29 de julho de 2015

Psychology Of Sex (Capítulo 3)

E depois dessa pergunta tudo veio à minha mente. Meu casamento com Melissa, Melissa, minha vida de antes, minhas transas passadas, minha falta de excitação para transar com minha esposa, a médica gostosa à minha frente. Olhei para entre as minhas pernas e vi o volume que se formava ali apenas por perceber o quanto Vanessa Hudgens era gostosa e olhei para a aliança em minhas mãos. Eu estava voltando a me sentir excitado. Eu estava com vontade de transar. Eu queria transar. E o que me impedia de transar com aquela médica era apenas o anel que estava em meu dedo anelar esquerdo. Se eu falasse que era casado, talvez a doutora me desse uma solução para resolver meu problema, mas tenho certeza: nunca iria ficar com aquela gostosa ou transar com ela. Se eu falasse que tinha uma namorada, eu poderia até pegá-la, mas não hoje e isso me deixaria extremamente desapontado porque voltar para casa com um desejo reprimido e não conseguir descontar ia ser frustrante. Se eu falasse que eu vivia sem compromisso, que eu era um qualquer que comia outra qualquer, ela provavelmente poderia se sentir mais uma na lista e não querer nada, era como se eu tivesse casado. Mas a diferença que era casado com um monte de mulheres. Então o meu único jeito era dizer que...

- Tenho uma ficante. Não é namoro, muito menos casamento e não sou dos que vivem sem compromisso.


Ela me olhou tentando procurar alguma mentira em meu olhar, mas minha seriedade deve ter convencido a garota, pois ela suspirou, anotou algo em uma ficha de anotações (que provavelmente seria a minha) e voltou seu olhar para mim.

- E como é o seu relacionamento com essa ficante? Por que tem problemas na cama com ela?


- Meu relacionamento com ela era bom até ela começar a ficar entediante. – era essa a palavra certa. Melissa estava ficando entediante.


- Entediante como?


- Simplesmente não sinto mais prazer em transar com ela. Toda vez que eu tento, eu não consigo continuar. Ela não me excita mais.


Vanessa assentiu e escreveu mais um pouco, voltando seu olhar para mim.

- Não tem nenhum tipo de relacionamento com ela que firme um compromisso, certo? Não se interessa em casamento com ela? – ela me perguntou novamente e entrelacei minhas mãos embaixo da mesa e senti a aliança em meu dedo. Se eu quero mentir, tenho que mentir direito. Se eu estou afim de trair Melissa com a doutora gostosa, tenho que esconder essa aliança. Discretamente, fui deslizando a aliança de meu dedo enquanto respondia a pergunta de Vanessa.


- Não. Nenhum tipo de compromisso ou interesse em casamento. – nesse momento a aliança se encontrava na palma de minha mão. Precisava levantar para colocar no bolso da frente, sem deixar que o anel caísse. – Posso beber um copo d’água? – apontei para o bebedouro perto do divã e ela assentiu sorrindo. – Obrigada.


Fui em rumo ao bebedouro colocando a aliança dentro do bolso e suspirando aliviado enquanto olhava Vanessa de canto de olho. Estava atenta demais em suas anotações para que percebesse a minha movimentação suspeita. Coloquei um pouco de água no copo e bebi rapidamente voltando a me sentar em frente a ela que voltou seu olhar a mim com o mesmo sorriso simpático e estonteante.

- Voltando ao que interessa... – ela disse ajeitando os óculos em seu rosto. – Já que com a sua ficante você não se sente mais na condição de ter uma transa de verdade, já experimentou procurar outra pessoa para ver se acontece a mesma coisa? Experimentar coisas diferentes às vezes pode te ajudar bastante, sabia? – ela respondeu sorrindo de um jeito que, pela minha experiência, diria que ela estava me jogando uma cantada. Dei uma gargalhada jogando a cabeça para trás e a fitando de uma forma maliciosa.


- Posso garantir que você está certa. Realmente, coisas diferentes podem ajudar. – falei piscando o olho e ela arqueou uma sobrancelha.


- Se você garante que estou certa, o que está fazendo aqui então Zac? Se você sabe que é só procurar outra parceira, por que está pedindo conselhos para mim?


- Porque eu acabei de descobrir isso agora.


