6 de agosto de 2015

Psychology Of Sex 2 (Capítulo 2)

- Hm, hoje eu vou escolher por nós dois. – falei enquanto sentia o olhar dela sobre mim. – O que acha de pedirmos espaguete ao molho branco e um frango a Xangai? – perguntei fitando-a. Ela assentiu e logo tomou o cardápio de minhas mãos.

- Eu sei que eu quero batata frita, se você não se importa.


- Wow, sério?


- Sim. Vai me dizer que não gosta! – falou olhando-me com os olhos arregalados.


- Gosto. E o que vai beber? Pode escolher. – ela olhou o cardápio e depois o colocou de lado.


- Se incomoda se bebermos algo com mais álcool? Eu realmente não consigo sair sem beber uma dose ou duas. – sorri assentindo e logo chamei o garçom. Fizemos os pedidos e enquanto esperávamos começamos a conversar. – O que você faz da vida, Zac? Digo, trabalha com o quê?


- Tenho uma banda. – ela me olhou surpresa. – Chama-se Marron 5  . Estamos gravando nosso primeiro CD. Não somos muito famosos ainda, mas acreditamos que quando mandarmos a demo para uma rádio, iremos ser um pouco reconhecidos.


- Nossa, que máximo! E você é o que na banda?


- Vocalista e guitarrista. Toco violão também, mas prefiro a guitarra. Companheira de anos e anos. – falei sorrindo enquanto ela me olhava com um brilho nos olhos. Falei sobre o estilo da nossa banda e ela se interessou. – Inclusive, foi um amigo meu da banda que me indicou você para uma consulta. – sorri malicioso e ela retribuiu.


- Sério? E... Esse amigo sabia do seu... Problema? – ela perguntou rindo baixinho.


- Claro que não. – menti. Nunca que eu contaria que Chris sabia de algo. – Eu apenas disse que estava com uns problemas pessoais e ele me indicou o psicólogo. Se bem que... Eu o agradeço bastante por isso. – falei sorrindo maliciosamente e ela retribuiu enquanto passava o salto de seu sapato em minha perna lentamente. Mordi o lábio inferior e estava me achegando a ela para beija-la, mas os pedidos haviam chegado e eu tive que me controlar. Merda.


Enquanto eu comia um pouco de cada, Vanessa apenas aproveitava a batata, o que eu achei bem estranho.


- Não vai comer o espaguete e o frango? – perguntei apontando a comida na mesa.


- Batata frita é sagrada, Zac. – ela disse com um tom tão infantil que me deu vontade de apertar as bochechas rosadas dela.


- Quantos anos você tem, Vanessa? Porque, você sabe a minha idade, mas eu não sei a sua. – falei enquanto tomava um gole do vinho que havíamos pedido.


- Tenho vinte e seis. – ela disse se servindo do espaguete.


- Sério? É que você não aparenta ter vinte e seis e sim uns... Vinte e nove? – falei e ela sorriu.


- Às vezes as pessoas confundem. Mas, graças a Deus sou três anos mais nova.


- Você se formou há pouco tempo? Onde estudou?


- Me formei ano passado. Estudei em Cambridge. Foram difíceis os anos na faculdade, pensei que ia sair de lá com quase trinta anos, mas eu entrei adiantada. Consegui sair bem mais cedo. – ela disse olhando para mim.


- Então St. Tomlin é o seu primeiro emprego? – ela negou.


- É o meu segundo. Ano passado eu trabalhava no hospital de Cambridge, mas me transferiram para cá. Disseram que ia ser uma boa experiência ter um consultório “quase meu”. E foi mesmo. – ela disse piscando o olho para mim e eu sorri.


Conversamos sobre várias coisas, o que ela gostava de fazer, as coisas que tínhamos em comum. Vanessa por incrível que pareça, gostava de dormir. Eu já sou mais enérgico, gosto de festas, bebida e coisas do tipo. Ela me disse que saía às vezes e logo vi a oportunidade para chama-la para sair comigo a festa com os dudes.


- Sexta-feira irei numa festa com os caras da banda. Vai ser legal. Gostaria de ir? – ela me olhou surpresa enquanto comia um pedaço de sua tortilla de chocolate.


