ocupando o meu posto. Ela iria enlouquecer e eu, mais uma vez, seria o responsável por sua loucura.

~*~*~*~*~*~*~*~*~


Eu não sabia há quanto tempo eu estava dentro daquele carro. Eu só sabia que eu estava odiando a forma como aquele idiota olhava para Vanessa e como ela aparentava estar adorando aquilo. Ele estava no banco traseiro e eu no banco do passageiro enquanto Vanessa dirigia pelas ruas movimentadas da cidade. O movimento da rua estava realmente congestionado, o que aumentava a tensão sexual instaurada dentro daquele carro. Eu queria muito transar com Vanessa, eu estava ardendo de desejo por ela, mas só de lembrar que eu teria que dividi-la com outro cara me deixava nervoso, realmente puto. O pior é que eu sabia que aquele tal de Channing queria comer ela. E o que me deixa mais nervoso é saber que ela também queria transar com ele. Não só com ele, mas com nós dois juntos.

Decidi parar de pensar no assunto e passei a observar minha psicóloga, o que era algo que sempre me deixava de bom humor. Os olhos dela estavam fixos na estrada, extremamente concentrada. O corpo dela estava ereto e chamativo e uma de suas mãos estava guiando o volante enquanto a outra estava batucando em sua coxa alguma melodia que só ela sabia, mas que eu também queria saber. De repente, sentindo o peso meu olhar, ela virou seus globos castanhos para mim e sorriu. Sorri de volta e ela tomou minhas mãos com as suas entrelaçando nossos dedos. Apertei com força o enlaço e ela suspirou.

- Vocês são namorados ou quê? – a voz grossa de Channing perguntou do banco de trás e Vanessa deu um sorriso mínimo.

- Apenas bons amantes. – meu coração acelerou com a declaração dela e eu a olhei. Ela sorriu tão ternamente em minha direção que eu apenas pude concordar, afinal, ela era realmente minha amante. A única diferença é que ela não sabia que isso era no sentido literal.

- Sei lá, vocês se olham de um jeito diferente. – virei meu rosto para Channing e ele estava com as sobrancelhas unidas em confusão. Sorri pequeno e virei para frente.

O caminho continuou silencioso e conforme eu prestava atenção em Vanessa e sua concentração com a direção do carro, eu tinha que afirmar o quanto ela era excelente motorista. Até melhor que eu. Quando finalmente pus meus olhos na rua, vi o prédio de Vanessa e logo ela adentrava a garagem estacionando o carro. Saímos do carro e logo passei meu braço em sua cintura puxando-a para perto.


- Eu sei que estou aqui de intruso, mas não quero ser excluído. – falou o idiota e eu rolei os olhos enquanto Vanessa ria.

- Não seja por isso. – ela puxou o braço do cara que também a abraçou pela cintura. Fuzilei o indivíduo com o olhar o que não passou desapercebido pela minha psicóloga. – Zachary, só por esta noite ok? Por mim. – ela disse me dando um selinho mínimo e eu apertei fazendo-o ficar mais demorado.

- Sabe de uma coisa? – sussurrei contra seus lábios. – Eu não te beijei de verdade ainda. Odeio ficar sem te beijar.

- Teremos tempo, amor. - eu entendi o sentido diferente quando ela pronunciou o apelido carinhoso. E eu gostei. Gostei muito. 


– Vamos? – ela entrelaçou nossos dedos e entrelaçou a outra mão à de Channing.

Enquanto estávamos dentro do elevador até o andar que ela morava, eu via a mão de Channing puxar a cintura dela para perto e eu ficava cada vez com mais raiva. Mas aos poucos a realidade ia caindo e eu ia aceitando que teria que transar com ela e mais um homem. Rolei os olhos e afundei meu nariz nos cabelos dela que me abraçou com um braço e com o outro abraçava o corpo de Channing.


Depois de alguns segundos, estávamos fora do elevador e ela pegava uma chave na bolsa que, até então, eu não tinha percebido que ela carregava. Abriu uma porta branca com os números 1564 gravados em prata ao alto do pequeno olho mágico e logo adentrou o imóvel nos chamando com o dedo indicador. Entramos dentro do apartamento e eu passei a analisa-lo mais afundo.