Ela arregalou os olhos e por um momento pensei que todo aquele jogo iria acabar ali. Ela iria me mandar embora e procurar outro psicólogo que estivesse afim de escutar besteiras. Mas ao contrário do que eu pensei, o jogo estava apenas começando.


Vanessa retirou os óculos e pude ter uma visão mais ampla de seus olhos perfeitamente desenhados, de seus cílios longos que piscavam constantemente e só olhando mais atentamente para ela sem os óculos, percebi o piercing discreto no nariz que ela usava.


- Então o seu problema está resolvido, Zac? – ela me fitou sensualmente e o olhar dela fez com que eu me sentisse nu. Por um momento parecia que eu estava lidando com uma mulher completamente experiente. Talvez ela fosse. E isso apenas me excitou mais.


- Acho que devo um obrigado a você, doutora. Você me livrou de uma receita de Viagra. – falei safado olhando, agora descaradamente para seus peitos. – E como uma forma e agradecimento, quero lhe provar o quanto o seu trabalho foi perfeito. – sorri para ela que sorriu de volta e mordeu os lábios ao olhar os meus.


- Viagra pra quê? Sua parceira não sabe tomar conta de você direito? E pode acreditar, estou muito afim de uma recompensa pelo meu trabalho. – ela se esticou mais para mim e tomou meu lábio inferior entre os dentes, chupando-o e sugando-o fortemente. Soltou meu lábio com um estalo e senti outro tipo de fogo acender dentro de mim. Era um fogo tão selvagem quanto o sexo que eu queria fazer com aquela mulher.


Levantei da cadeira com pressa para arrancar a cara dela com um beijo, porém ao chegar perto da gostosa ela espalmou as mãos contra o meu peito me afastando. Olhei-a frustrado e ela sorriu alto me olhando sensualmente logo depois. O olhar dela mais uma vez se tornava invasivo e seus olhos transbordavam malícia. Puro retrato do que ela queria fazer comigo dali em diante.

- Você veio aqui para um tratamento, certo? Querendo ou não Zac, eu sou a médica e você apenas o paciente. Eu vou te tratar e nunca mais você vai ter problemas com seu amigo novamente, entendido?

Não conseguia pronunciar nem uma palavra. Apenas assenti e observei Vanessa se aproximar de mim tocando meu peito me empurrando em direção ao divã no meio do consultório ao mesmo tempo que me sorria maliciosamente e me olhava com os olhos semicerrados. Agradeço Chris agora ou mais tarde? Espera, deixa para mais tarde. Agora estou ocupado demais para pensar em Chris e sua ressaca.


Vanessa me fez sentar no divã e logo deitou minhas costas no apoio e assim eu estava deitado enquanto ela me observava e andava em minha frente como se procurasse algum defeito. Olhei malicioso para ela e se ela soubesse o quanto eu estava excitado por ela querer assumir o controle, ela andava logo com isso. Não respondo por mim quando eu tiver a chance de mostra-la o quanto eu estou desejando-a.


Ela sorriu desabotoando lentamente o jaleco que aos poucos ia se afrouxando até cair ao chão. A regata preta e a calça branca justa que ela vestia deixava claro o quão gostosa ela era. Minhas mãos coçavam para tocá-la e quando eu fiz menção de levantar para ir ao seu encontro, ela deu três passos para trás e eu a olhei enfezado.


- O que eu te disse, Zachary? – ela perguntou cruzando os braços abaixo dos seios fazendo com que os mesmos ficassem enormes. – Fica quieto aí que a sua vez ainda não chegou.


Bufei irritado batendo as costas com força contra o divã e ela sorriu satisfeita. Fiquei encarando-a com desejo e raiva ao mesmo tempo enquanto ela se aproximava de mim e tocava meu braço com suas unhas longas. Senti um arrepio e a raiva foi se dissolvendo lentamente enquanto eu tinha a visão de suas coxas grossas e seu quadril largo sentando sobre minha ereção que a cada minuto ficava ainda mais evidente.


Ela foi se ajeitando por cima do meu pênis e controlei um gemido ao fundo da garganta. Espremi os olhos imaginando como seria penetrar seu corpo quente e apertado e logo senti seu hálito de menta soprar em meu rosto trazendo-me à realidade. Ela estava muito perto. Tão perto que pude ver os pontos verdes que circulavam seus olhos castanhos.