- Adoraria ir. Mas eu tenho que ir numa outra festa que havia combinado há dias com minhas amigas. Estou devendo isso para elas, a gente nunca mais saiu depois que comecei a trabalhar. – ela deu um sorriso triste.


- Então não vai poder ir? – peguei sua mão fazendo um carinho, tentando persuadi-la a ir.


- Onde vai ser? Quem sabe podemos comemorar todos no mesmo lugar, hein? – ela disse eu sorri.


- Os caras não me disseram o lugar ainda, mas na semana irei lhe falar. Tomara que vocês venham então. São quantas amigas?


- Três. Quatro comigo.


- SÉRIO? – exclamei. – Somos em quatro comigo também, olha que maravilha! – falei sorrindo e ela sorriu alto. Combinamos de nos falar durante a semana para ajeitarmos a festa de sexta. Agora sim, ela queria que as amigas fossem no mesmo lugar que a gente e, segundo ela, adoraria passar outra noite comigo.


Ao terminarmos, pedi a conta e Vanessa insistiu em pagar a metade. Neguei até que a mesma me lançasse um olhar mortal e logo aceitei. Eu que queria pagar a conta, mas... Mulheres.
Fomos em direção a saída e aproveitei para dar-lhe um selinho demorado. Eu estava com tanta vontade de beija-la e mais ainda depois de conhece-la melhor e ver o quanto ela era incrível. O manobrista trouxe o carro para nós abrindo a porta para Vanessa e, mesmo que eu quisesse fazer aquilo, fui e sentei no meu lugar. Em poucos segundos, estava dando partida e saindo do restaurante.


- Obrigada pelo jantar, Zac. Foi extremamente agradável. – ela falou enquanto pousava uma de suas mãos delicadas em minha perna.


- Nem precisa agradecer. Podemos fazer isso mais vezes quando quiser. – olhei-a sorrindo e roubei um selinho de seus lábios rapidamente. Ela mordeu o lábio inferior e continuou me encarando, revezando seu olhar entre mim e a frente.


Estávamos no meio do caminho, em um lugar um pouco escuro onde se passavam poucos carros, quando senti uma mão na minha virilha. Estremeci olhando para baixo e vendo sua mão perigosamente perto do meu pênis.


- Vanessa, Vanessa... Eu estou dirigindo. – falei enquanto ela acariciava minha virilha com movimentos circulares.


- Eu sei que está... – ela sussurrou perto do meu ouvido e eu me arrepiei. – E sabe que eu acho isso completamente excitante? – mordeu meu lóbulo e soprou onde estava úmido. Mordi o lábio inferior e parei o carro. – Quem mandou você parar?


- Do que você está falando, doutora? Quer que eu continue dirigindo? – perguntei confuso para ela que sorriu minimamente.


- Sim, eu quero. Dirija bem calminho... – ela disse lentamente enquanto mordia o lábio inferior. Dei de ombros e liguei o carro dirigindo menos que 20 km/h. 

Ela deu uma risadinha soltando uma lufada de ar em meu pescoço enquanto acariciava o mesmo com a ponta fina do nariz. Eu fechei os olhos com força abrindo-o logo em seguida tentando me concentrar na direção do carro, mas ao mesmo tempo sem perder nenhuma das carícias que minha psicóloga me oferecia. Sua língua de repente fazia desenhos abstratos em meu pescoço e de vez em quando era substituída por seus dentes arranhando minha pele sensível. Sentia cada vez mais arrepios por todo o meu corpo que logo se concentravam em meu sexo fazendo-o enrijecer-se cada vez mais. Apertava o volante com certa força enquanto a mão pequena de Vanessa passava do meu peito até o cós da minha calça, que já estava ficando apertada.