Era um apartamento extremamente chique e arrumado. As janelas eram realmente de uma cor azulada, mas ao mesmo tempo transparente e dava uma excelente vista da cidade à frente e abaixo de nós. A sala fazia uma divisa com a cozinha e a mobília era composta pelas cores dourada e prateada, algumas cores diferentes como branco, transparente e preto podiam ser reconhecidas dentro daquele aposento.

- Fiquem à vontade. Irei até o meu quarto. – deu um selinho em meus lábios e se virou para dar um selinho também em Channing. Ignorei e passei a olhar a estante branca da sala que tinham alguns livros e fotografias. A maioria das fotos estava ela e as garotas que eu conheci na boate, mas havia uma foto em que estava ela e uma garota muito parecida com ela. Ambas sorriam e era notável que o sorriso das duas era extremamente igual. Os cabelos eram do mesmo preto reluzente, apenas os olhos mudavam. Os de Vanessa eram mais claros, enquanto os da outra garota eram mais escuros.

- Tenho a impressão que são irmãs. – Channing falou atrás de mim e não evitei tomar um pequeno susto. Encarei-o com uma expressão confusa e ele sorriu torto. – Vanessa e a garota da foto.


- Já esteve aqui antes?

- Não. Mas é meio obvio quando você coloca os olhos na foto, não é?

Olhei mais uma vez e realmente elas pareciam irmãs. Mas poderiam ser primas, parentes de alguma forma. Passei meus olhos pela estante e observei os livros expostos ali. Vanessa parecia ser uma boa amante de romance policial, pois a maioria dos livros que ela tinham eram de autores como Agatha Christie e Georges Simenon. Acho que passei muito tempo ignorando Channing e vendo os livros que logo ouvi o cara bufar.

- Cadê aquela garota? Ela sumiu! – ao ouvir o que ele disse me toquei que Vanessa havia entrado no quarto há uns bons vinte minutos e não tinha saído.

- Vamos até o quarto dela. Ficar aqui sem fazer nada não vai adiantar muita coisa. – ele pareceu ponderar e então eu segui o corredor que Vanessa havia ido com Channing em meu encalço.

O corredor tinha quatro portas, o que era difícil saber qual era a porta certa. Olhei incerto para o cara que deu de ombros e logo escutei um barulho vindo da última porta.

- Ouviu isso? – perguntei e ele assentiu em silêncio mexendo a mão para que eu chegasse mais perto da porta. Engoli em seco andando em passos lentos até a última porta e ouvi o som mais nítido. Eram gemidos. – Que porra! – exclamei e abri a porta encontrando a visão que me deixou duro no exato momento.

Vanessa estava meio deitada em cima de muitos travesseiros, vestia um corpete preto que deixava seus peitos expostos e firmava uma cinta-liga e meias 7/8 rendadas. Gostosa. Eu conseguiria ir até ela arrancar a cara dela com um beijo, mas o que me deixou estático foi as pernas completamente abertas dela e a calcinha puxada para o lado, enquanto seu dedo médio estimulava seu clitóris em movimentos circulares. Passei meus olhos pelo corpo dela e ela sorriu abrindo a boca para soltar mais um gemido. Um vibrador estava ao seu lado e com uma mão ela segurava o instrumento enquanto com a outra ela apertava seu seio direito, beliscando o mamilo rosado e excitado.

- Filha de uma... – sussurrei estático e Channing deu uma risada maliciosa. Tirou o paletó que usava e o jogou em um lugar desconhecido do quarto. Observei-o caminhar até minha psicóloga e passar as mãos pelas coxas dela, apertando-as. Como um choque, acordei e me vi caminhando a passos apressados até a garota e virando o rosto dela beijando-a com saudade, raiva, desejo e o mais recente de tudo, porém o mais intenso, paixão. Mordia seus lábios enquanto ela puxava minha língua para sua boca no intuito de chupa-la. Apertei seu seio direito e ela gemeu contra meus lábios. Quando parti o beijo, vi a boca de Channing chupando seu outro seio e ela jogou a cabeça para trás. Ainda se masturbava com o dedo, mas logo vi seu dedo ser substituído pelo vibrador prata que estava ao seu lado. De repente, ela o ligou e começou a gemer descontroladamente enquanto escorregava-o pela sua vagina molhada. Dei chupões em seu pescoço, mas meus olhos acompanhavam todos os movimentos que ela fazia com o vibrador. Channing passou os beijos para o pescoço e logo beijava a boca da minha psicóloga avidamente. Eu podia ver as línguas dos dois se movendo até fora das bocas, o que me deixava enciumado, mas eu apenas relevei. 






