- Preparado para a melhor transa da sua vida? – ela sussurrou fechando os olhos e apertando meu pau com seu quadril enquanto eu soltava um gemido baixo. Fitei seus lábios com um desejo ardente.


- Nasci preparado. Somente para você.


E antes que eu pudesse sequer aproximar meu rosto do dela, senti seus lábios envolverem os meus com uma pressa que chegou a quase doer. Doeria se eu não estivesse com tanto desejo de rasgá-la ao meio. Sem esperar nem mais um segundo, penetrei minha língua em sua boca sentindo a dela corresponder avidamente o meu beijo desesperado. As línguas que antes eram desconhecida movimentavam-se com força dentro de nossas bocas fazendo com que nossos lábios se movessem cada vez mais rápido afim de amenizar um pouco da nossa excitação com apenas aquele beijo. Era impossível, mas beijá-la estava tão bom que eu nem ao menos lembrava que estávamos em um consultório de psicologia. Chupava sua língua em meio ao beijo e mordiscava seus lábios com pressa para recomeçar novamente aquela coisa que poderia ser considerada a oitava maravilha do mundo.
 Antes que pudesse pensar em fazer algo a mais do que devorar os lábios da minha psicóloga, senti seus lábios se moldarem em meu pescoço e sua língua fazer desenhos abstratos nele seguido de chupadas longas e fortes. Eu teria um grande problema com as marcas roxas ou vermelhas que se formariam em meu pescoço, mas nada que uma maquiagem não resolvesse. Eu teria que apelar ou então... Quer saber? Foda-se, quero mais é aproveitar a melhor transa da minha vida. Os dentes de Vanessa mordiam a pele de meu pescoço enquanto suas mãos desciam por meu abdômen até parar ao cós de minha calça. Suas mãos desceram até a fivela do meu cinto e brincaram por ali fazendo com que meu ventre se estremecesse ao imaginar suas mãos em meu pau ou até mesmo sua boca nele. Gemi com o pensamento e fechei os olhos enquanto ela pressionava ainda mais o meu pênis com o quadril. Ela afastou seus lábios de meu pescoço fitando-me com a boca completamente vermelha, úmida e inchada e suas mãos não perderam tempo em subir minha regata até a metade de minha barriga e suas unhas longas fazerem um carinho perto do cós da calça. Mordi os lábios e postei minhas mãos em seu quadril apertando com desejo fazendo-a gemer em aprovação. Ela foi arranhando minha barriga enquanto levantava a blusa junto até que a mesma estava pronta para deixar meu corpo.


Ergui os braços enquanto minha psicóloga tirava aquele pedaço de pano insignificante e jogava em qualquer lugar do consultório que não me interessava saber. As unhas dela passearam por meu peitoral parando em meus mamilos e beliscando-os fortemente, me fazendo sentir uma dor prazerosa.


- Você é muito mais gostoso do que eu estava pensando. – ela disse maliciosa e arrastou seu quadril mais pra baixo de meu pau se inclinando para beijar meu peito. Gemi em aprovação e desaprovação com o contato de seus lábios e com o afastamento do seu quadril de meu pênis.


- Estava pensando em mim dessa forma, doutora? Acho que teremos um problema com meu ego depois. – falei com a cabeça jogada para trás, olhos fechados e apreciando suas lambidas em meu peito.


- Pode deixar que do seu ego eu cuido. E posso cuidar de muito mais coisas se você for bonzinho e tirar a mão da minha bunda. – abri os olhos olhando-a confuso. Ela sorriu. – Espere a sua vez. Faz parte do tratamento. E cá entre nós... – ela abaixou a voz e encostou seus lábios em meu ouvido. – Sempre gostei de sexo selvagem. – sua língua moldou minha orelha e eu senti meu pau pulsar. Essa mulher era realmente uma vadia das boas. E eu queria poder domá-la mesmo que eu fosse domado primeiro.