- Eu já te disse o quanto você é gostoso, Zac? – ela soprou no meu ouvido passando a língua pelo lóbulo logo depois. – Já te disse o quanto você me dá tesão? – ela desabotoou minha calça logo abaixando o zíper e me fazendo suspirar ao sentir sua mão encostando em meu pênis por cima da calça. – Tanto tesão com esse seu rosto concentrado em dirigir esse carro... Suas mãos apertando o volante e passando a marcha me fazem ficar toda molhada – ela disse as últimas palavras num sussurro sensual e logo sua mão entrou por dentro da minha boxer tocando meu pênis quente e pulsante. Acelerei um pouco a velocidade do carro quando ela movimentou sua mão para cima e para baixo. – Ah, não. – ela disse apertando meu pau e eu gemi, quando na verdade queria gritar. – Não acelere as coisas... Está tão divertido assim, meu querido... – diminui a velocidade, enquanto ela aumentava os movimentos em meu pênis. Seus dedos eram delicados da base para cima, enquanto que quando chegasse à cabeça, leves apertões pela minha glande eram distribuídos. A cada momento que a masturbação ficava cada vez mais rápido, sentia o suor descendo pelo meu rosto e costas e meu pênis ficando úmido pela excitação sem explicação que eu sentia.


Um grito sofrido saiu de minha garganta no momento que senti sua língua quente contornar minha glande. Apertei o volante com força e quando fui mudar a marcha, minha mão encostou na bunda de Vanessa apertando enquanto ela abocanhou meu pau de uma só vez me fazendo jogar a cabeça para trás do banco. Queria fechar os olhos e aproveitar a sensação única que minha psicóloga me oferecia, mas seria arriscado por causa das curvas perigosas que aquela estrada tinha. Coloquei minha mão em sua cabeça que se movia no intuito de me dar um prazer inigualável, mas eu tinha que tirar de vez em quando para mudar a marcha ou virar o volante. Ela chupava meu pau com tanta habilidade, com tanta destreza que eu senti que iria enlouquecer se não parasse aquela porra de carro. Suas unhas grandes arranhavam minha coxa e ela estava me deixando completamente maluco.


- Nessa... Vanessa... – falei ofegante enquanto acariciava seus cabelos e mesmo contra a minha vontade, a puxei para cima. Ela me fitou com o olhar irritado e ao mesmo tempo confuso, seus lábios estavam completamente vermelhos e por mais que eu quisesse que ela parasse de me provocar, ela continuou me masturbando, me fazendo suspirar e ela me olhar com malícia. – Porra, me deixa parar esse carro. Eu realmente estou me concentrando, mas não estou conseguindo mais. Por favor, eu preciso te comer agora. – ela sorriu e não demorei tempo algum até encostar e desligar o carro. Parti para cima dela beijando-a com força e vontade, e mesmo que sorrindo, ela retribuía com toda a força que havia dentro dela. Nos beijávamos mudando a direção de nossas cabeças e suas mãos agarravam os cabelos de minha nuca me fazendo arfar pela excitação já aguçada por ela.























Puxei-a para sentar-se em meu colo sem ousar interromper o beijo e passei as mãos por suas curvas destacadas pelo vestido extremamente excitante que ela resolveu usar. Passei as mãos de sua cintura até seus seios grandes e os apertei sentindo-os duros e excitados. Deslizei as mãos para sua nuca tentando achar alguma coisa que tirasse aquelas alças malditas. Encontrei um pequeno botão e logo o abri fazendo com que as alças caíssem e a fenda de seus seios se tornasse completamente visível. Desci meus beijos para o pescoço dela chupando forte a pele perfumada e logo passando a língua por seu colo que estava ficando avermelhado. Mordi a parte vermelha ouvindo um gemido escapar de seus lábios e ela se movimentar por cima de meu pênis descoberto, fazendo uma fricção prazerosa e torturante com sua vagina já bastante molhada. Sentir o calor de Vanessa sobre meu pau me fez abaixar seu vestido até o mesmo deixar livre seus seios rosados e empinados, que imploravam por atenção e não demorei a morder e sugar seu mamilo nervoso. Vê-la sem sutiã só me deixou mais louco de prazer por aquela mulher extremamente deliciosa. Peguei as laterais daquelas bolas gigantes caindo de boca naquela carne tentadora que eram os peitos de minha médica. Pressionava meu rosto por entre a fenda de seus peitos passando a língua ali por dentro e lembrando-me da espanhola que havia sido coincidida para mim. Voltei minha atenção à seus mamilos abocanhando o máximo que podia de seus peitos. Uma de minhas mãos desceu até encontrar sua coxa e apertá-la com força.

- Porra Zachary, filho da puta! – ela exclamava e cada obscenidade que saía daquela boca me fazia endurecer e minhas veias íntimas saltarem.