Ele não é melhor que eu. Sou eu que faço ela enlouquecer.

Olhei sua mão que movimentava o vibrador e quando ela estava para enfiá-lo dentro de sua vagina, eu parei sua mão. Ela partiu o beijo com Channing e me olhou confusa. Eu apenas passei minha língua por seus lábios e desci até de frente à sua vagina pingando desejo. Desatei as fivelas que prendiam a cinta com as meias e logo fui retirando a renda beijando cada parte de pele exposta a mim. Fiz o mesmo processo com a outra perna e quando terminava de tirar as meias, voltava os beijos até sua coxa e mordia levemente, chupando a pele macia. Ela gemia e eu a olhei vendo seus olhos revirarem nas órbitas. Channing beijava seu pescoço e descia de vez em quando para seus seios, aproveitando para apertar e chupar forte. Ele tentava retirar o corpete do corpo dela, mas preferia dividir sua atenção para os seios grandes dela.

Mordi sua virilha e ela arqueou as costas e murmurava baixo um “me chupe” e a única coisa que eu pude fazer, foi morder seu clitóris passando a língua levemente por ele. Estava grande e inchado, o que me deixava com mais vontade de chupa-lo. Chupei forte e ela gritou. Ouvi uma coisa ser jogada pelo quarto e vi que Channing havia tirado o corpete dela e começado a dar chupões em sua barriga. Abocanhei sua vagina por inteiro e passei a chupa-la rapidamente pincelando minha língua em cada lugar com uma velocidade que até então eu nunca tinha chupado ninguém. O gosto dela tomava conta da minha língua e eu queria somente sentir seu mel pincelar meu paladar. Cada vez que eu a chupava, mais eu a queria. Dei mais uma lambida em seu clitóris e fui passando a língua até sua entrada quente e extremamente encharcada por saliva e lubrificação.

Circulei sua entrada e logo a penetrei enfiando toda minha língua sentindo-a se contrair contra minha boca. Olhei para cima para fitar seu rosto contorcido e vi o dedo de Channing circulando seu clitóris e masturbando-a fortemente. Eu a fodia com minha língua cada vez mais e sentia o líquido dela aumentar a intensidade. Dei uma chupada forte e logo a senti arquear as costas e minha boca recebeu seu gozo de bom grado.

Chupei-a até que ela se derramasse por completo em minha boca. Levantei meu rosto encarando-a e ela estava com os olhos fechados e a respiração descompassada. Passei meus lábios por seu corpo até chegar em seus peitos, dando um selinho em cada um. Quando virei meu olhar para Channing, o mesmo estava sentado na beira da cama chupando o dedo que havia estimulado Vanessa e sua mão fazia movimentos de vai e vem em seu pau. Continuei meu caminho pelo corpo de Vanessa até alcançar seus lábios e beijá-la. Beijei-a com toda a vontade que eu sentia de rasga-la ao meio. Ela explorava minha boca com sua língua no intuito de conseguir mais e mais do gosto de seu gozo e eu apenas a retribuía, mostrando o quanto era bom ter o seu gosto em minha boca. Com um grunhido, ela me empurrou com força e eu caí na cama fitando-a confuso. Ela estava com raiva? Queria desistir?

Mordeu o lábio inferior fortemente e puxou Channing pela gola da camisa social levantando-a rapidamente, expondo o corpo de mauricinho que ele tinha. Passou as unhas sobre as curvas do abdômen do outro e ele fechou os olhos, suspirando baixo. Fitei aquela cena com raiva, sentindo o ciúme tomar conta das minhas veias, possivelmente se misturando com meu sangue e antes que eu pudesse fazer alguma coisa, senti duas mãos nervosas arrancarem minha camisa, fazendo botões voarem para todos os lados e uma boca desesperada beijar meu peitoral até meu baixo ventre.
- Filho da puta, vai se ver comigo agora. – ela sussurrou e eu estremeci sentindo meu pau ficar ainda mais duro. Ela puxou Channing pelo cós da calça enquanto beijava-o com violência e com uma mão desabotoava minha calça jeans e massageava meu pau preso pela boxer preta. Joguei a cabeça para trás e gemi baixo enquanto ela fazia movimentos delongados sobre meu pênis.