Sorri alto enquanto ela calava minha boca com um beijo invasivo e molhado. Chupava minha língua e recomeçava o beijo tão bruto como os anteriores. Nossas cabeças moviam rápidas uma na direção da outra enquanto o beijo ganhava uma intensidade tão grande que nunca havia beijado outra mulher igual. Desceu seus beijos para meu pescoço e foi descendo até minha barriga. Ela desenhou os músculos de meu abdômen e sorriu safada para mim segurando minha mão e levando dois dedos meus em sua boca. Chupou-os contornando com sua língua e sugava ainda mais como se aquele fosse o meu próprio pau. A imagem dela chupando meus dedos fez meu pênis dar várias pulsadas de desejo e eu grunhi alto. Ela estava me mostrando a habilidade da língua dela e o que ela faria quando chegasse no lugar certo. Mordi os lábios tão forte que o gosto metálico tomou minha boca por um momento, mas tão repentino quanto veio, o gosto se foi e a única coisa que eu queria era colocar aqueles dedos em minha boca e chupar aquela saliva que tanto gostei de experimentar. Ela largou meus dedos postando suas mãos no cinto que prendia minha calça e eu levei os dedos à minha boca chupando-os e sentindo seu gosto mentolado em minha língua. Como eu queria beijá-la de novo. Mas o que viria a seguir era muito melhor do que um simples enrolar de línguas. Ela desafivelou meu cinto e o retirou jogando o mesmo em um lugar desconhecido assim como minha regata. Brincou com o botão e o zíper da minha calça enquanto meu pau ficava apertado entre o tecido e a pressão que sua mão brincalhona fazia com o zíper e botão. Logo ela deu uma mordida na barra da boxer vermelha que aparecia fazendo menção de tirá-la e depois levou seus dentes à pele do meu ventre mordendo e lambendo. Desabotoou o botão e abaixou o zíper tomando o cós da calça e levando-o para baixo fazendo mostrar-se meu pênis protegido pela boxer vermelha e o quão excitado eu estava. A boxer ficava pequena para o tamanho de minha ereção e mesmo com a atenção em tirar minha calça, seus olhos estavam firmes em meu pau. Gemi sentindo o olhar dela me queimando por dentro enquanto eu a ajudava a tirar minha calça.


Sem forças para jogar a calça assim como fez com as outras roupas, ela apenas deixou-a do lado do divã e me olhou com um olhar tão inocente que eu achei que ela não fosse capaz de fazer o oral que eu queria. Mas logo o rosto inocente dela deu lugar para um sorriso tão malicioso quanto os outros que ela me deu naquele dia que eu sorri com a sobrancelha arqueada. Ela mordeu os lábios levando o rosto ao meu pênis e dando uma lambida nele por cima da boxer vermelha. Ela tocou meu pau com suas mãos delicadas e procurou a cabeça dando uma sugada nela. O pano da boxer estava molhado e eu controlei um gemido. Eu queria rasga-la ao meio, queria que ela não pudesse sentar por um mês. Ela estava me torturando. Mas minha psicóloga me pagaria por essa demora. Ah se pagaria.
Ela prendeu o elástico de minha boxer com os dentes e foi abaixando-a com a ajuda de seus dedos ao lado de meu quadril. Com uma lentidão fora do normal, eu joguei a boxer longe com ajuda de meus pés e ela voltou seu olhar ao meu pênis pulsante.


Massageou meus testículos e deu uma longa sugada em cada um e logo tomou meu pau em suas mãos e começou a masturba-lo. Seus movimentos iniciais eram lentos e torturantes, mas logo começaram a ganhar uma velocidade enlouquecedora que me restou a gemer alto e pronunciar palavrões e obscenidades. Ela murmurou um “shiu” antes de passar a língua sobre a cabeça de meu pau e rodear o freio com a ponta da língua. Prendi a respiração no momento em que ela sugou a cabeça fortemente. Logo ela abocanhou meu pênis à medida que conseguia e começou a suga-lo enquanto o enrolava com sua língua. Fazia os movimentos de vai e vem e quando voltava à cabeça sugava fortemente. Massageava meus testículos com força e calma e não tirava seus olhos de mim. Uma de suas mãos estava em meus testículos enquanto a outra batia onde sua boca não podia alcançar. O movimento de sua boca era sincronizado com suas mãos e eu estava ali a mercê de uma médica com experiência máxima em sexo e recebendo o melhor boquete de minha vida. Senti meu pau liberar o líquido do pré-gozo e minha psicóloga engolir o mesmo. Coloquei minhas mãos em seus cabelos acariciando-a enquanto ela chupava ainda mais forte. Não conheço Vanessa e sabia que já estava para gozar, então puxei seus cabelos fazendo com que ela largasse meu pau e me olhasse confusa.