Sua mão voltou a me masturbar e logo eu também acariciava sua intimidade molhada sobre a calcinha, que pelo meu tato, parecia ser de renda. Senti meus dedos ficarem úmidos e em um modo automático e louco de minha parte, puxei seu vestido para cima na velocidade da luz e não resisti caindo de boca em seus peitos que balançaram com a tirada agressiva de seu vestido. Ela parou de me masturbar e logo deitou seu corpo em cima do volante, me fazendo ter a visão de seu corpo escultural. Sua cintura fina completamente marcada por curvas, sua barriga lisa e branca com manchinhas gostosas que eu não havia visto da outra vez e sua calcinha pequena rendada, que mostrava uma bela visão de sua vagina lisa. Balancei a cabeça negativamente olhando-a com luxúria e logo seu dedo foi de encontro à seus lábios, chupando-o vagarosamente. Passei um dedo acima da barra de sua calcinha e logo postei dois dedos de cada lado da peça puxando-a rapidamente, fazendo com que a mesma se rasgasse e Vanessa soltasse um gemido de dor.


- Ah, minha querida... – falei fingindo preocupação. – Espero que não se importe com esta peça aqui. – mostrei a calcinha que estava entre meus dedos, na verdade, mostrei a metade dela porque a outra deveria estar em algum lugar desse carro que não me interessava saber. – Ela é muito linda, mas me pareceu insignificante agora.


Vanessa sorriu alto jogando a cabeça para trás e logo meu dedo foi de encontro à sua intimidade quente e molhada. Ela gemeu enquanto apertava os mamilos dos seios e eu contornei sua extensão fazendo questão de encostar a ponta de meu dedo na entrada, enquanto ameaçava penetrá-la. Ela arqueou o quadril e eu resolvi tortura-la assim como ela me torturou enquanto eu estava dirigindo. Toquei seu clitóris inchado e fiz movimentos circulares e fortes arrancando gemidos estridentes da mulher, que ficava cada vez mais ensandecida com meus carinhos íntimos. Não aguentei e penetrei-a com dois dedos fazendo movimentos circulares sentindo as paredes internas de Vanessa úmidas e extremamente quentes. Sentia meu pênis implorar por atenção, mas antes eu teria que cuidar daquela mulher gostosa que estava em meus braços, perto de seu ponto máximo. Penetrei mais um dedo enquanto sua vagina engolia-os com pressa e logo senti meus dedos serem apertados por seus músculos e ela dar um gemido mais alto relaxando logo que senti meus dedos mais úmidos. Não esperei tempo algum e chupei os dedos sentindo seu gosto tomar conta de meu paladar. Aquela mulher tinha o gosto mais viciante que eu já tinha provado em todos aqueles anos como exímio pegador. Vanessa era viciante. Porra de mulher gostosa.


Saboreei seu gosto sentindo-me no ponto. Precisava dela agora ou então eu não aguentaria segurar e gozaria ali mesmo. Mas eu preferia gozar dentro daquele corpo quente e selvagem. Puxei-a para mim e logo a senti segurando meu pau e sentando em cima do mesmo. Gemidos escapavam de nossas bocas à medida que meu pênis se encontrava dentro de seu corpo. Ela respirava com dificuldade e apertou meu pau duro com suas paredes internas e eu segurei em sua cintura. Ela sorriu mordendo meu lábio inferior e logo começou a se movimentar sobre mim, descendo e subindo enquanto rebolava. Movia-me junto com ela, fazendo questão de subir meu quadril quando o dela descia, tornando o encontro de nossos sexos ainda mais delicioso.


- Vai, gostosa, cavalga... Assim... – gemia enquanto ela soltava gemidos e apertava os seios. – Porra, você não tem noção do quanto me enlouquece. Vai, deixa eu te comer gostoso. – falei enquanto dava um tapa forte em sua bunda fazendo-a agarrar a minha nuca e me dar um beijo pingando tesão.