- Mais rápido, doutora. – pedi ainda de olhos fechados e ouvi o estalo de beijo, o que me indicava que ela havia parado de beijar o idiota Channing. Ela deu um riso maldoso e logo ouvi um zíper ser aberto e um gemido involuntário escapar pelos lábios vermelhos do cara. Abri os olhos e encontrei ela massageando o pau do cara e ele morder os lábios enquanto acariciava os cabelos brilhosos de minha psicóloga.

- Fiquem de joelhos. – ordenou e prontamente nos ajoelhamos um de cada lado dela e com uma habilidade invejável, colocou ambos os pênis para fora e começou a masturbar. Masturbava tão rápido que minhas pernas tremiam, o que me fez ficar incomodado com a calça. Tirei sua mão de meu pau por um segundo para ficar completamente nu em sua frente e logo ela voltou a me masturbar. Channing estava tão absorto no prazer que estava sentindo que nem ao menos se ligou com a calça que ainda estava em seu corpo.

Ainda sem parar de nos masturbar, ela abaixou o corpo e inclinou a cabeça, passando a língua em minha glande e chupando-a em seguida. Gemi alto ao sentir sua boca quente e deliciosa de encontro com meu pau e ela o sugou até a metade, voltando até a ponta dando uma leve mordida. Obscenidades se passavam pela minha cabeça, mas não conseguia pronunciar nenhuma. Apenas sentir a sensação de seus lábios me chupando, me dando prazer. De repente, sua boca saiu de meu pau e eu abri os olhos com um desespero visível. Logo vi sua cabeça se movimentar até o pau de Channing e um gemido sofrido sair por entre os lábios do cara. Sua mão em meu pau ainda se movimentava, mas sua atenção estava em outra coisa que não era eu. 

Sua cabeça se movia em direção ao quadril de Channing e ele gemia tão alto que eu começava a sentir raiva.

- Vai, chupa tudo. Eu sei que você gosta de chupar um pau. – ele dizia e eu via a cabeça de Vanessa se movimentar mais rápido em direção ao quadril dele, o que indicava que o cara já estava começando a foder sua boca. Quando ele estava quase para empurrar a cabeça dela em direção ao seu pênis, ela o largou e voltou para mim, segurando o meu fortemente pela base e começando a chupar loucamente.

Gemi alto ao sentir sua língua enrolar-se ao redor de meu pau e meus olhos ficaram entreabertos enquanto eu sentia as sucções aumentarem cada vez mais. Olhei de relance para Channing, que ainda tinha o pênis sendo masturbado por ela, era obvio o prazer que ele sentia, mas também era mais que obvio o quanto ele estava nervoso por Vanessa ter o trocado justamente quando ele mais queria que ela o chupasse. Percebi o olhar de censura que ele me lançou e ali eu pude ver: ele queria me provocar. Ele tinha o intuito de deixar Vanessa louca por ele e só por ele. Mas é claro que nesse jogo, eu também sabia jogar. E ela era a minha garota. A garota por quem eu estava apaixonado. A garota por quem eu estava disposto a jogar tudo o que tinha para os ares. A garota que eu estava disposto a amar de verdade. Ele não ia estragar nada com apenas um ménage idiota. Eu sabia que Vanessa também gostava de mim e isso só me deixava mais seguro. Eu era o melhor, não era?

Ela continuava me chupando forte e eu passei a segurar sua cabeça e comecei a lentamente enfiar meu pau por completo em sua boca. No início fui com calma para ela conseguir relaxar a garganta, mas depois fui aumentando gradativamente a velocidade e logo estava fodendo sua boca. Channing continuava sendo masturbado, mas também aproveitava para dar tapas fortes na bunda de Vanessa e apertava a pele farta de suas nádegas. Eu já estava começando a sentir o formigamento em minha espinha, que anunciava a chegada de um orgasmo intenso, mas antes que eu pudesse exclamar um gemido de rendição ao prazer, ela parou de me chupar e logo sua boca estava chupando Channing mais uma vez. Senti vontade de gritar, chutar, espernear. Como assim ela para de me chupar justamente na hora que eu mais precisava que ela chupasse? Eu estava para gozar, porra!