- Eu estou para gozar. – avisei. – Não precisa fazer isso se não quiser.


- Zachary querido, não era isso que você queria? Uma mulher de verdade, transar de verdade e gozar de verdade? Eu quero que você goze na minha boca e faço questão de engolir tudo somente para que você não se esqueça disso nunca mais. – ela disse convicta e logo passou a chupar meu pênis com mais força ainda. Gemi alto com o contato de seus lábios, mas ainda mais pelo que ela me disse.


Eu realmente precisava de uma mulher de verdade. E por uma puta sorte eu encontrei. Senti um arrepio em minha espinha e o sangue se ajuntar em minha virilha enquanto a queimação em meu ventre parecia ainda mais insuportável. Antes que eu pudesse pensar, meu líquido derramou-se na boca de minha psicóloga, tanto que escorria pelas laterais da boca da garota. E como prometido, ela engoliu o mesmo e chupou meu pênis a fim de “limpar” o que sobrara de meu gozo. Sua mão estava suja com o líquido branco, mas ela não se importou. Largou meu pau e limpou sua boca com a mão limpa e me fitou desafiadora. O olhar dela me fitava de forma que não precisava dizer mais nada. Era a minha vez. E agora eu a faria gozar tanto quanto eu não gozei nesse tempo todo sem sexo.


Puxei-a com força e deitei-a sem delicadeza no divã e ela gemeu com o baque de suas costas no apoio. Olhei minha psicóloga com um desejo tão latente e beijei seus lábios com mais força do que antes e senti meu próprio gosto emanar daquel a língua. Começava a sentir meu pau endurecendo aos poucos e passei meus beijos para seu pescoço querendo deixar uma marca bem roxa ali. Ela não tinha ficante, não tinha namorado e nem muito menos era casada, então eu estava livre para marca-la do jeito que eu bem entendesse. Chupei forte a pele de seu pescoço mordendo ao mesmo tempo e voltando a chupar. Ela apertava minha bunda nua e me empurrava mais contra seu corpo. Eu deveria manda-la tirar as mãos de mim, assim como ela fez comigo, mas não conseguia. O toque dela era bom demais para eu pedir para parar.





Coloquei as duas mãos em seus peitos enormes e apertei sentindo-os encherem as palmas e gemi contra seu pescoço. Com pressa, puxei sua regata preta para cima e logo a joguei longe. Realmente, Vanessa era uma das mulheres mais peitudas que eu já havia visto. Olhei atentamente para seus seios e não tinha vestígios de cirurgia plástica ou algo do tipo. O fato de que aqueles melões eram naturais, me fez ficar louco e procurar o fecho de seu sutiã preto, o que eu estava inconformado por não conseguir encontrar. Grunhi alto tateando as costas de Vanessa enquanto a mesma sorria alto.


Olhei para ela enfezado.


- Posso saber qual é a graça? – perguntei nervoso. Ela tirou minhas mãos de suas costas e mordeu o lábio.


- Ficou tanto tempo sem sexo que já se esqueceu que existem sutiãs com fechos frontais? – ela sorriu debochada e mostrou o fecho que se perdia por entre seus peitos gigantes.


- Talvez os seus peitos sejam grandes demais para que eu enxergasse um fecho frontal, não é mesmo doutora? – falei colocando minhas mãos sobre o fecho e olhando seus olhos pingando luxúria.