- Me come, Zac – ela dizia contra meus lábios enquanto se movimentava em meu colo com mais precisão. – Quero te sentir todinho dentro de mim. – senti uma força sobrenatural se apossar de mim e com um pouco de trabalho, a coloquei deitada no banco traseiro e fiquei por cima dela, puxando suas pernas para ficarem em meus ombros e voltei a penetrá-la, sentindo-a tão fundo que para abafar um gemido alto, passei a sugar seus seios. – Own, isso... Você sabe como me deixar louca, me chupa. – engolia seus seios a cada investida que dava em sua vagina e logo passei a estimular seu clitóris rapidamente enquanto ela gemia e eu largava seus seios com um estalo. Minha excitação estava mais do que avançada e quando dei um tranco forte sobre seu corpo suado, senti meu gozo ser liberado em vários jatos dentro do corpo de Vanessa, molhando suas paredes com meu líquido quente. Ela gemeu e me empurrou mais para dentro de sua vagina, mas eu sabia como fazê-la gozar novamente. E eu queria aquilo mais do que tudo.


Retirei meu membro de dentro dela ouvindo seu gemido de reprovação. Sorri e dei um selinho demorado nela que chupou meus lábios vagarosamente. Desci meus beijos por seu pescoço e colo, logo tirando suas pernas de meus ombros e as colocando abertas em minha frente. Fitei sua vagina brilhante e logo passei a suga-la com vontade, o que fez com que Vanessa colocasse as mãos em meu cabelo e puxasse, ora puxando os fios, ora prensando-a ainda mais de encontro à sua cavidade molhada. Penetrava minha língua completamente sentindo aquele gosto terrivelmente viciante tomando cada canto de minha boca e logo passei a chupar seu clitóris enquanto meus dois dedos a penetravam. Logo, ela apertou meus dedos e eu os substitui pela minha boca recebendo seu mel em meus lábios e tratando de engoli-lo todo. Chupei-a até que não restasse nada de seu gozo e logo ela me puxou para um beijo profundo, onde ela queria sentir seu gosto também, logo que circulava todos os cantos de minha boca com sua língua habilidosa. Finalizamos o beijo com um estalo e logo caí por cima dela, sentindo o costumeiro cansaço depois de uma boa transa. Ela sorriu e entrelaçou as pernas passando os pés vestidos pelo sapato de salto em minha bunda.


- Transamos com você de salto, é? – eu perguntei e ela sorriu safada mordendo o lábio inferior assentindo. – Você é gostosa pra caralho. – falei beijando seus lábios e ela sorriu alto.
- Ah Efron... Você definitivamente é melhor do que qualquer outro, sério. – me senti esquentar por dentro com aquilo. Na verdade, algumas garotas me falaram que eu era o melhor, mas Vanessa... Era experiente e por mais eu sentisse um resquício de ciúme ao pensar nisso, ela deve ter tido muitos homens e pensar que ela me achava melhor do que seus outros affairs me fez sentir algo por dentro.


- Melhor que todos os caras que caem de quatro por você?


- Melhor que todos eles e mais um pouco.


Sorri e lhe dei um beijo. Mas um beijo que para mim, era um beijo diferente. Sem todo o tesão acumulado, sem uma transa para que o usasse como desculpa para esconder gemidos, e sim um beijo que foi dado apenas por querer ser sentido. Um beijo compartilhado com uma mistura de sentimentos que, por mais que não revelados a mim antes, estavam se mostrando ali naquele exato momento.
Quebrei o beijo com um selinho demorado e logo tratei de abotoar minha calça enquanto Vanessa colocava seu vestido de volta. Cada movimento que ela fazia eu me sentia ainda mais encantado por ela, cada sorriso que ela lançava em minha direção e eu devolvia com certa adoração. Eu sentia que estava me entregando e me envolvendo depois de conhece-la mais a fundo, ver as coisas que ela tinha em comum comigo, ver o quanto ela poderia ser tão imperfeitamente perfeita aos meus olhos. Vi que passei muito tempo a observando enquanto meus pensamentos iam para longe que não percebi que ela falava comigo.


- O que disse, linda? – perguntei colocando agora toda a minha atenção enquanto ela desfazia a cara confusa para sorrir. Não consegui não sorrir de volta.


- Perguntei se você está bem. Estava tão distraído. – ela disse segurando minha mão e entrelaçando nossos dedos. Fitei a junção de nossas mãos e senti o quanto aquilo parecia ser perfeito.