Ela chupava Channing com a mesma força que me chupava e logo o cara estava enfiando o pau todo na boca dela e ela engolia como nunca. Sua mão que me masturbava deu um leve aperto em minha glande e eu senti que ia explodir. Channing também estava quase em seu limite, pois seus músculos estavam saltados e suas veias expostas.

- Vou gozar, Nessa... – ele avisou e ela parou de chupa-lo rapidamente, voltando para chupar meu pau. Mordi o lábio ao senti-la me engolir por inteiro e logo a queimação parou em minha virilha.

- Nessa... – avisei e ela parou de me chupar ficando, agora, com a coluna ereta e erguendo o rosto para cima, suspirando pesadamente. Seus lábios estavam vermelhos e entreabertos enquanto suas mãos nos masturbava habilidosamente. Logo a queimação que estava em minha virilha tomou conta de meu pau e saiu para fora em jatos de esperma quente e tomaram conta dos peitos da minha psicóloga, assim que percebi que Channing também estava gozando e seu esperma escorria do pescoço até os peitos de Vanessa. Ela sorriu alto enquanto recebia nosso prazer em seu corpo e suas mãos também estavam sujas de sêmen.

Deu uma chupada na glande de Channing passando a língua nos lábios depois que sentiu o gosto dele em sua língua e depois veio para o meu pau circulando meu freio com sua língua e dando chupadas frequentes me fazendo quase endurecer novamente.

Me puxou para um beijo ardente e eu engolia sua boca imaginando as obscenidades que eu queria fazer com aquele corpo, com aquela boceta. Eu queria rasga-la com meu cacete, queria que ela visse que era eu quem a deixava louca. Ela cortou o beijo puxando minha língua com a sua e logo passou a beijar Channing com a mesma força que havia me beijado.

Passei a beijar seu pescoço de um lado enquanto Channing beijava do outro. Apertei seu peito e passei minha mão de sua barriga até sua vagina, acariciando-a com meus dedos. Ela suspirou alto e logo comecei a masturba-la com meu dedo médio e Channing roçava os lábios em seu mamilo rosado. Passei a me dedicar à sua vagina e comecei a estimula-la com mais força, sentindo-a ficar ainda mais molhada. Esfreguei meus dedos em seus lábios vaginais e logo os abri procurando sua entrada e roçando meu dedo ali. Ela suspirou e logo enfiei meu dedo ali sentindo-a aperta-lo com seus músculos.

- Porra, você é muito apertada, doutora. – falei sentindo-me ficar duro enquanto enfiava outro dedo dentro da vagina apertadinha dela. – Gostosa. Engole tudo com essa boceta gostosa. – falava em seu ouvido enquanto enfiava meus dedos até o limite dentro dela. Ela gemeu alto e jogou uma lufada de ar em meu ouvido.

- Deixa ele te foder com os dedos, deixa. – Channing sussurrou no ouvido dela e ela mordeu o lábio inferior logo passando a língua por eles. Meti outro dedo dela e senti que sua vagina estava ficando realmente apertada. Olhei para Channing que sorriu maliciosamente. Era hora de pegar aquela médica de jeito.

Tirei meus dedos de dentro dela e deitei sobre a cama, puxando seu corpo para o meu. Ela me deu um beijo e logo senti meu pau ser segurado e logo entrar em seu corpo quente e extremamente apertado. Fechei meus olhos fortemente e ela abriu a boca em um gemido longo enquanto meu pau era engolido por sua vagina apertada. Ao entrar por completo, ela apenas ficou parada acostumando-se com meu tamanho em seu corpo e logo começou a subir e descer em meu colo. Segurei em sua cintura soltando o ar pesadamente enquanto ela apertava seus peitos enquanto quicava em meu colo. Channing segurava seus peitos apertando-os e dando beijos em seu pescoço e ela fechava os olhos enquanto abraçava a nuca do cara com uma mão. Beijava a boca do indivíduo e logo a mão dele passeou por sua barriga até encontrar seu clitóris e espreme-lo.

- Zachary está te fodendo gostoso? – ela sorriu e olhou em minha direção, assentindo, mordendo o lábio inferior depois, mas logo fechava os olhos enquanto eu dava trancos fortes na penetração em sua vagina. – Eu quero muito te comer aqui. – ele disse batendo a bunda dela e eu endireitei meu corpo ficando sentado na cama. Olhei enfezado para o cara que apenas sorriu. – Calma, ciumento. A garota é sua, apenas estamos realizando um fetiche. – ele piscou para mim e eu rolei os olhos. Afundei meu rosto na fenda de seus seios e ela abraçou minha nuca ainda quicando em meu colo. Senti meu pau ficar encharcado.