- Talvez você deva calar a boca com meus peitos grandes demais, não é mesmo Zac? – abri o fecho de seu sutiã e tirei-o com pressa. – Me mostre o quão você é bom. Porque eu não me contento apenas em imaginar. – ela sorriu safada e eu apertei seus peitos entre minhas palmas olhando-a soltar um gemido alto e sensual. Seus peitos espremidos na palma de minhas mãos fez com que eu me enrijecesse mais e seu mamilo rosado parecia implorar para que eu o tocasse. E eu não demorei a atender esse pedido. Abocanhei seu peito direito chupando e sugando seu mamilo duro enquanto ela colocava as mãos no meu cabelo e o puxava com força. Minha mão acariciava o outro seio beliscando o mamilo entre o dedo polegar e indicador fazendo-a gemer baixo em meu ouvido. Sorri com a boca em seu peito e passei a chupar o outro seio enquanto acariciava o anterior, sentindo-o molhado com minha saliva. Passei meus beijos e lambidas para a fenda entre seus peitos e penetrei minha língua ali sentindo a fenda funda. Uma ideia plantou-se em minha cabeça e eu me senti excitado com o pensamento. Nunca havia feito algo do tipo com mulher nenhuma, mas com Vanessa eu iria fazer. Desci os beijos para sua barriga lisa e chupei a pele abaixo de seu umbigo. A calça branca estava me incomodando tanto quanto incomodava a garota e eu tratei de tirá-la rapidamente. Olhei-a tentando desafivelar sua sandália preta de salto alto e a impedi.


- Não faça isso. Deixe a sandália. Tenho fetiche por mulheres nuas com salto alto. – falei safado e ela sorriu surpreendida.


- Tudo bem. Não faço questão de tirar mesmo. – e encostou seus lábios aos meus me beijando calmamente dessa vez. Porém, aquela calmaria me torturava e eu não estava afim de coisas calmas. Eu queria sexo selvagem assim como ela disse que gostava e era isso que ela teria. Passei meus beijos para sua virilha e logo encostei meus lábios em sua vagina que ainda estava coberta pela calcinha de renda branca. A renda era tão clara que eu conseguia ver a textura macia de sua parte intima e aquilo me deixou ainda mais excitado. Passei minha língua por cima do pano antes de tirá-lo com pressa. O olhar dela permanecia cravado em mim e o meu nela e assim olhei sua vagina pela primeira vez. Passei minha língua da entrada até o clitóris escondido pelos grandes lábios. Senti-a estremecer e um gemido contido escapar de seus lábios. Abri seus lábios e pincelei seu clitóris com minha língua enquanto ela mordia os lábios e gemia um pouco mais alto. Passei a chupar e sugar seu ponto de prazer enquanto ela arqueava as costas devido ao prazer que, eu julgaria absurdo. Substitui minha língua pelo meu dedo indicador e passei a rodear minha língua em sua entrada e depois penetrei minha língua na cavidade quente. Ela gemeu meu nome e eu me senti ainda mais instigado a prosseguir. Penetrei dois dedos em sua vagina enquanto voltava meus lábios ao clitóris e chupava-o com força. Com mais um dedo penetrando-a senti seu líquido doce invadir minha boca e não hesitei em engoli-lo todo. Ela puxou meus cabelos com tanta força e me beijou sugando minha boca para si enquanto eu dividia seu gosto com ela mesma. Deitei por cima dela e senti meu pau encostar-se à pele lisa de sua vagina. Puxei a calça que estava ao lado do divã para cima e tirei a carteira procurando alguma camisinha.

- Porra! – exclamei ao ver que não tinha nenhuma camisinha. – Não trouxe camisinha. Você tem? – perguntei olhando-a com o olhar desesperado. - Zachary, isso é um consultório e eu não deveria estar transando com pacientes bonitos e gostosos. – ela disse com tédio e depois sorriu triste. – Infelizmente não tenho.


- E AGORA? EU QUERO TRAN... – ela tampou minha boca com os olhos arregalados.


- Quer que a Sra. Lovett nos escute? Não tem problema. Eu compro uma pílula do dia seguinte, mas se você não me comer agora, eu faço você se arrepender por isso, e...
O discurso de Vanessa era completamente desnecessário, então eu simplesmente calei sua boca com um beijo dolorido e coloquei meu pau em sua entrada fazendo pressão para abrir o caminho. Penetrei a cabeça em sua entrada e ela largou minha boca para gemer em reprovação.


- Anda logo com isso Zac! Eu não quero esperar.


- Já parou para pensar que não é você o foco aqui? O foco sou eu. Você tem que me dar atenção, doutora.


- Ao contrário do que você pensa, seu idiota, pode até ser que você tenha que ter atenção, mas quem manda aqui ainda sou eu. Então se me der licença... – ela me empurrou e antes que eu pudesse pensar, ela estava sobre mim segurando meu pau em sua entrada. – Conheça a oitava maravilha do mundo, querido paciente.