- Não foi nada. Só estava pensando... – dei um selinho nela. – Vamos? – apontei para o banco e ela assentiu. Sem delongas fui para o banco do motorista e dei partida seguindo para o prédio de Vanessa.


- E quanto à festa? Combinamos durante a semana? – perguntou enquanto fazia um carinho gostoso em minha perna.


- Claro... Se bem que... Faço questão que você vá nessa festa comigo. Vou ficar decepcionado se não for. – coloquei minha mão sobre a sua entrelaçando nossos dedos. Ela sorriu e logo beijou o dorso de minha mão. Senti arrepios por todo o corpo e mesmo estranhando tal envolvimento com minha psicóloga, não desfiz nosso contato mesmo que às vezes a marcha tinha que ser mudada, mas não tardava em entrelaçar nossos dedos novamente.


Chegamos ao prédio de Vanessa com aquele clima bom instaurado ao redor de nós. Estacionei o carro e suspirei sentindo uma pontada no coração por ter que deixa-la ir embora. Senti seu olhar se virar para mim e fitei-a sorrindo. Ela era tão linda, tão única e agora tão minha.


- Obrigada por hoje, Zac. Foi uma noite perfeita. – ela sorriu passando os dedos sobre meu rosto. 


Fechei os olhos com seu toque. Apenas eu sabia o alvoroço que acontecia dentro de mim. Sorri para ela e a puxei para um beijo calmo e intenso. Ali eu depositava tudo o que eu estava sentindo e através daquele beijo eu sentia que ela estava se entregando da mesma forma que eu. Um envolvimento selado por um beijo. Nossas línguas se entrelaçavam com uma harmonia e sintonia que estávamos descobrindo recentemente. Ela rompeu o beijo com uma mordida leve em meu lábio dando um selinho em seguida. – Vou te ligar amanhã. – assenti e ela me deu mais um selinho saindo logo do carro. Observando-a andar em passos calmos até seu prédio até me dar um aceno e logo sair de minha visão, eu pude suspirar e prender os cabelos em meus dedos. Odiava sentir-me confuso como estava me sentindo. Tudo bem que a doutora Vanessa Hudgens era gostosa, linda, encantadora e extremamente apaixonante, mas eu não podia deixar me envolver dessa forma com ela. Querendo ou não, eu ainda era casado e por mais que eu não amasse Melissa do jeito de antes ou ao menos a suportasse, eu não queria nem imaginar quando esse fato chegasse aos ouvidos de minha “amante”. Sim, eu já estava considerando Vanessa minha amante, visto que não largaria ela tão cedo. E nem queria.


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Aí estáa mais um capítulo bastante hot para vocês!!!
 Meninas,quero saber se estão realmente gostando da fic. 
Podem criticar também, pois as críticas nos faz melhorar.
Mas cuidado com as palavras a serem usadas. 
Bom...É isso. E antes que eu me esqueça, gostaria de divulgar a nova fanfic da minha amiga Laura. Sigam e acompanhem. A fic promete *-*

4 comentários:

  1. Gentee eatou amando a sua fic. Está perfeito e estou adorando ver o zac e a Vane juntos, mas já estou pensa do na confusão que vai dar quando a Vane descobrir que o Zac é casado. Bjossss posta logooo

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  2. Nhaaaaaaaaa mds cada dia mais me apaixono por esse fic. Só acho que a Vanessa vai surtar quando souber que ele é casado! To doida pra ver a reação dela! Migaaa, obrigada por divulgar. To ansiosa pra começar a fanfic nova. Acho que vcs vão gostar hahahahaha. Continua em! Bjoo ❤️

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  3. Ooh deus estou cada vez amando mais e mais essa fic!!!
    Quero nem imaginar quando a Vanessa descobrir q o Zac é casado e a Melissa descobrir q o marido trai ela... Hahaha
    Posta mais
    Xoxo

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  4. Gentchee, que capítulos foram esses?
    Estou Morta feat. Enterrada.
    Essa fic é incrível, Rafa. Só hoje consegui colocar os capítulos em dia.
    Capítulo mega hot mesmo. Haha...já estou imaginando a confusão e a gritaria que vai ser quando a Melissa e Vanessa descobrirem a verdade.
    Ansiosa pelo próximo capítulo.
    Posta loguinho
    Bjos

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