- Vai logo. Ela está para gozar. – avisei contra os peitos dela e ela sorriu direcionando sua boca ao meu ouvido.

- Obrigada. – ela sussurrou e logo me deu um selinho demorado. Sorri e olhei seus olhos. Ela me olhava com os olhos brilhantes e ali eu pude ver algo que eu nunca havia visto em seus olhos. Ela realmente gostava de mim. – Gaveta, Dan. – ela disse e logo fechou os olhos movendo-se com mais delicadeza sobre meu pau.

Logo Channing estava com um pote de lubrificante em suas mãos e pegava boa quantidade enquanto procurava a outra entrada de Vanessa e melava com o produto. Ele passou boa quantidade em seu pau e logo se posicionou atrás de minha psicóloga. Ela olhou para mim com os lábios presos entre os dentes e a expressão nervosa. – Me beija? – perguntou e eu não respondi nada, apenas capturei seus lábios com os meus e comecei um beijo devagar, mas que aos poucos foi ficando rápido. Ela parou de se mover contra meu pênis e logo a sentir soltar um gemido dolorido e abri meus olhos vendo Channing enfiando o pênis nela por trás. Ela tinha os olhos fechados e os lábios presos entre os dentes, tão presos que eu podia vê-los esbranquiçados.

- Calma, Nessa. Só mais um pouco. – Channing falou e eu sentia Vanessa tensa em meus braços, mas logo que ouvi um gemido escapar dos lábios do cara, soube que ele havia enfiado tudo. Beijei cada pálpebra de Vanessa e dei um selinho demorado em seus lábios. Ela sorriu e logo abraçou minha nuca me fazendo deitar sobre os travesseiros e logo ela começou a se mover sobre mim.

Quando Channing deu a primeira estocada, ela arqueou as costas e gemeu alto contra meus lábios e logo passou a subir e descer em meu pênis com um pouco mais de agilidade. Channing a pegava por trás com calma, até que ela se acostumasse e deixasse que nós a fodesse do jeito mais prazeroso.
Depois de poucos minutos, Vanessa movia-se rapidamente em cima de mim e Channing a fodia por trás rapidamente, o que originava o som do encontro de nossos sexos. Eu revezava minhas mãos entre os peitos, a cintura e o clitóris de Vanessa, era difícil decidir um só, enquanto Channing apertava suas nádegas com força e dava alguns tapas fortes que a fazia gemer mais alto.

Os nossos gemidos tomavam conta do quarto e logo senti um arrepio forte em minha espinha e senti Vanessa apertar meu pau com seus músculos internos.

- Porra, está me apertando! – Channing exclamou jogando a cabeça para trás e eu apenas gemia enquanto sentia Vanessa me apertar mais ainda. – Está me enlouquecendo, Hudgens!

Ela sorriu e logo senti meu pau ficar mais molhado e soube que ela havia gozado. Não aguentando mais segurar o meu prazer, deixei que meu gozo viesse em jatos fortes para dentro de seu corpo delicioso. Logo ouvi Channing urrar e soube que ele havia gozado. Vanessa passava a língua sobre os lábios e tinha a respiração descompassada, assim com a minha e a de Channing.

Deitei minha cabeça com força sobre os travesseiros com um sorriso no rosto. Foi uma experiência e tanto. Senti muito ciúme sim, Channing estava me provocando sim, mas o melhor foi que eu vi que Vanessa realmente gostava de mim e não se abalou mesmo tendo outro homem ao seu lado a desejando. Para ela, era somente eu que importava de verdade. Senti seu corpo cair sobre o meu e a abracei forte, beijando seu ombro enquanto ela escondia o rosto em meu pescoço. Channing estava jogado em algum lugar da cama e logo ouvi seu riso tomar conta do silêncio do local.

- Nunca que eu imaginava que um ménage era bom assim. – ele disse com a voz cansada e eu sorri, concordando. Vanessa permaneceu quieta em cima de mim.

- Concordo.

Channing levantou-se e fitou Vanessa em meu peito e sorriu alto.