E então ela desceu lentamente sobre meu pênis e eu senti seus músculos apertarem meu pau e de repente minha visão ficou turva. Ela gemeu alto apertando seus seios enquanto sua vagina engolia meu pênis e logo suas mãos se espalmaram em meu peito e ela começou a se movimentar para cima e para baixo. Minhas mãos se postaram em seus quadris ajudando-a a se mover no ritmo que eu necessitava. Uma de minhas mãos foram para seus seios que balançavam a medida que os movimentos se tornavam mais intensos, apertei-os e belisquei seu mamilo rosado enquanto ela cavalgava sobre meu quadril fazendo uma pressão completamente prazerosa. Fiquei sentado no divã enquanto ela cavalgava sobre meu colo e aproximei meu tronco do dela sentindo seu clitóris sendo esfregado em minha barriga à medida que ela subia e descia. Os gemidos estavam altos dentro do consultório quase escuro e o suor que descia do corpo dela caía perto da junção de nossos corpos. O barulho que nosso contato íntimo fazia era tão excitante que eu sentia a ponto de gozar. Retirei-a de cima de mim e a coloquei no chão do consultório fazendo-a ficar de quatro. Ela virou a cabeça para trás me olhando safada e eu me postei atrás dela colocando uma mão em sua cintura e a outra eu guiava meu pênis à entrada de sua vagina. 


Penetrei-a com força e ela deu um gemido alto enquanto eu me movia e fazia seu corpo corresponder aos movimentos de vai e vem. Gemia alto e meu corpo estava completamente duro absorto pelo prazer daquela transa sem igual. Agachei sobre ela e levei meus dedos ao seu clitóris fazendo movimentos circulares rápidos no mesmo enquanto ela mordia os lábios.

- Vamos juntos, certo? Faço questão de gozar ao mesmo tempo que você. – ela assentiu e passou o braço por meu pescoço e depositou um beijo em meus lábios enquanto se movia no ritmo de minhas estocadas. Seu quadril rebolava sobre meu pau e eu apertei os olhos.


A queimação veio em meu ventre indo direto para a virilha e ouvindo o gemido alto dela, senti seus músculos apertarem meu pênis e ele ficar ainda mais molhado. Derramei meu líquido em seu interior e senti seus músculos relaxarem depois de alguns segundos. Ainda extasiado pelo sexo, sentei no divã enquanto Vanessa deitava no chão completamente entorpecida. Olhei suas curvas, sua bunda empinada e lembrei da ideia que tinha brotado em minha mente.



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Capítulo mega hot pra vocês!!!!haha
Espero que tenham gostado amores!!!
E me perdoem por não ter postado hoje de manhã.
Meu PC deu pane aqui,e só consegui arrumar ele agora! 
Até mas,xoxo 

5 comentários:

  1. Eu ja to ate imaginando oque ele ta prestes a fazer hahahahahaha! Rafa pelo amor, posta o mais rapido possivel!! Velho, eu amei esse capitulo! Vanessa é mais safada que eu pensei. To imaginando a reação dela quando descobrir que ele é casado. Ela vai matar ele haahha! Adorei saber que rolou entre eles, desde o primeiro capitulo eu ja não gostei daquela sem sal da Melissa! Perdeu seu posto fofa, o lugar agora é da Dotora Vanessa. Posta amanhã Rafa, pelo amor!!! Amei, amei, amei!! Continua... Bjo ❤️

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  2. Que capítulo foi esse??
    Você quer me matar né Rafa só pode,cara que mega hot foi esse,a Vanessa toda safadona haha adoreii...Já to roendo as unhas anciosa aqui pro próximo capítulo...Não demora não viu
    xoxo

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  3. Que issoo eu amei o capitulo mega hot... Adorei a Vane safada e até imagino a cena quando ela descobrir que o Zac é casado. Posta logooo to muito ansiosa pelo próximo capitulo...bjossss

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  4. Nossa senhora Hahaha haja folego Hahaha...
    Amei o capítulo, Vanessa é uma psicóloga bem safada hein!? E o Zac não fica atrás... Só acho q ele tem q resolve essa história ou conta a verdade pra Vanessa ou separa logo da Melissa...
    Posta mais...
    Xoxo

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