- Sério que ela dormiu? – olhei para Vanessa e vi seus olhos fechados enquanto sua respiração estava se acalmando. Cutuquei-a, mas ela nem se moveu. Olhei para Channing e sorrimos alto.
- Parece que sim. Fraca. – balancei a cabeça negativamente e logo o cara levantou-se vestindo sua boxer em seguida.

- Você gosta dela, não é? – fiquei surpreso com a pergunta e olhei para ele confuso. Ele sorriu balançando a cabeça e logo me olhou. – Ela é apaixonante mesmo. Quase caí de amores por ela. - olhei-o com mais confusão e ele sorriu alto. -–Calma, cara. Eu disse quase.

- Por que está me falando isso?

- Pensa que eu não vi o seu ciúme? Desde a boate, você parecia querer arrancar minha cara.

Sorri nervoso e acariciei os cabelos de Vanessa sentindo sua respiração calma bater em meu pescoço.

- Desculpa, eu...

- Eu sei. Pensou que eu queria rouba-la de você. – ele riu. – Por um momento eu pensei em fazer isso, mas depois que vi a maneira como ela te olhou... Eu desisti na hora. – mordi o lábio inferior e um sorriso involuntário tomou conta de meus lábios. – Ela gosta de você, cara. Se eu fosse você, eu não pensaria duas vezes antes de pedi-la em namoro. – ele piscou o olho e ao olhar o relógio perto do criado mudo arregalou os olhos. – Preciso ir. Está tarde. Mande um beijo para Vanessa, sem ressentimentos – ele disse levantando as mãos em forma de rendição e eu apenas sorri. – Cuide dela, Zachary. Nos vemos por aí. – ele disse enquanto afivelava seu cinto e saía do quarto me dando um aceno que eu apenas respondi com um balancear de cabeça.

Suspirei alto olhando para o teto do quarto.

Vanessa gostava de mim.

Então ela realmente gostava de mim.

Abracei seu corpo nu mais junto ao meu e sussurrei contra seus cabelos, ciente de que ela não iria ouvir, mas ciente de que era tudo o que eu queria dizer naquele momento.

- Acho que estou amando você.

Como se tivesse ouvido, ela me abraçou forte e sua respiração agora batia em meu ouvido.
Eu ficaria aquela noite com ela ali. Era tudo o que eu queria. Foda-se a Melissa. Eu estava com a mulher que eu queria estar e não gostaria de estar em qualquer outro lugar. Ali era meu lugar. Nos braços da minha psicóloga. Da minha Vanessa.


+++


+++

Oi meninas!!!Estava louca de saudades de vocês. 
Me perdoem por ter demorado a postar,
mas para compensar aqui está um mega capítulo para vocês. 
Espero que tenham gostado!!!
Logo abaixo segue o link da fanfic da Justaboring Day. 
A história mal começou e eu já estou amando. 
Acompanhem também, vocês vão amar.

5 comentários:

  1. Capitulo megaa hot mas eu ameii e já estou mega
    ansiosa pelo próximos capitulo ou melhor quando
    o Zac voltar para casa e encontrar a Melissa.
    Postaaa mais vai e posta logo por favorr

    ResponderExcluir
  2. Gentchee, eu tô é morta com esse capítulo.
    Sério, que capítulo foi esse?
    Ultra mega hot.
    Vanessa safada kkkk
    Estou até imaginando a confusão que o Zac vai enfrentar ao voltar pra casa.
    Ansiosa pelo próximo.
    Posta loguinho
    Bjos

    ResponderExcluir
  3. Que fofo o final desse cap,ele tem que falar a verdade logo.Desculpa não ter comentado nos outros ,é pq eu meio que to sem tempo e acabei demorando pra ler um cap todo e acumulando,sorryy.Posta mais bjs bjs

    ResponderExcluir
  4. Desculpe não ter comentado o cap anterior... Mas aqui estou eu!!
    Que capítulo hein!? Achei muito fofo o q o Zac disse no final de estar amando ela!! Mas ele tem q contar logo a verdade...
    Posta mais..
    Xoxo

    ResponderExcluir
  5. Mds que capitulo é esse? É muitooo hot, e falando isso ate parece que a gente não gosta ne hahahahaha amei, amei, amei!!! Continua rapido Rafa! To com medo da reação dela quando descobrir que ele é casado!

    ResponderExcluir